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@literunico há 2 meses
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Um comentário que acho pertinente:Já passou da hora da gente entender, enquanto sociedade, que não estamos mais no século XX.(Já estamos no 2/4 de século XXI)
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@literunico há 2 meses
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Boa tarde, pessoal!Bom, quem nos acompanha aqui deve saber que além desenvolvedor do Literunico, também trabalho à frente de uma empresa de Segurança Privada.Vim dividir com vocês que estávamos num processo de investigação junto a uma empresa grande de Logística e pode ser que o furto dos livros que nos aconteceu venha a ajudar a gente a resolver um enorme esquema de golpe de Seguro gigantesco.Quando eu puder contar mais, trago mais detalhes.
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@berthamachadoo há 2 meses
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Dr. Martin Luther King, Jr. dedicated his life fighting for equity and justice. He taught us that even in the face of intimidation and discrimination, we must never stop working towards a better future – a lesson that feels especially relevant today.Change has never been easy. It takes persistence and determination, and requires all of us to speak out and stand up for what we believe in. As we honor Dr. King today, let’s draw strength from his example, and do our part to build on his legacy.
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@edsonbas há 2 meses
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Cheguei tarde. Muito tarde. A rua já estava deserta e o porteiro cochilava com a TV ligada passando um daqueles programas que mostram festas de gente rica ou de suas empresas. Continuei até o elevador. Ainda estava quebrado. Cinco andares. Dez lances de escada. Cinquenta degraus. Ainda não sou um idoso, mas também não sou mais um menino. Abri a porta, entrei e sentei no sofá. Fiquei alí por mais ou menos meia hora. Cansado, suado e com dores pelo corpo. Sempre achei que faltavam quadros nas minhas paredes. Queria ter plantas também, mas nunca deu certo. Tudo acaba morrendo. Não consigo cuidar. Como cuidar de coisas se não estou conseguindo cuidar nem de mim mesmo? O dia-a-dia tem sido muito maquinal, mecânico. Não me sinto mais um ser vivo, nem um robô. Menos que um robô, me tornei um autômato. Sempre a mesma rotina. Esqueci o que sou, o que sinto e o que tenho. Pensei que seria bom tomar um banho. Me levantei e fui para o banheiro. Tomei. Foi bom. O banho quente ajudou a relaxar o corpo e a diminuir as dores. Me acalmei e a cabeça começou a funcionar melhor, com mais clareza. E a pensar com menos pessimismo. Como estava com fome, fui para a cozinha preparar alguma coisa para comer. Fazer a própria comida é um tipo de terapia também. Descascar, cortar, temperar, esperar o tempo que cada ingrediente leva para cozinhar. E leva muito tempo. O bastante para pensar. Ah! Se eu tivesse todo esse tempo… Tinha que acordar cedo de novo. Fiz um Miojo.
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@edsonbas há 2 meses
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Na época da minha adolescência, quando iam chegando as eleições, as campanhas dos candidatos eram bem diferentes, eles distribuíam todo tipo de brinde: camisas, canetas, lixas de unha, bonés etc. Além disso, davam festinhas nos comitês de campanha com salgadinhos, refrigerante, música e muito bate-papo. O social, a interação, vinha em primeiro lugar. Outro tipo de evento que a gente gostava muito eram os showmícios: shows de cantores famosos, contratados por um candidato, que fazia um discurso e depois chamava os artistas para o palco. O show começava e, entre uma música e outra, sempre vinha um agradecimento ao candidato que estava patrocinando, um reforço ao número dele e um pedido para voltar nele. Agora não pode mais, é crime. A gente era adolescente e ainda não votava, mas aproveitava as festinhas e os shows. Dava para fazer novas amizades e conhecer umas meninas da nossa idade. Às vezes já rolava um beijo no comitê mesmo, outras só depois, no showmício. Era tão bom que a gente saía pelas ruas vestindo as camisas com os nomes e os números dos candidatos como se fossem abadás, carregava bandeiras e colava adesivos para todo lado. Verdadeiros cabos eleitorais, só que de graça, ou quase, nosso pagamento era em salgadinhos e refrigerantes. Muito barato para eles. As camisas viraram pijamas e, depois, panos de limpeza. As canetas foram de grande utilidade para a gente no colégio, para os pais no trabalho e em casa, para deixar junto com o bloquinho de anotações do lado do telefone. Os bonés eram muito feios e, por isso, a gente não usava nem na campanha. As lixas de unha foram tantas que, até hoje, 30 anos depois, minha mãe ainda tem um monte delas presas com um elástico de dinheiro, e olha que ela usa, está sempre puxando mais uma quando a anterior acaba. As festinhas ainda existem, não participo mais, mas ouço falar que agora rola até churrasco. Os showmícios ficaram só nas lembranças. Já as amizades, muitas ainda duram até hoje.
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@ariazenite há 2 meses
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Amo o fato de poder escrever textão no feed do Literunico. A maioria das plataformas tem limitação de caracteres, mas aqui a gente pode assumir a skin de faladeira à vontade.
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@ariazenite há 2 meses
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Autores, postem o link da obra de vocês aqui do Literunico que eu vou passar lá pra fuçar. 👀 ⬇️⬇️⬇️⬇️
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@edsonbas há 2 meses
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Enquanto arrumamos as malas para partir, para ir, vamos, também, escolhendo o que queremos levar, o que vai nos trazer lembranças do lar, e, ao mesmo tempo, vamos nos despedindo de tudo o que não vai dar para levar, o que só vai caber na memória. Nunca tem espaço suficiente para tudo nas malas. Onde quer que a gente vá, tem que levar uma bagagem bem grande, dentro das malas e dentro da gente. Tem coisas que a gente não quer levar, mas não consegue deixar para trás. Também não dá para deixar nos lugares por onde passamos, como se tivesse esquecido por lá. Às vezes a vontade é essa, mas é impossível. Essas coisas vão nos acompanhar sempre. Para onde quer que a gente vá. Na hora de retornar, vamos juntando as coisas novas, o que queremos trazer de lá, lembranças daquele lugar onde ficamos por algum tempo, ao mesmo tempo vamos nos lembrando de casa enquanto juntamos tudo o que veio e precisa voltar. Temos que apertar um pouco aqui, espremer um pouco alí, senão não cabem todas as coisas. As malas e o nosso interior voltam mais cheios. Apesar disso, parecem mais leves. É como se o peso extra ficasse no outro prato da balança da vida da gente. O que já carregamos sempre, para onde quer que vamos, parece ficar mais leve na volta.
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@eduliguori há 2 meses
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Hoje amanheceu escuro o cinza invadiu o céu e águas escorriam pelo muro na boca estranho gosto de fel o prenúncio macabro se provou verdadeiro quando os olhos que abro não enxergam seu paradeiro não sou covarde o bastante para me esconder em meu canto e me enrolar feito barbante de volta no carretel sem encanto vou em pé observar mas sem mais compor para tentar conquistar um amanhã depois que o dia se for Edu Liguori
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@ariazenite há 2 meses
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Toda vez que eu entro aqui eu tenho que me ambientar com as novidades. Mas agora são tantas novidades que eu tô impressionada. Tem até um sistema de gameficação 😲 Adoro isso!
@literunico · há 2 meses
Foi inspirado em comentários seus!
@ariazenite · há 2 meses
Tô me sentindo especial agora. Tô mó animada pra fazer vários pontos. 💃
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@ariazenite há 2 meses
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Tô apaixonada pelo modo Orkut da comunidade. Bateu uma nostalgia, agora eu não vou querer mais sair de lá. 😍😍😍
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@edsonbas há 2 meses
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A lembrança que eu tenho da fazenda que eu visitava na minha infância é muito melhor que a fazenda que eu visitava na minha infância.
@ariazenite · há 2 meses
Eu tô lendo isso enquanto eu visito meus pais no sítio..que tb é o sítio que visitava os meus avós na infancia.
@ariazenite · há 2 meses
Sim, perfeitamente 😆
@edsonbas · há 2 meses
@ariazenite então você me entende.
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@tibianchini há 2 meses
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@tibianchini 🔁: Fica a dica de um livraço! Quem ainda não conhece... Leia esse livro sensacional de um autor independente premiado! Três motivos para ler A Última Estação, livro de terror sobrenatural brasileiro que se passa no metrô de São Paulo Se interessou? Salva esse conteúdo! https://www.threads.com/@tibianchini/post/DToKDbJgejY
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