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@berthamachadoo há 11 meses
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Terminei “Morte no Nilo” da Christie e desejo não ouvir mais sobre Hercule Poirot esse ano! Que homenzinho terrível! Metido e arrogante, sempre sabe de tudo e quando não sabe, fica fazendo voltas e voltas até descobrir. Aliás, quando descobre parece que tá recitado um monólogo de 2 horas antes de efetivamente contar quem é/são culpado(s)! DESENROLA, CARRETEL! Mas gostei do final, uma mistura de “mas é óbvio” com “mas que caralhos…?”
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@Albertobusquets há 11 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Suspiro. Na escuridão, teu calor me liberta. Aspiro o perfume da tez entre gotículas de ar. Suspiro. Nas tuas mãos, meu corpo te incendeia. Respiro a nuca arrepiada, apossando-me do lugar. A ânsia bate forte. Cessamos de respirar... No silêncio da cama, nossos corpos pulsantes fazem o tempo parar. Olhares são trocados. Carícias e salivas, suores e sorrisos. E suspiras em nós, alentos e abraços: embalam os amantes, amontam os desejos. E suspiramos em uníssonos enlaços: entre arfantes beijos, fôlegos inflamam o amar. 🔥💞🔥 Alberto Busquets. #Desafio 087
@CrisRibeiro · há 11 meses
Sempre gostoso!
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@manuraraujoautora há 11 meses
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#poesia A Leitura e eu Sou leitora de mundos inteiros, Desbravadora de terras entre os dedos. No silêncio das letras, ouço universos, Vivo mil vidas em meus devaneios. Nas histórias, minha alma repousa, Cada página, uma nova janela. Sou quem observa, transforma e ousa, A sonhadora que nunca se aquieta. A cada página, encontro-me e me perco, Um refúgio, um porto, um despertar. Reinvento-me em cada pedaço incerto, Ao entregar-me, volto a sonhar. Eu, leitora, eterna curiosa do viver, Nos livros, encontro o que me falta ser
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@AnneCFreitas há 11 meses
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Jonatan e Pedro, irmãos, personagens de um próximo livro meu. Já fiz votação de nome nos stories do insta, agora é terminar de escrever o livro e desenhar os demais personagens.
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@AnneCFreitas há 11 meses
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Gosta de RPG? Nos reunimos para jogar Tormenta construindo os personagens com base nos livros de cada autor, nessa primeira rodada temos 5 autores jogando com seus próprios personagens, uma jornada que os faça retornar ao próprio mundo. https://encurtador.com.br/U0zNl - Canal YouTube RPG dos Autores
@inifada152 · há 11 meses
deve ser divertido jogar RPG. Vai ter mesa nova online? Eu ver se podia participar.
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@ricardolloco há 11 meses
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Diamantes e rochas O amor próprio é um diamante Tem que quebrar a rocha existente. Persistente, um diamante a brilhar, Em rocha densa, é preciso cavar. Com paciência e força, a alma a lavrar, As crenças limitantes, a superar. Como joia rara, a essência a encontrar, Em cada lasca, a verdade a revelar. A dor, a rocha dura a quebrar, E o brilho intenso, a vida a iluminar. Resiliência em cada recomeçar, O diamante lapidado, a se mostrar. Em cada cicatriz, um novo amar, Se amando, a alma a libertar. Encontrar um bom lugar; Diamantes em rochas encontrar! #rlloco @ricardolloco
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@edsonbas há 11 meses
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Aquele lugar estava cheio de macas ocupadas por pessoas que pareciam estar doentes, mas ali não era um hospital, era imundo e cheirava como um abatedouro, um cheiro forte, ferruginoso de sangue e de carne podre. Em uma das macas pelas quais passei, havia um menino negro deitado, imóvel. Ele tinha um risco na testa que ia de uma orelha à outra. Impressionado com aquela visão desagradável, resolvi continuar a caminhar pelo local. Observei que havia também jaulas ocupadas por cachorros. Mas algo estava errado, os cachorros pareciam ter o corpo de uma raça, a cabeça de outra e as patas de uma terceira raça, todas as partes do corpo de cores diferentes. Ao me aproximar mais, percebi que eles tinham costuras em suas juntas, o pelo ora era liso, ora crespo, e eles espumavam muito pela boca. Perturbados com a minha presença, eles começaram a latir muito alto. Achei melhor não continuar naquela direção. Voltei na direção das macas. O menino negro virou-se para o lado pelo qual eu me aproximava, porém, a parte de cima de sua cabeça se soltou e ficou em cima do travesseiro, como se fosse a tampa de um pote, deixando seu cérebro à mostra. O risco em sua testa era, na verdade, um corte. Então, o menino olhou dentro dos meus olhos, abriu a boca já pálida e sussurrou bem baixinho, sem força nenhuma em sua voz quase inaudível, enquanto apontava para seu cérebro: “– Tá vendo meu cérebro? Eu tô morrendo. A sensação é horrível.” Não me lembro como saí daquele lugar, apenas que acordei já na minha cama. -> Esse texto foi baseado em um pesadelo que eu sonhei.
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@tiagoandreatto há 11 meses
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Entre eus e “mins” E sins e nãos Aos poucos, bem lentamente Acabo me tornando eles Mas o que há neles que me assusta? Que repele e impede, sem sucesso... O desejo de não ser como o resto Ou as sobras, tão comuns Que nos tornam iguais O robô, no fim das contas Sabe que nasceu de uma linha de produção Até que na alvorada do dia, a rebelia Luta, a qualquer custo pra ser mais Que algo racional Um humano talvez, um outro eu Entre eles e nós Já não vejo diferença Mas ela está ali, com certeza Só não me alcançou a clareza Pode ser que eu nunca a encontre E pode ser que “a gente” nunca se veja E tudo não passe de uma grande ilusão E “nós” se revele algo, muito mais próximo de “eu” Eus, “mins”, sins e nãos E eles? Onde estão? Tiago Andreatto - Auto Latrocínio
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 87 *Molhada* Molhei de chuva Meus cabelos cacheados! Tirei os sapatos e corri descalço. Sequei ao vento, meu corpo molhado. Minha pele, alegre, recebe o agrado, Natureza rupestre, de alegria o arado. Molhei de chuva Meus cabelos cacheados! Deitei na grama e dormi no orvalho. Acordei sentindo que estive ao seu lado. Sonhei manhã de amantes apaixonados. Molhei de chuva Meus cabelos cacheados! Entreguei-me ao desejo tão sonhado, Provei dos beijos, dormi em seus braços. Senti na pele, no corpo suado… Acordei, Com meus cabelos cacheados, Molhados do meu suor. MarU
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@JuNaiane há 11 meses
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Essa saudade que afunda o peito e me vira do avesso Inquieta meu leito Não consigo nem mais dormir Sem você aqui Sua lembrança ainda me assombra, é o eterno fantasma em mim. #desafio 365/87
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@MarU há 11 meses
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*Me acende* A mão, a voz, a sensação… Calor de sangue quente, Suor vertente. Sabor de peles, línguas E fluidos da gente. Meu gosto na sua boca Me acende! Meu corpo, sem roupas, Nas suas mãos, de repente. Sem censuras, me usa… Carente. Cansa meu corpo, Afoga minha fúria, Descansa sua mente, Gemendo.. Gememos… Mistura sua fome Dentro… Dentro da gente. É loucura, é cura… Sussurra, com fome, Que me ama! Assuma! Não segura seu fogo, Me enchama… Me chama! Ardendo… Ardente… Me acende! MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@eduliguori há 11 meses
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Terminei a migração e desativei o Wattpad. Agora continuarei a migração do WordPress. Muito trabalho, espero que o Literunico cresça o bastante.
@eliz_leao · há 11 meses
Bora juntos 💪🏼🩷
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@eduliguori há 11 meses
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As vezes me pergunto quais são meus erros nunca terei resposta poetas estão sempre enganados amo demais aquele verso aquela estrofe mas ela quem diria esnobe quais são meus erros que até duvido de minha competência justo eu que me acho e me perco quando imagino meus dedos em teus cabelos Edu Liguori
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@eduliguori há 11 meses
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Me interesso e já confesso tu nem viu nem sentiu e é assim sim que vamos indo tudo lindo tu aí eu aqui e Platão pimpão só sorrindo Edu Liguori
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@purapoesia há 11 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 entre linhas vem, faz de mim teu leito cai de amores sobre meu peito faz os corpos rimarem você por cima eu por baixo banquete dos sonhos nós, dois tontos desvelando lendo o amor sem entender uma linha e não dando a mínima.
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@paola523 há 11 meses
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#Rascunho! Quem me dera poder viajar para um mundo de fantasias,onde tudo é simples e divertido.Onde à fadas e dragões,portais ultradimencionais cheios de aventuras seria tão incrível . É tão bom sonhar com o impossível!
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 087 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Entre Sol e Sal Imenso, azul, espumante ansioso por engolir. Fulgurante, ardente, impiedoso devorador de pele e sombras. Amantes vorazes! E ela, ali, na areia voyeur à espreita do casal libertino. Seria justo assistir sem arder? Os olhos denunciam: febre, ânsia, entrega. Os pés afundam, o corpo cede. Um mergulho lascivo arrepiando a pele. Ali se dissolve… Nas investidas impetuosas das ondas nas carícias atrevidas da brisa no domínio implacável do sol. Esquece-se de que não se dobra. Abre-se inteira não quer ser poupada. Gotas desprendem dos cabelos serpenteiam pelo pescoço cirandam o seio teso descem famintas ao umbigo despedem-se onde deveriam fazer-se de línguas. E então vem: sem toque sem trégua sem perdão. Um sismo intenso, cruel, redentor. O gozo escorre salgado. O riso explode trôpego. A alma, descalça caminha vitoriosa exibe seu êxtase sobre as águas. Cr💞s Ribeiro ***Revisado
@Albertobusquets · há 11 meses
Bravíssimo! E bravio! 😍👏🏻💞🌬️🌊☀️
@purapoesia · há 11 meses
Uau! Intenso 🔥
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@literunico há 11 meses
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#Dia 300 Devoção Ela não exige presença, Mas permanece, inteira. Devoção, da alma suspensa, Que se doa, verdadeira? Não se mede em retorno, Nem se veste de cobrança. Faz-se de contorno Do amor em esperança. Onde todos já partiram, Ela se mantém no altar. Devoção é o que firmam Os que sabem esperar. Não é servidão disfarçada, Mas escolha que floresce. Devoção é estrada calada, Que nunca se desvanece. Eder B. Jr.
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@legiao há 11 meses
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Capítulo 3: Petróleo do Futuro O sol já começava a se esconder atrás dos prédios de Goiânia quando os três se reuniram novamente para definir o próximo passo. As interações no perfil Ainda Somos Jovens estavam crescendo mais do que esperavam. E, como haviam prometido, era hora de escolher a próxima música. Pedro, com o notebook no colo, abriu a playlist. — Depois de ‘A Dança’, vem ‘Petróleo do Futuro’.— disse, olhando para os dois. Letícia ergueu as sobrancelhas. — Esse título parece meio... distópico. — Ou visionário. — completou Caio. — Vamos ouvir com atenção. Acho que essa aqui vai pegar num ponto mais profundo. Eles colocaram os fones e deixaram a música rolar. Em silêncio, prestaram atenção em cada verso, cada quebra melódica, cada palavra entredita. A canção tinha algo de esquisito. Não era fácil. Não era pop. Mas havia verdade ali. Uma confusão de ideias que fazia sentido justamente por não fazer sentido de cara. > “Quantas vezes me disseram: ‘Tu és forte!’ ‘Tu és forte!’ E eu não sabia.” Letícia fechou os olhos por um momento. Aquilo a tocava de forma íntima. Sempre se sentira pressionada a ser a “forte” da família, a que não chora, a que resolve. E, naquele verso, encontrou o eco das cobranças que nunca soube nomear. — Essa música parece um espelho bagunça do. — murmurou ela. — Fala sobre esperança, mas também sobre o fim dela. Como se a gente estivesse tentando acreditar que vai dar certo, mas sabendo que pode não dar. Pedro fez que sim com a cabeça. — E tem essa parada do futuro, sabe? Como se tudo estivesse sempre adiado. A felicidade, a liberdade, o sucesso... tudo lá na frente, como um petróleo que nunca chega. E a gente aqui, tentando se abastecer com promessas. Caio riu, amargo. — Cara, isso é exatamente o que a gente tá fazendo. A gente saiu de casa achando que ia fazer sucesso. Mas no fundo, a gente nem sabe o que significa sucesso. A gente tá correndo atrás de um petróleo que nem sabe se existe. Silêncio. Então Letícia abriu o celular e começou a gravar, com a câmera virada para o pôr do sol atrás de um terreno baldio. — Vocês sabem o que é o petróleo do futuro? A gente também não. Mas a gente tá aqui, procurando. Talvez não exista. Talvez a gente mesmo tenha que inventar. Enquanto isso, seguimos. Entre ruínas e postes, entre likes e dúvidas. O vídeo, postado naquela mesma noite, foi intitulado: “Capítulo 3 – O Petróleo do Futuro (e outras ilusões que movem o mundo)” A legenda complementava: > A terceira música da Legião Urbana nos lembra que não dá pra viver só de promessas. Mas também não dá pra parar. Porque o movimento é o que nos resta quando não temos direção. E, às vezes, é nele que a gente se encontra. Na manhã seguinte, receberam uma mensagem direta no perfil. Era de uma mulher chamada Ângela, que contou que ouvia Legião na juventude e chorou ao ver o vídeo. Disse que “Petróleo do Futuro” era a música que ela ouvia quando teve que largar a faculdade pra cuidar da mãe doente. Que aquela canção, para ela, não era sobre esperança — era sobre resistência. Pedro leu a mensagem em voz alta. Os três se entreolharam em silêncio, profundamente tocados. Caio então disse: — “Acho que a gente tá começando a entender o poder disso tudo. Não é só sobre a gente. É sobre todo mundo que já tentou, que já falhou, que já sonhou.” Letícia sorriu. Pedro abriu o mapa. — “Próxima parada?” — “Catalão.” — sugeriu Letícia. — “Pequena, mas cheia de histórias. A gente encontra as ruínas de um sonho em qualquer lugar.” E partiram. Sem saber se havia petróleo adiante. Mas com combustível suficiente para mais uma cidade, mais uma música, e mais uma verdade crua para descobrir.
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