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@MarU há 8 meses
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#Desafio 164 *“Bom dia!” acalorado* De olhos fechados, deitados, eu me viro, e você sente meu cheiro adocicado. A textura sedosa e fria dos meus cabelos cacheados aguça seus sentidos. Me explora… Aninha o rosto na minha nuca, sente meu perfume feminino e o calor da minha pele… nua… te devora. Eufórico, me cheira, me roça… tem delírios… me beija. Seus instintos sentem, fêmea no cio, fareja. Se achega mais perto do meu corpo… viril. Me abraça, aconchegado, com essas mãos fortes na minha cintura… arrepio. Me puxa com jeitinho, colado… Se excita. Me desperta… encharcada e sedenta, com este “bom dia” acalorado, me atenta. Me devora! MarU
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@eduliguori há 8 meses
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Por que eu louco me encanto pelas doidivanas aventuras do tempo e do amor por que os poetas são assim novelos de fios desencapados bisturis afiados em busca de lábios carmim ah que loucura e dor passar todas as incontáveis semanas rouco louco em busca do amor Edu Liguori
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@jjr há 8 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 SEXUS EM CONTOS. por JJr. COLETÂNEA DE 8 CONTOS HOT (E-PUB) POSTADAS ORIGINALMENTE AQUI NO LITERUNICO!
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@jjr há 8 meses
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Cartas. "...meu silêncio Adornando o embrulho, Do laço o sorriso. No interior um EU TE AMO Como presente..." (22/11/1979) JJr.
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@jjr há 8 meses
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*§* Eva minha em meio ao paraíso entre maças sinto aroma teu, meu desejo sabor e suor nos lábios beijos pele madura jambo amor, ternura. linda menina mulher saciai-me meu jardim sem fim aroma teu o jasmim. *§* JJr.
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@jjr há 8 meses
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??? Nuvenciliou o verbo passageiro, ventolizou o caminho. Escoluminou a saída, mesmo incerto continuou. ??? JJr.
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@jjr há 8 meses
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~~~ Água nascente brota da fonte nunca secarás pela natureza. Impossível copiar sua beleza. Se filtrou o sabor mudou, natural o sabor manterá-se sempre igual. ~~~~~~ JJr.
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@tibianchini há 8 meses
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O Sulfite e o Pecado 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 O papel era branco, ingênuo, imaculado até que a caneta – essa serpente – deslizou seu veneno em vai-e-vens molhados, enchendo margens de versos indecentes. O título? Um disfarce: "Soneto Inocente". Mas o corpo do texto, ah!, traía o enunciado: O verso era quente, a rima, ardente, com trocadilhos que ninguém interpreta errado... E quando a tinta secou, já era tarde: sem mais pretextos, o sulfite gritava "mais!" em itálico e Caixa-alta, enquanto a caneta, satisfeita, nas folhas abertas descansava – mas só até a próxima pauta. Moral da história? Até o mais puro dos textos vira pornografia culta nas mãos certas...
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@literunico há 8 meses
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#Dia 344 Alvoroço Na alvorada, um calhamaço de ideias, Como asas que se decidem voar. Alvoroço é a sinfonia suspeita Aflita pressa a se desenrolar À vista, lampejos de incêndio, Na fala, um verbo sem fim. É o tumulto, tormento dos nervos, Vertigem, torvelim. Não há pausa, não há medida, Só o ímpeto que nos distrai. Alvoroço é moinho da vida Quando a calmaria toda se esvai. E quando enfim, ao fim se dissipa, Resta o resto do que não cessou: O mundo, mudo, muda ao que grita, Dentro da alma, o amor que se amou. Eder B. Jr.
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@tibianchini há 8 meses
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ENTRE CAFÉS E POEMAS 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Uma camisa. Aberta. Mal esconde os seios. Uma calcinha. Rendas. Delicadamente justa. Você anda como quem desliza ou flutua, Roçando o interior das coxas, pé antes pé... Debruça sobre mim. Um beijo quente Para aquecer a manhã fria que desperta. Não há sequer uma palavra: o "bom dia" é sorriso, Que, sem dizer, já diz tudo, em melodia. Deita-se ao meu lado. Com o seu pé Cutuca de leve o meu pé, sobre o edredom: Carícias tão íntimas quanto todas as outras Que trocamos durante a noite. "Agora, me traz um café. Forte". Tal é o seu pedido, uma ordem, um afago. Um café. Forte. Quente. "Açúcar ou adoçante?" "Nenhum dos dois. Apenas o seu beijo me adoça". Um gole lento, deixando que eu admire A curva do seu pescoço, onde, há algumas horas, Deixei marcas de mordidas e arranhões, Que serão renovadas daqui a alguns minutos. Espreguiça-se. Vira o bumbum para mim, E, enquanto isso, estica os dedos em busca De uma caneta e um papel. Inspiração. O café, quente. Seu corpo, mais ainda. De bruços, rabisca habilmente. Na curva das suas costas, A omoplata banhada pelo sol, que, sobre sua pele, Desliza passeando pelo contorno do seu quadril: Tudo isso é o verdadeiro espetáculo. Uma calcinha rendada e uma camisa que é minha. Um pouco de perfume de ontem em meio ao meu suor. É tudo o que cobre este corpo, do qual Ainda não consegui me desconectar. Contorno com os dedos as curvas que a renda faz. "Para", você diz, "Senão não consigo terminar" É um poema, eu sei. Mas, depois de ontem, Nossos poemas não são escritos, são vividos. Seu café acabou. O meu? Nem chegou a ser tocado. Você se vira e sorri. Cruza as pernas. Lê o poema com os lábios entreabertos, como se cada palavra fosse um toque físico. "Você me transformou em poema", você diz, Abraçando o papel como se temesse que o poema pudesse escapar. "Foi você quem me fez querer ser musa, Mas é em nós que eu me torno deusa". "A noite foi sua. A manhã? É minha. Você me trouxe café, mas eu prefiro o sal Que ficou na minha pele quando você foi meu". Nas minhas mãos, o último botão arrancado da camisa. Enlaça o meu pescoço, me puxa com as pernas, Encosta sua testa na minha, e me invade com os olhos. O café esqueceu de esfriar, mas outras coisas fervem, E o poema? Este já é vida real novamente. "Não somos poetas", eu sussurro, entre um beijo e outro, "Somos o próprio verso." E assim, entre cafés frios e corpos quentes, Escrevemos - sem palavras - o epílogo perfeito. A renda da calcinha toca o chão. O café acabou. Os poemas também. Só o que resta é a verdade mais pura: Nós.
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@literunico há 8 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 37 Comente na Biblioteca em um livro onde a política é pensada a partir da dúvida, e não da doutrina, obras em que o autor questiona as estruturas. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 175 Entre Pactos e Fronteiras O que separa os homens não são apenas mapas. São interesses travestidos de princípios. Quem vê isso, Percebe que a guerra não é natural, Mas construída. E que os Estados, ao negociarem paz, preparam a próxima submissão. A moral, na política internacional, desaparece. O direito vira simulação. E o povo, novamente, é quem paga o preço das palavras escritas em tratados que não o representam. Pensar as relações entre nações é, antes, pensar no abismo entre poder e justiça. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#RousseaueasRelaçõesInternacionais</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/927'><strong>Rousseau e as Relações Internacionais</strong></a></p> @literunico</p>
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@literunico há 8 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 36 Comente na Biblioteca em um livro em que a terra não é cenário, mas destino, obras onde o vínculo com o solo é sagrado, político, inevitável. Quando a terra dá e tira, e quem a habita precisa aprender a colher sem esquecer que também é colhido. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 174 O Solo que nos Contém Algumas histórias não brotam do conflito, mas da semente. São enredos que crescem devagar, como planta que não grita, mas insiste. A terra, aqui, não é paisagem. É divindade silenciosa. É promessa e condenação. O camponês se curva, não apenas pelo peso do corpo, mas pelo pacto ancestral com aquilo que o sustenta e também o cobra. A colheita é também perda. O filho que parte leva um pedaço da terra no sapato, e outro, na alma. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#Aboaterra</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Iniciando Leitura</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/925'><strong>A boa terra</strong></a></p>
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@cainafarias há 8 meses
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Pelas rodas de acrobacia, acreditei viver fazendo o certo por intervalos de minutos gigantes. Era a prova de ser mais um. Era prova de se aceitar mais um. Mas a dor em fingir ser demais para pouco prato colocava o meu pescoço em beiradas sem a existência de nada. Isso me assustava. O que aconteceria se fosse visto como nada? Vi-me à mercê de uma vontade de ser algo que nunca quis ser. Lamentei por vagarosamente encontrar lascas caídas no chão. Imaginei que poderiam vir das ripas que seguram as telhas e nunca de uma cara apavorada por não se reconhecer mais. Quem teria a audácia de nomear bolsos vazios de água de "A era de uma nova jornada"? Mesmo com o torso e os pés virados para lados contrários, mãos para o alto, sons altos, não prevejo para onde minha vida seguirá. As dez velas, cada uma delas, sopram em direção a uma máscara que passei de ensinar ao mundo que era eu. Decanato
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@brunob612 há 8 meses
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Teste de Turing Quantas dúvidas, criatura quase inerte humana demais funcional de menos tão doce que se dissolve em pensamentos impuros e silêncios terrenos
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@edsonbas há 8 meses
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Motivo (Nanoconto) Ela chorava demais, copiosamente. O verdadeiro motivo ninguém nunca soube, mas todos desconfiavam. Só podia ser por causa dele. Mas logo ele? Como? Por que?
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@calorliterario_ há 8 meses
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Era noite, mas poderia muito bem ser eternidade. O quarto carregava o cheiro doce da pele dela misturado com o sal da minha. Um perfume que não se vende, não se descreve, só se sente quando duas bocas se reconhecem antes mesmo do toque. Quero me enroscar no teu corpo nu, pensei, mas não disse. Não precisava. Ela sabia. Os olhos dela denunciavam a fome e a entrega, como se cada parte de mim fosse um pedaço de fruta madura prestes a ser colhida e chupada. Me aproximei, sentindo a temperatura da pele aquecer o ar entre nós. Deslizei as pontas dos dedos pela curva do ombro, descendo sem pressa, como quem decora um mapa antes de partir. E quando os lábios se encontraram, o mundo calou. Só existia a respiração acelerada, a pele arrepiada, a urgência mansa de quem sabe que o tempo ali é só um detalhe. Dedos, mãos tão adestradas buscavam o esconderijo … (sedenta) Dela bebi a seiva que escorreu algumas vezes (perdi as contas) e me embriaguei, viciei. Um gosto de madrugada, de desejo sem censura. A língua passeava como quem descobre um segredo antigo, desejado e os gemidos vinham como preces sussurradas, pedindo mais, implorando, clamando, querendo. Saciei a sede e criei outras. Porque com ela, cada toque é um convite. Cada beijo, uma promessa. E não há palavra que baste quando a carne fala, quando o suor mistura e o corpo pede e entrega e toma. Naquele instante, éramos só nós. Tesão, suor e sal. E a vontade de nunca mais amanhecer. Te olhar e não querer novamente foi um sacrifício, paguei meus pecados, desejo encurralado e bucetinha molhada e o cuzinho piscando ao lembrar de tudo que vivemos. Quero mais… quero sempre… quero você … Vem!?
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@jjr há 8 meses
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~§~ Quem és tú primórdio poeta? Que destes nome a poesia, forma, palavras e contextos. ... Olhos teus que coloriram, sentimentos transformaram. A beleza e a tristeza, aromatizastes a percepção, o amor, dor e a solidão. ... Formas, volúpia, acidez e destreza. Como pudestes pecado tão vil conceder? A encantares palavras com expressão corporal comunicais âmagos de sua semente. ... Quem fostes tú o primeiro? Semeastes das palavras um canteiro, doces a amargas frutas. Deras sentidos a outros a sentirem. Quem fostes tú? ~§~ Sentimentos de Afeição Cativastes Por mero prazer. Não sei mesmo se por ego ou descuido, Criastes longas líricas Milongas & canções. ... Do amor se fez dono e criador Iluminando os olhos, Crisando os poros De saudade. Maldade tua! ... Não vislumbro um início E com isto me sinto perdido. Sei que tú és maldito dentre os seres E abusaste dos deuses. ... Beleza e formosura indomável, Palavras & sentimentos Dera-se de tua teimosia Nesta vida Usurpando sentidos iluminados e obscuros. ... De onde vens? Tú. Quem foras? Ser. Que és? Seres. Único. Homo. ~§~ JJr.
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@tibianchini há 8 meses
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Para que servem os poemas Para que serve um poema? Para nada? Para contar uma verdade velada? Para conquistar um coração frio? Para transbordar sentimentos até ficar vazio? Para quem escrevo um poema, me diz? Para que eu mesmo possa ser feliz? Para que eu me liberte? Me solte? Para que aquele Amor, um dia, volte? A arte do poema está em transmitir Verdades de de mim que não saberei sentir E esperar que quem o leia o entenda E que, no seu íntimo, uma fagulha se acenda. O poema cumpriria seu propósito, então: Convidar aquela pessoa à reflexão. Ela o leria e entenderia o que digo: Meu poema, então, seria seu melhor amigo. E, ao pensar no que eu, calado, lhe diria Através da minha reles poesia, Esta pessoa entenderia que, também, Eu lhe faço pensar, e lhe quero bem. Mas, e se o que eu tenho pra dizer não lhe apraz? Se ela entender errado, então, como se faz? Se a minha mensagem não lhe for direta, É sinal, então, de que não sou um bom poeta. E se minha ânsia de verdades indizíveis Me privar de futuros felizes e impossíveis? Então devo guardá-lo para mim, apenas, Porque não quero me meter nos seus problemas. Então, anjo, não fique brava comigo. Meu poema só pretende ser abrigo Do que eu acho que se deve ter na vida: E, assim, ele terá sua missão cumprida. Meu poema não pretende dar lição: Está não é, enfim, a sua função. Ele só quer te mostrar que os seus medos Não deveriam te privar de novos enredos. Ele só quer me livrar da necessidade De te contar a mais profunda verdade: Que só existe para o poeta te dizer Que te ama tanto que não quer te ver sofrer.
@MarU · há 8 meses
Ual… Arrasou, Tih! Sem palavras. É um grande poeta sim, independente da apreciação de quem for. Sou fã! 🤌❤️👏👏👏 🥹
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