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Lágrima maldita salgada, ardida
escorre, cai, corta a pele devagar
é em teu ardor que vivemos
entre choros percorremos
como peixes no rio
contra a correnteza
contra a malvadeza
força burra que nos empurra
no lodo escuro me lembro
de teu beijo mais puro
aquele que me negam
aquele que tornou-se fel
nem na terra nem no céu
será perdoado
quem não soube amar
Edu Liguori
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Lábios entreabertos
sorriso estressado
língua perdida
olhar paralisado
com os braços cobertos
fico absorto, calado
o que houve com a vida
será que virou passado
tenho de reagir depressa
respirar fundo e compassado
cerrar os punhos e seguir
ela não ousou como esperado
não mergulhou nessa
aceitou o ditado
não quis reagir
saiu e nem olhou pro lado
tempo que explica
um dia repita
tal ímpeto de amor
meu erro indica
talvez até reflita
era cedo o calor
vem descomplica
assim me permita
não te oferecer dor
a saudade que fica
talvez indica
o futuro dispor
Edu Liguori
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Zé Elias falando mal da atitude do Andreas parece até que a gente não lembra dele em campo
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Chegou a alegria do cozinheiro
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Vão punir o Andreas, mas os que fingem agressão, os que tem corpo mole e se jogam, os que querem intimidar os outros jogadores mais jovens ou que driblam, aaaaahhhh estes permanecerão impunes.
Porque o que vale é a hipocrisia.
Eu sou a favor da ética no futebol, mas então sejam rígidos com todos!
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Leve, leve é o vento
sopra, flui e avoa
do jeito que te trouxe
agora te levou
mas pese saber
que do muito que ficou
está tudo escrito
em rima, em prosa, poesia
nem sei mais
o que vem de dentro
é só multifacetado momento
se falar vou escutar
se calar irei entender
leve, leve é o amor
preenche, completa e avoa
do jeito que nasceu
talvez pra ti morreu
mas pese saber
que do muito que ainda sinto
está tudo dito
em oração, em declaração, olhares
Edu Liguori
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Não é possível escrever
e não se expor
se a criação vem de dentro
como mentir
não é possível viver
sem se expor
se fazemos parte
pra que fugir
não é possível correr
há tudo o que compor
como negar
se a pena clama pela palavra
não é possível esconder
se o que mais desejo
são os amigos
você
não é possível desistir
vou continuar por aqui
letras ao vento
colorido catavento
Edu Liguori
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Defina alegria...
um sonho de padaria
picolé gelado na praia
um salto de rabo de arraia
alegria de acordar
e ainda me lembrar
cerveja com os amigos
reler livros antigos
alegria ao voltar
um bebê ninar
ainda estar com teu cheiro
natal a decorar o pinheiro
alegria com simplicidade
alegria de verdade
alegria é misturar como prometeu
meu sorriso com o teu
Edu Liguori
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Dor que se sente
é dor sem cura
aquela que chega
quando não se espera
dor que se sente
e não se procura
ela te pega
e espreme
dor que se sente
é aquela que pensamos
vencida
pois volta cruel
enrijecida
dor que se sente
é quando sabemos
que não é justa
tá fora de medida
e não te pertence
dor que se sente
é quando falta chão
sem corrimão
é só um tombo sem fim
uma luz que se acaba
e só sobra o nada
Edu Liguori
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O Litverso começou do zero? 12 posts e 3 seguidores? Como ficaram as postagens antigas?
Não é uma crítica só para entender e reagir de acordo para reativar a conta. Obrigado.
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