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@eduliguori há 8 meses
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Vou me embora daqui vou para Pasárgada ou qualquer outro lugar me perder ou esquecer vou me levar pro mundo vestindo apenas um abadá uma pena na mão e o coração vou me enganar consciente de que sou apenas aquele poeta que vive nas areias e ri contente contando conchas e ondas do mar Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem à Pearl Sydenstricker Buck (1892–1973). Foi uma escritora americana e a primeira mulher americana a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, em 1938. Ela também recebeu o Prêmio Pulitzer em 1932. Ela nasceu nos Estados Unidos, mas cresceu na China, onde seus pais eram missionários. Essa vivência marcante influenciou profundamente sua obra. "O segredo da alegria no trabalho está em uma palavra: excelência. Saber fazer algo bem é desfrutá-lo." — Pearl S. Buck A boa terra: <a href="https://www.literunico.com.br/books/925">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Hoje, o perfil @classicos irá disponibilizar algumas obras em domínio público do filósofo. Fiquem ligados! Jean-Jacques Rousseau foi um filósofo, escritor e compositor suíço do século XVIII, nascido em Genebra em 1712 e falecido em 1778. Ele é considerado um dos principais pensadores do Iluminismo e teve enorme influência na filosofia política, na educação e na literatura.
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@jjr há 8 meses
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.§. A guardar gotas d'água sob minha face. Façam-se seus, lábios a me beijar. És tua chuva em corpo meu. Abraça-me em gotas envolta a meu corpo sacia-me ausente teu ser. .§. JJr.
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@jjr há 8 meses
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.?. As vezes sim outras não. Inspiração ou refrão. Hiato vácuo vadio, farto ou vazio. .?. JJr.
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@jjr há 8 meses
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I Arquibancadas lotadas, fogo e água. Coloridas ao céu rajadas do fogo em resplendor. Canhões de luzes multicor. Rodopiam a lagoa em fila o coral. O palco de nuvens céu seu ponto final. --- II Segue-se o trovão dos tenores, logo tenoras de vozes graciosas. Abaixo seus globos de cores. Fogos de artificio multicores da sinfonia embelezando e criando harmonia. --- III Três linguagens numa canção encantando a multidão. Ao silêncio da voz o estrondo dos trovões. Assobio dos cometas e suas caldas com suas chuvas de prata. Desintegrando fogos como planetas os raios de luz brincam com suas silhuetas. --- IV Das velas que se acendem a imensidão da multidão. A água e o fogo simbolizando paz e união de total beleza na escuridão. Gaita de folio a Noel, sopros dos ventos do céu. Pré Natal em espetáculo e canção. --- JJr.
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@tibianchini há 8 meses
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Preguiça Ainda está escuro. Tento abrir os olhos, um de cada vez. As pontas dos cabelos me revelam que o frio é intenso lá fora; o frio é intenso mesmo ali dentro do meu quarto, fora do universo que se encerra abaixo do meu edredom. Um dos olhos abertos tenta dar uma esticada até o relógio, para saber as horas; a íris reclama do frio que bombardeia o globo ocular, e a pálpebra volta a protege-la. O outro olho tenta; agora é a sua vez. São seis e quarenta e oito, é o que consegue decifrar a retina. Quarenta e oito! Faço um movimento com a perna. Um mísero movimento. Ela sai do seu lugar de conforto e vai para um canto mais frio da cama, aquele canto que o edredom não aqueceu porque, até aquele momento, não havia nenhuma perna ali para ser aquecida. O edredom é um ser inteligente: usa seu poder de aquecimento em pontos específicos da cama, justamente para proteger aquele que lhe é senhor. Volto correndo com a perna ao lugar de origem; este será o último movimento que farei com esta perna. Estico a mão e pego o controle da TV. Está passando um documentário em alemão sobre a Tchecoslováquia. Deixo o volume no mínimo para não acordar minha amada; ela não gosta de tchecos ou alemães, não gosta de documentários invadindo a madrugada e, como eu, não gosta de ter que acordar em manhãs de frio. No mundo dos sonhos da minha amada, ela nem faz questão de saber que existiu, em algum tempo e lugar, um país que era dois, depois de ter sido vários, e que acabou virando nenhum. Ela não precisa entender alemão em seu träumerei. Tampouco eu preciso entender o que dizem: a mim basta que meus olhos se movimentem um pouco, que os tímpanos se aqueçam, que o cérebro comece a pegar no tranco. As ruas tchecas são tão frias quanto o mundo lá fora. A voz do narrador alemão vem embargada daquele vapor que nos sai da boca nos dias frios; vem sedenta e carente de um bom conhaque para aquecê-la. Hitze, bitte! Há chuva lá fora. As gotas batem na janela e no telhado, e parecem que vão acabar escorrendo ali, na minha cama. Sinto mentalmente o pingar nas roupas, no chão, sinto calafrios imaginários, sinto que preciso me levantar e ir trabalhar logo. Sinto frio e sinto que o mundo lá fora não importa, seja aqui ou na antiga Tchecoslováquia, seja heute, gestern ou langen Zeit. Deixa a chuva lá fora no mundo que imagino ser real; é aqui que quero ficar, com minha amada e meu edredom, no meu universo particular. Quero ficar aqui, abraçado a ela, sentindo o calor do seu corpo a dormir, sentindo que poderia ficar ali por milhares de quarenta-e-oitos minutos, sem me cansar. Mas o despertador desperta. Cumpre sua função, de fazer barulho e se tornar insuportável. Cumpre sua função, de destruir com um ruído todo aquele universo maravilhoso de instantes atrás, e, ao mesmo tempo, fazer o ruído das gotas parecerem um atrativo a mais para sair da cama. O despertador desperta, como a me dizer: “E agora? Vai me dar atenção ou eu vou ter que ficar aqui, gritando com você?”, sendo que o simples fato de prestar atenção em qualquer coisa já me faz entender que estou acordado, que não há mais volta, que chove lá fora e a Tchecoslováquia ficou no passado e o que tenho é o hoje e tenho que levantar. Ele apenas cumpre a função para a qual foi criado, e a cumpre bem, e não o posso condenar por isso. Levanto. Jogo as pernas, o cabelo e os olhos ao frio de fora. Já o dia não está mais tão escuro. Respiro fundo, olho para a cama e para a amada (que neste instante se fundem em uma única aspiração) e lhes digo, em tom de melancolia: Vou ali na Tchecoslováquia. À noite a gente se encontra novamente.
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@bekagabypoeta8 há 8 meses
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Pingente Eu era tão, mas tão pequena Tinha um vaso no jardim Porcelana branca e anil Pensei que fosse pedra Abracei pra não sumir Como amei... Fui mostrar o meu quarto a ele Quebrei em mil pedaços O que eu vi não eram cacos Eram cacos de mim mesma Mamãe, que bom que chegou! Você não ia dar um presente? Meu vaso mais lindo quebraste De mim não terás mais presente É castigo, está dito, está feito! Aquilo eram só palavras Por dentro, minha mãe estilhaçou Pegou um dos cacos do chão Estranho e deformado coração Juntou a um restinho de barbante Pendurou em mim um pingente Um quadro a não ser esquecido Relicário encravado no peito
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@bekagabypoeta8 há 8 meses
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Terapia de Ex-Casal (ou de Autoafirmação) — Qual é a sua queixa? — Tenho medo de demonstrar amor. — E como pretende lidar com isso? — Me olhar no espelho, dizer "eu te amo"... Hmmm... Preciso de um tempo. Vou ali tomar um ar. Rebeka Gabrielly ☯️🦉
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@classicos há 8 meses
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Livro: Apologia de Sócrates Autor: Platão Lançamento: Século IV a.C. Em Apologia de Sócrates, Platão registra o discurso de defesa pronunciado por Sócrates diante do tribunal ateniense, onde foi acusado de corromper a juventude e não reconhecer os deuses da cidade. Longe de tentar agradar os juízes, Sócrates reafirma seu compromisso com a verdade e com a filosofia, defendendo o papel do questionamento crítico na vida pública. A obra é um poderoso manifesto em favor da liberdade de pensamento, da integridade moral e da busca incessante pelo saber. Mesmo diante da condenação à morte, Sócrates mantém sua serenidade e fidelidade à razão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: O Banquete Autor: Platão Lançamento: Século IV a.C. Em O Banquete, Platão apresenta um dos diálogos mais belos da filosofia grega, centrado na temática do amor (eros). Ambientado em um simpósio entre intelectuais atenienses, cada convidado — incluindo Aristófanes, Agatão e Sócrates — oferece um discurso sobre a natureza e o significado do amor. O ponto alto é o relato de Sócrates sobre os ensinamentos de Diotima, que descreve o amor como uma força que conduz a alma da atração física até a contemplação do Belo em si. A obra combina filosofia, poesia e psicologia, e continua a inspirar reflexões sobre o desejo, a beleza e o espírito. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: O Sofista Autor: Platão Lançamento: Século IV a.C. Em O Sofista, Platão aprofunda o exame sobre a linguagem, a verdade e a distinção entre aparência e realidade. O diálogo se passa no dia seguinte ao Teeteto e traz Sócrates como ouvinte, enquanto um "estrangeiro eleata" conduz a conversa. O objetivo é definir o que é, afinal, um sofista — aquele que aparenta saber, mas que manipula discursos. A discussão leva a reflexões complexas sobre o ser, o não-ser e a falsidade, desafiando noções tradicionais da lógica e do pensamento. Com ousadia filosófica, Platão propõe que o "não-ser" pode ser pensado e discutido sem contradição. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Parmênides Autor: Platão Lançamento: Século IV a.C. Em Parmênides, Platão apresenta um dos diálogos mais enigmáticos e profundos da filosofia ocidental. Nele, um jovem Sócrates debate com o filósofo Parmênides sobre a natureza das ideias e a teoria das Formas. A obra desafia o próprio platonismo, questionando se as ideias — como Justiça, Beleza ou Unidade — podem realmente existir separadas das coisas sensíveis. Parmênides propõe uma série de argumentos e paradoxos que testam os limites do pensamento lógico. Este diálogo é uma verdadeira academia de raciocínio abstrato, onde Platão coloca à prova sua própria filosofia com coragem intelectual admirável. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Teeteto (O Conhecimento) Autor: Platão Lançamento: Século IV a.C. Em Teeteto, Platão conduz uma investigação filosófica sobre a natureza do conhecimento por meio de um diálogo entre Sócrates e o jovem Teeteto. A obra questiona definições clássicas como “conhecimento é percepção” e “conhecimento é opinião verdadeira”, revelando as dificuldades em se alcançar uma definição satisfatória. Sócrates atua como parteiro das ideias, desafiando o pensamento do interlocutor sem impor respostas prontas. O diálogo permanece em aberto, reforçando a ideia de que o saber é mais processo do que conclusão. Uma leitura fundamental para quem deseja compreender os fundamentos da epistemologia ocidental. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 8 meses
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Coelho (Nanoconto) Ele correu pela horta que eu corro, comeu da horta que eu como. Depois saltou, e eu saltei com ele, o coelho.
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@ariadene113 há 8 meses
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@cosmopolita.nerd: Disseram que meu livro era grande demais… Eu disse: vem ver se aguenta. 😏 🐉 Dragões ⚔️ Lutas épicas 🔥 Poderes descontrolados 🧠 Trauma literário 🕵️‍♀️ Mistérios que se multiplicam 😮‍💨 Surtos emocionais E uma TBR que não para de crescer. 📘 A Senhora dos Mundos O único grandão que te entrega tudo, do começo ao fim. 😌 https://www.threads.com/@cosmopolita.nerd/post/DLU_hy4tiLt
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