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@classicos há 1 ano
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Livro: Contos de Lima Barreto Autor: Lima Barreto Lançamento: Vários contos publicados entre 1904 e 1922 Contos de Lima Barreto reúne diversas histórias curtas do autor, abordando temas como racismo, desigualdade social, burocracia estatal, hipocrisia da elite e a dura realidade dos subúrbios cariocas. Com um estilo marcado pela ironia e pela crítica social, Lima Barreto constrói personagens que refletem as injustiças da sociedade brasileira do início do século XX. Alguns dos contos mais conhecidos incluem A Nova Califórnia, O Homem que Sabia Javanês, O Mistério de Boca do Inferno e Cló. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Clara dos Anjos Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1948 (escrito entre 1922 e 1923) Clara dos Anjos é um romance que denuncia o preconceito racial e social na sociedade brasileira do início do século XX. A história acompanha Clara, uma jovem negra e ingênua que vive em um subúrbio do Rio de Janeiro. Ela se apaixona por Cassi Jones, um homem sedutor e sem caráter, conhecido por enganar moças inocentes. A obra critica as injustiças enfrentadas pelas mulheres negras e as desigualdades estruturais da época, sendo um dos trabalhos mais marcantes de Lima Barreto. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 1 ano
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Aquele senhor no ponto de ônibus me parecia simpático, tinha um semblante tranquilo, uma cara de felicidade. Era um daqueles senhores que usa uma boina de abotoar a aba, pulôver, cachecol, calça social e sapatos sempre muito bem engraxados. Levava um guarda-chuva, que também usava como bengala e dois óculos, um no rosto e o outro pendurado no pescoço, os dois tinham aquelas cordinhas para que ele pudesse ir trocando entre um e outro conforme precisasse enxergar de perto ou de longe. Perguntei se meu ônibus parava naquele ponto, me respondeu que sim, era o mesmo que ele iria pegar. Ficamos esperando, mas não nos falamos mais. Quando o ônibus chegou, só estavam lá dentro o motorista e o cobrador. Entrei e me sentei. Logo em seguida, o senhor entrou e me perguntou, já se sentando, se poderia se sentar do meu lado. Sem ter escolha, eu disse que sim. Ele tirou do bolso da camisa que usava por baixo do pulôver um maço de dinheiro, lambeu o dedo e passou uma nota, lambeu novamente e passou outra e mais uma. Terminado este ritual nojento, ele esticou o braço, esbarrando na minha cara, e entregou o dinheiro ao cobrador. Seu perfume era o Lancaster e ele havia usado uma quantidade exagerada, quase sufocante. Infelizmente, mal sabia eu que o pior ainda estava por vir. De todos os tipos de chato, acho que o pior é o que fica cutucando enquanto conversa com a gente, como se tivesse que chamar a nossa atenção o tempo inteiro por estarmos ignorando o que ele fala. Alguns cutucam no ombro com um ou dois dedos, outros com o cotovelo no braço e, os campeões da chatice, os que ficam dando tapinhas no antebraço. Se existe alguma coisa mais irritante do que isso, ainda não me foi apresentada, e torço para que nunca seja. As histórias da infância e adolescência dele numa cidadezinha do interior, onde todos se conheciam e as casas não precisavam de muros, as portas podiam ficar destrancadas, as bicicletas no passeio, porque não tinha tantos bandidos como hoje e mais alguns causos, até que eram interessantes, mas se tornavam infinitos, assim como a viagem de ônibus que estávamos fazendo, por causa dos tapinhas no meu antebraço seguidos de um “vai escutando”. Aquilo chegava a gelar a espinha e arrepiar os pelos do corpo inteiro. Meu braço estava apoiado na minha coxa, tentei escapar segurando no encosto do banco da frente, mas os tapinhas foram junto, como se fossem um inseto que pousa no braço da gente e não quer sair, só sai quando batemos a mão para espantar, mas com aquela mão não dava para fazer isto. O ônibus leva meia hora para ir do centro até o ponto final, que fica em frente à minha casa, mas neste dia havia acontecido um acidente que deixou o trânsito tão lento que o trajeto levou uma hora e meia. Eu já não conseguia mais prestar atenção no que aquele senhor falava, nem pensar em mais nada. Minha mente agora só conseguia ficar contando os tapinhas. Ao todo foram 365, um para cada dia do ano, até finalmente chegarmos ao nosso destino. Sim, ele foi sentado do meu lado até o meu ponto. Descemos do ônibus e, antes que eu conseguisse atravessar a rua, ouvi um “até amanhã” e ganhei mais um tapinha no antebraço. O ano era bissexto.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 51- Fale sobre um livro que você não entendeu ou teve bastante dificuldade para entender. #Link365TemasLivros
@Albertobusquets · há 1 ano
LACAN, Jacques. O Seminário XI.
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝕊𝕖𝕟𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 Frase do dia: "Se meus olhos mostrassem a minha alma, todos, ao me verem sorrir, chorariam comigo." — Kurt Cobain Datas comemorativas de hoje, 20 de fevereiro de 2025: Dia Mundial da Justiça Social Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo Aniversariantes: Kurt Cobain (1967) Rihanna (1988) Cindy Crawford (1966) Olivia Rodrigo (2003) Kelsey Grammer (1955)
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@edsonbas há 1 ano
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Lá na roça, água de beber é na moringa. De manhã cedo, já tem que ir buscar na bica da mina d'água. Ela sai tão geladinha e é tão pura que não dá para resistir, já juntamos as mão em forma de concha (como as de feijão, não as do mar) e levamos até a boca. É uma água que tem até sabor, mas não como as aromatizadas, é o sabor da terra e das pedras pelas quais ela passou no seu caminho até o pedaço de cano que alguém adaptou ali várias décadas atrás. Sempre escorre um pouco pelo queixo, descendo pelo pescoço até o peito, é uma sensação muito gostosa e refrescante. Com a moringa já cheia, é hora de levá-la de volta para a casa. Dá para sentir que ela ficou gelada quase que instantaneamente e úmida por fora. É o barro, material do qual é feita, recordando suas origens, ele é quem vai manter a água por bastante tempo naquela temperatura natural, fresca, quase gelada e realçar o leve sabor de terra. O lugar daquela maravilhosa "garrafa", tampada com um copo, também feito de barro, é em cima da mesinha de canto da sala, onde ficavam mais um copo, este de alumínio, uma caneca esmaltada e uma garrafa de café, daquele cheiroso, colhido, torrado e moído ali mesmo e adoçado com açúcar mascavo. É bem comum um vizinho aparecer para prosear e tomar um cafezinho com biscoitos de polvilho e de araruta, broa, queijo e pão, tudo feito em casa. Fala-se sobre a família, o filho que foi morar com a tia na cidade para estudar, sobre as colheitas, a chuva, o sol, as vacas que dão mais leite, o riacho que corta as terras de um ou de outro e tudo que é assunto que for aparecendo. Esse papo pode durar muitas horas e só terminar com o sol já sumindo lá longe no horizonte. Quando começa a escurecer, é hora de ir embora, pois ainda dá para enxergar o caminho de volta para casa pela estradinha de chão batido. Fica um "obrigado pelo café e pela prosa", um convite para “ir lá também um dia” e um sentimento de pena pelo dia estar acabando. Na roça, a despedida parece ser mais triste porque sempre vem depois de uma alegria que também é bem maior.
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@mariadriano há 1 ano
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A Dona Morte estava cansada. Quantas vidas já havia levado durante toda a eternidade? Algumas tão fáceis, outras difíceis demais. Resolveu observar; entender o porquê disso. E percebeu que a chave estava nos hábitos. As vidas sedentárias, com maus hábitos alimentares e vícios de todos os tipos eram as mais fáceis de tirar. Então, para facilitar seu trabalho, começou a divulgar. Usando as redes sociais, postou vídeos viralizantes ensinando como viver "melhor". Logo fechou um contrato milionário de "publi" com uma grande indústria de alimentos. Salgadinhos, bolachas recheadas, refrigerante. Tudo cheio de açúcar e sódio, do jeitinho que a Morte gosta. Se dedicou tanto ao novo trabalho de influencer que esqueceu que, sem seu trabalho de levadora de vidas, nada faria sentido. Todos começaram a segui-la, venerá-la. Comeram o que queriam, as academias fecharam, as drogas se tornaram tão populares quanto a Morte. Depois de um tempo, os seguidores da Morte começaram a adoecer gravemente, mas sem a esperança de um fim que os tirasse daquela tortura.
@MarU · há 1 ano
Genial, Mari! Realmente, seria um martírio e ao mesmo tempo é viceral pensar nisso. Não somente os “bons” nunca morressem, mas os “maus” os enfermos terminais. Realmente, fico no dilema egoísta de querer a todos poupar vida, mas reconheço o papel da finitude no equilíbrio da vida. Maravilhosa! Adorei.
@tibianchini · há 1 ano
Que ótima premissa para um livro! O texto em si já é espetacular, mas... Você vai nos presentear com um livro desses? 😍
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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A voz que dizia: Desista! Hoje uma voz veio até mim, e me disse: Desista! E ela se repetiu, se repetiu e se repetiu, e eu, já casando da jordana, cometi o erro de ouvi-la E olhei para mim mesmo e olhei para o meu entorno, e pensei, é talvez eu devesse! E por um instante decidi acabar com tudo, mas minhas pernas decidiram outra coisa e meus braços preferiram criar do que desistir! E quando vi, lá estava eu sentado em frente a tela pronto para escrever novo, a voz continuava insistindo e implorando: Desista! Mas dessa vez não cometi o mesmo erro, dessa vez decidi escrever, até que ela se calasse
@JuNaiane · há 1 ano
É isso
@MarU · há 1 ano
Já ouvi esta voz. Por muito tempo, desisti. As vezes ainda tenho recaídas. Meu monstro, síndrome do impostor.
Para um autor escrever e tão necessário quanto respirar.
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@eliz_leao há 1 ano
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A brevidade do sopro Que quebra na pele Que deita os pêlos E que aquece. O fôlego, de vida Que sopra ao falar Que tem cheiro, Paladar, num beijo. E que marca A existência Que ao findar Por um instante Apaga a luz daquele olhar. E que não percamos O amar Antes de tudo acabar. Eliz Leão
@CrisRibeiro · há 1 ano
Digno dela! Lindo.
@JuNaiane · há 1 ano
Que não percamos o amar 🥺❤️
@ricardolloco · há 1 ano
Inteiramente surpreendente
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@autorpedrobarretho há 1 ano
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Por Que Estudamos Acidentes? Entender os acidentes vai muito além de contar o que aconteceu. Eles nos oferecem uma janela para compreender comportamentos sociais e culturais. Que lições você acha que podemos aprender com eles? Compartilhe nos comentários! #Educação #Sociologia #ComportamentoHumano #Reflexão
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@eduliguori há 1 ano
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É definitivo que amo tanto a ti como amo a este que aqui escreve e portanto de ti não mais preciso a ver que só com a tinta sou feliz pois amo o poeta que se fez em mim é virtude permanente que nasceu hoje sou teu e também sou meu amanhã assim contente permanece pois nada em mim um momento esquece o que já se provou e já se viveu se por ventura houver comunhão teus caminhos cruzarem minha volta não permitirá tristeza nem mata-borrão apagar a construção deste amor sem fim que ausente em corpo e tatuado em alma sobreviveu calado por tantas horas mas possa enfim iniciar outra história se sou tão eu aqui a sonhar sorrindo imagina-te unidos o que seria bem vindo se vens cravos vermelhos no jardim se ficas flores brancas de jasmim não importa quem se importa um poema é sempre assim definitivo em sua declamada glória no esplendor de um único amor que se realiza em carne e gozo ou em fantasias que constrói felicidades amada onde quer que você vá por fim repito que te quero sempre livre a escolher entre cravos e jasmim Edu Liguori
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 50 - Fale sobre um livro que você nunca leu, mas gostaria. Que tipo de pergunta é esta? A minha lista de livros que nunca li, mas que gostaria de ler é muito maior do que a lista de lidos! Tem tantos de literatura, mas, ainda mais, de filosofia e de teoria. Vou citar aqui "Corte de Espinhos e Rosas", de Sarah J. Maas, porque eu nunca li "romantasia" - o que é muito louco, porque tenho um livro inacabado bem dentro dessa gênero. Então fico sempre sentindo que estou em dívida de ler algo do tipo. Aceito outras sugestões de títulos relacionados!
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 49 - Fale sobre um livro que seja peça teatral. Sabe um daqueles livros que você lê, esquece o nome das personagens e até mesmo a maior parte do enredo, mas, em contrapartida, NUNCA esquece? Então... Li a peça "Uma Casa de Bonecas" de Henrik Ibsen em 2005 (último período da faculdade) e lembro-me muito bem do incômodo que me foi ler uma peça de 1879, porém que me parecia tão atual. A peça é sobre como mulheres são excluídas da sociedade, às vezes com uma roupagem de cuidado e afeto.
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@classicos há 1 ano
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Livro: Carta de um Defunto Rico Autor: Lima Barreto Lançamento: 1920 Neste conto satírico, Lima Barreto dá voz a um falecido milionário que escreve uma carta do além, refletindo sobre sua vida e os valores da sociedade. Com ironia e crítica mordaz, o autor aborda temas como a busca desenfreada por riqueza, a hipocrisia da elite e a efemeridade do poder material. A narrativa faz parte do estilo característico de Barreto, sempre questionando as desigualdades sociais e a falsa moralidade da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 1 ano
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(Manhã) - E aí cara, trouxe a parada? - Tá aqui! - Cara! Que legal! Isso é a coisa mais legal que eu já vi na minha vida! - É mesmo. Não te falei que era maneiro? - Hehe. Demais cara! Mas como que a gente vai fazer pra detonar ela? - Acho que vou bater nela com uma pedra. - Mas e se ela explodir e te machucar? - Explode nada, a gente mira pro outro lado e tá tranquilo. - Cê tem certeza? - Claro! Cê tá com medo, cara? - Não, claro que não! Só tô preocupado com você. - Pode ficar tranquilo que não vai acontecer nada comigo. - Beleza então. Vai lá! - Porra! Essa merda não detona. - Cê não deve tá batendo com bastante força. - Então olha agora. Vou bater com toda a minha força. - Ah! Cê tá muito fraquinho. Me dá essa pedra aqui! - Ué! Cê não tava com medo? - Já falei que não! Eu só tava preocupado. - Então toma aqui! Quero ver se cê é mais forte que eu. - Cê não tava batendo direito. Vou te mostrar como que eu tava falando pra bater. - Vai lá, fortão! - Vou mesmo! - Ih! Alá! Não é de nada também! Tirou a maior onda e na hora H nada. - Ah! Vai a merda! - Como que a gente vai fazer pra essa porra atirar? - Sei lá, caralho! - Que que cê acha da gente pôr na linha e esperar o trem passar em cima? - É! O trem tem mais força que essa sua mãozinha de boiola. Hahaha. - E a sua?! Cê também não conseguiu, sua bichona. Hahaha. - Vamo deixar de bobeira e vamo pro centro pôr essa merda na linha do trem logo! - Beleza! Vamo lá! - Agora não, vamo depois do almoço. Já tá quase na hora, senão minha mãe vai me encher o saco. - Beleza! Vou almoçar também. - Então a gente encontra depois do almoço na pracinha. - Tranquilo. Falou! - Falou! (Tarde) - E aí? Vamo lá? - Porra! Cê demorou pra caralho! Já tem meia hora que eu tô aqui! - É que depois do almoço tive que dar uma cagada. - Hahahaha! Cagão! - Cê não caga, não, porra! - Tô zoando, cara! Cê pega pilha fácil, hein?! - Bora pra lá então! - Bora! - É aqui ó! Melhor lugar pra pôr. O barulho do trem e a buzina não vai deixar ninguém ouvir. - Vem cá pra trás do muro, mas despista pra ninguém perceber. - Esse trem tá demorando muito. Será que hoje ele não passa? - Passa sim. É que a gente tá nervoso, aí parece que demora mais. - Mas eu não tô nervoso. Eu sou macho. - Até parece. - Sou mesmo! Mais macho que… - Olha lá ele! - Até que enfim! - Não fica olhando. Faz de conta que a gente tá fazendo outra coisa. - Não tô olhando. - Tá sim! Cê tá dando na pinta pra caralho! - Tá chegando! - Vou ficar olhando pro outro lado. - Eu não. Quero ver o que vai acontecer. - Porra! Que barulhão! E aí, como foi? Deu pra ver? … - Responde cara! Levanta cara! CARAAAAAAAAAAAA!
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Nova Califórnia Autor: Lima Barreto Lançamento: 1910 A Nova Califórnia é um conto satírico de Lima Barreto, publicado originalmente em 1910. A história se passa em uma pacata cidade do interior, onde a tranquilidade dos moradores é abalada por um forasteiro misterioso que chega com uma proposta inusitada: transformar ossos humanos em ouro. O conto critica a ambição desmedida e a hipocrisia da sociedade, explorando com ironia a cobiça e o oportunismo das pessoas diante da possibilidade de riqueza fácil. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Uma Lágrima de Mulher Autor: Aluísio Azevedo Lançamento: 1879 Uma Lágrima de Mulher é o romance de estreia de Aluísio Azevedo e se diferencia de suas obras posteriores por ter uma abordagem mais sentimental e romântica, em contraste com o naturalismo que marcaria sua carreira. A narrativa acompanha a trajetória de um jovem apaixonado que enfrenta desafios e desilusões amorosas, explorando temas como idealização do amor, sofrimento e sacrifício. A obra reflete influências do romantismo e revela o talento inicial do autor, que mais tarde se destacaria por suas críticas sociais mais incisivas. #domíniopúblico #Clássicos
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