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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 39- Fale sobre um livro que a narrativa é mais demorada, chegando a ser cansativa. Sou fã de Anne Rice e adoro "As Crônicas Vampirescas". Entre os componentes da trilogia original, no entanto, confesso que esse terceiro livro considero bem arrastado. Meu preferido é "O vampiro Lestat" e em segundo lugar "Entrevista com o vampiro". Em "A rainha dos condenados" parece que a história gira, gira, gira e não vai ao ponto, eu tiraria umas boas páginas do meio para dar ritmo. Vários livros seguintes da série são melhores, como "A história do ladrão de corpos" e "Sangue e ouro". Enfim, sou teimosa e li o livro lento 2x. #Link365TemasLivros
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 38- Fale sobre o livro que mais te fez subir pelas paredes. Com certeza, se esse não foi o que mais me fez subir pelas paredes, foi um dos finalistas nos últimos tempos 😂😂😂😂 Porque olha 🔥🔥🥵🔥🔥 Confesso que, mesmo que BDSM não seja a minha, a relação entre Milena e Ighor pega fogo nessas páginas. Ele, inicialmente chefe dela, se revela dominador. E ela, que a princípio era uma simples tradutora de LIBRAS na empresa dele, revela ter uma vida secreta e aceita ser a submissa dele. Aí... Vem as "loucuras" do título. Além dos hots em si (🔥🔥 maravilhosos 🔥🔥), adoro algumas subversões desse livro. Nada de mocinha abobada virgem, nada de homem de concreto sem nuances nem vulnerabilidades, a relação da mocinha com a mãe, sem segredos, tudo tem um tempero bem especial. Acho um detalhe digno de nota: o protagonista é surdo. Isso entra e encaixa perfeitamente na história, sem ser o mote principal (que, na minha opinião, costuma ser o erro de muitos autores ao tratar de alguma deficiência, como se a pessoa tivesse que se resumir àquilo ali ou como se a vida dela precisasse girar em torno disso). Claro que tem que ter aquele quê de ação e aquele detalhe pra gente passar raiva ou não seria a @sylvviarubra 😂😂😂 Este livro continua a história de "Sem fôlego", então há menções a Cláudia Toledo, protagonista do outro livro, já que toda a história de "Loucuras de um luto" é um depoimento de Milena a Cléber Portela, o policial federal que será protagonista do livro seguinte, meu querido "Bárbara & Cléber". Recomendo demais a leitura e deixo o link: Loucuras de um Luto (Série de Presa a Deusa Livro 2) https://a.co/d/1kHQola #Link365TemasLivros
@JuNaiane · há 1 ano
Gostei, quero ler 😏
@sylvviarubra · há 1 ano
Uhuuu!!!! Eu também pensei em falar dele hoje kkkk porque escrevi subindo pelas paredes hahahahahaha
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@fksilvain há 1 ano
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Colocando em dia: O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 37 - Fale sobre o livro que mais te fez rir. Eu estava no Ensino Médio quando cheguei na escola e encontrei um grupinho de colegas lendo e rindo. Sempre fui o ET, quase ninguém à minha volta lia, então sempre que se interessavam por um livro era um acontecimento. O livro era este. Tem a forma de um dicionário muito bem-humorado, cheio de verbetes engraçados, que não deixa de fora o que chamamos no RS de "bagaceirice", que é a baixaria, putaria, sacanagem. Na faculdade, fui aluna do autor e pude saber um pouco como foi o processo da escrita e das atualizações do dicionário. Como professora, certa vez tive um problema um pouco mais agudo que o normal com palavrões. Minha turma de 7º ano só sabia se comunicar com eles, e aos berros. Então resolvi trabalhar com o tema, já que tinha feito até seminário sobre isso quando me formei em espanhol. Primeiro lemos "Palavras, palavrinhas e palavrões", um livro infantil, e fizemos trabalho sobre. Depois partimos pera a leitura do "Dicionário de Porto-Alegrês". Cada um podia escolher qualquer verbete e ler pra turma em voz alta. Escolheram cada coisa de arrepiar os cabelos 😂😂😂 Mas passou a vontade de berrar palavrões indiscriminadamente, colocaram o desejo pra fora. Recomendo este livro, é muito bom. #Link365TemasLivros
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 39 *A arte da empatia* Na cabeça do poeta, o sentir é “à flor da pele”. Não tem hora, às vezes, não tem nem memória, mas escreve sobre o que nunca lhe aconteceu. É criatividade que transborda os limites da mente. Sentir não só a sua própria experiência, mas se pôr no que nunca viveu. Se imaginar, sem limites, em outra pele, em outra vida, em outro tempo… Transmitindo em linhas, escreve com a ousadia de causar no leitor identidade, conexão e emoções diversas. Pinta sentimentos com a arte literária mais bonita, mais complexa, mais singela. “A poesia”. O escrever melódico, medido ou não, rimado ou não. Brinca com as palavras, o ritmo, as pausas, as pontuações. Se transmuta em diversas versões no texto. É a expressão da arte preto no branco, mas mais colorida aos olhos do coração: A dor; O amor; A paixão; A angústia; A ansiedade; A conexão; O ódio; O ócio; O desejo ardente; A traição… Entre tantas formas de emoção. O poema não é o poeta, mas é a versão do que ele traduziu dentro de si, mesmo sem jamais ter desfrutado de tudo o que está escrito ali. Ser poeta é ser artista! Mas sua arte não é o poeta. Sua arte é empatia. Sua arte é a tradução do que o outro sentiria ao ter, com o poema, profunda conexão. Ter expressos seus sentimentos, libertas suas emoções, ter seu coração aberto e desmembrado em poemas: a voz que ecoa das emoções. MarU *Dos antigos, mas um dos que mais gosto de ter escrito.
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@JuNaiane há 1 ano
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#desafio 39/365 O céu está azul outra vez E com ele os intensos raios de sol Penetram minha pele Me enchem de alegria Me renovam, me contagiam Ou talvez seja esse seu sorriso Ao acordar comigo Que eleva meu ânimo Ilumina até o âmago Do meu ser. Jusley Naiane
@MarU · há 1 ano
Primoroso, divino… 🤌👏❤️❤️❤️ Mais um dos seus poemas lindos
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@literunico há 1 ano
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#Dia 265 Altivez Ela ergue o olhar sem receio, Gestos firmes, alma inteira. Altivez não cede ao anseio, Mas se move como bandeira. No semblante, a postura do certo, No peito, o pulso sem pressa. Altivez como um sopro desperto, Que nunca, ao sono, tropeça. Onde o mundo curva ao agrado, Ela se ergue sem fingir. Altivez não teme o fardo, Pois é forja do existir. Não é orgulho vazio, Nem sede de soberania. Altivez é o brado frio, De quem não se dobra ao dia. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 39- Fale sobre um livro que a narrativa é mais demorada, chegando a ser cansativa. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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https://chatgpt.com/share/67a74624-7840-8011-aa5c-266d1505fbc6 Vou testar pela primeira vez compartilhar uma conversa minha com o ChatGPT. Vejam o que acham disso, inclui muito do pensamento que tenho pro Literunico.
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@literunico há 1 ano
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Minha proposta hoje é diferente! Vamos dissecar verso por verso dessa música nos comentários? 1965 (Duas tribos) Legião Urbana ‧ 1989 Vou passar, quero ver Volta aqui, vem você Como foi? Nem sentiu Se era falso ou fevereiro Temos paz, temos tempo Chegou a hora, e agora é aqui Cortaram meus braços Cortaram minhas mãos Cortaram minhas pernas Num dia de verão Num dia de verão Num dia de verão Podia ser meu pai Podia ser meu irmão Não se esqueça, temos sorte E agora é aqui Quando querem transformar Dignidade em doença Quando querem transformar Inteligência em traição Quando querem transformar Estupidez em recompensa Quando querem transformar E esperar sem maldição É o bem contra o mal E você de que lado está? Estou do lado do bem E você de que lado está? Estou do lado do bem Com a luz e com os anjos Mataram um menino Tinha arma de verdade Tinha arma nenhuma Tinha arma de brinquedo Tenho Autorama Tenho Hanna-Barbera Tenho pera, uva e maçã Tenho Guanabara E modelos Revell O Brasil é o país do futuro O Brasil é o país do futuro O Brasil é o país do futuro O Brasil é o país Em toda e qualquer situação Eu quero tudo pra cima Pra cima Pra cima
@MarU · há 1 ano
“Vou passar, quero ver/ Volta aqui, vem você…” A ambiguidade do dilema, que por serem na mesma frase, pra mim, demonstram uma luta interna. Uma briga com sigo mesmo, como se fosse com um terceiro.
@sylvviarubra · há 1 ano
uma das músicas favoritas da banda! as referências à ditadura militar, para mim, são claras, não só pelo título, mas pelos versos "Cortaram meus braços..."
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝔽𝕆𝕋𝕆𝔾ℝ𝔸𝔽𝕀𝔸 Frase do dia: "A fotografia é a memória de todos nós." — Sebastião Salgado Datas comemorativas de hoje, 8 de fevereiro de 2025: Dia Internacional da Internet Segura Dia Internacional da Epilepsia Dia do Quadro do Magistério do Exército Dia da Ópera Aniversariantes: Júlio Verne (1828) Sebastião Salgado (1944) Marina Silva (1958) Jussara Freire (1956) Florinda Meza (1949)
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@berthamachadoo há 1 ano
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Cara, ter arrumado um emprego que fica a 30 minutos da minha casa e no contra-fluxo do pessoal que vai pro centro simplesmente parece um sonho. E o que é melhor? Lá tem café DE GRAÇA a hora que eu quiser, eu simplesmente estou NO CÉU. “Ain mas o cliente vai ligar pra xingar até sua mãe” Mas tem cafezinho de graça “Ain mas você vai ter que lidar com muito estresse” Mas vou ter tempo e dinheiro pra fazer minha terapia “Ain mas vai ter que ficar numa PA sabado e domingo” Mas estou em casa 30 minutos depois que deslogar OBRIGADA DEUS
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@berthamachadoo há 1 ano
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Bom dia pra quem é do dia Boa noite pra quem é da noite Bom sábado, meus amigos Literuniquers! Em março teremos lançamento EXCLUSIVO aqui pela Literúnico do nosso tão queridinho “Churrasco Grego”, e eu já aviso, se preparem pra passar raiva e odiar alguém fictício com todas as suas forças. Agora bora que eu vou trabalhar, beijokas a todos!!
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@brunosower há 1 ano
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Decisão Admirou pela primeira vez a perfeição de sua obra. As bochechas redondas, as pernas cheias de dobras, as mãos fortes e o olhar atento. Naquele dia decidiu: estava proibida de morrer, seria infinita. #microconto
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@tibianchini há 1 ano
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DESPEDIDA O texto mais importante que eu escrevi na vida foi o livro "O garoto que ninguém entendia". É um infanto juvenil que fala sobre bullying, e que irá sair (se Deus quiser e se eu criar vergonha na cara) pela editora RHJ, ainda esse ano. Ele não é nem de longe o meu melhor trabalho - pelo contrário; ele possui tantos problemas que acho que vou acabar tendo que reescrevê-lo. Ele foi escrito no começo dos anos 90, e tem muitas coisas que, naquela época, era mau gosto, mas hoje poderiam me levar preso por discriminacao., gordofobia, capacitismo, etc. Mas, então, por que eu tenho um especial apreço por esse livro? É uma longa história. O livro conta a história de uma turminha de 5ª série que, ao receber um aluno diferente, começa a tratá-lo como um bobalhão (essa é uma das palavras que vou ter que tirar). Ele não gosta de jogar bola, não faz bagunça na aula, não gosta de Rock n' Roll; então todos o tratam como um cara com problemas mentais (ops! Outra). Esse carinha existiu (e, pasmem, não era eu - eu era um dos que não o entendiam) e a turminha foi uma compilação de diversas pessoas que eu conheci no ginasial. Tinha a menina bonita, o cara amigão, a riquinha, o paquerador... Eu usei alguns dos meus melhores amigos na historia. E tinha uma menina por quem eu era apaixonado... Ela era linda, cabelos negros, olhos azuis claros, pele branquinha e delicada: a princesinha da turma. E eu? Bem, eu era o cabeludo e esquisito. O nerd. Ela nunca sequer olharia pra mim, mas, mesmo assim, eu a coloquei na minha história, quando escrevi o livro em 1993. Eu passei a vida com a esperança de virar "escritor" e fazer uma "carreira", mas nunca fui atrás de publicá-lo (em uma época pré-internet e pré-Amazon, isso era dificílimo). Então, em 2014, eu decidi que não ia mesmo ficar rico vendendo livros, e postei a história toda em um blog pessoal. E enviei o link, via Facebook, para o único amigo com o qual ainda tinha contato. Acontece que esse era justamente o amigo popular, e ainda tinha os contatos da maioria da turma. No dia seguinte, havia sido marcado em um post do Facebook que dizia: "Ei, pessoal, olha só a história que o Tiagão escreveu sobre a gente!" E, abaixo desse post, além de me marcar, ele marcou a turma toda... (Continua nos comentários... 🤷🏻‍♂️)
@JuNaiane · há 1 ano
Não está decepcionando ninguém, em cuidar da sua vida pessoal, Ti. Somos seus amigos e queremos muito que fique tudo bem. Amei ler a sua história ❤️
@MarU · há 1 ano
Uaaal! Tih, não é segredo que me tornei fã dos seus textos, e agora você integra meu Olimpo de escritores favoritos. Aliás, muitos dos meus “deuses” da literatura (principalmente, poética e independente) estão aqui, nesta plataforma. Mas a sua história… 🤌 Uaaaal… Que lindo! Conhecendo alguns dos seus textos, imagino que deve ser uma obra de qualidade indiscutível. As coisas mudaram no mundo hoje em dia, e é bom recordar ao leitor como era o mundo antes do ano 2000. 😅 Mas isso, não invalida a qualidade do enredo. E o desfecho do felizes para sempre com a Vanessa, isso é lindo demais. ❤️ Espero que vocês consigam se acertar, são fatos da vida. Também passo por coisas difíceis com meu marido e nos acertamos, dia após dia, tentando alinhar as pontinhas soltas. Pq a gente ama a pessoa com quem dividimos a vida e acreditamos ser recíproco, né?! 🥹🫂❤️ Já estou ansiosa pra lê-lo e torcendo pelo final feliz dos mocinhos. 🥰🙌❤️❤️❤️
@tibianchini · há 1 ano
Então, 22 anos depois, eu reencontrei minha turminha de 5ª série... E, no meio dessa turma, um nome me chamou a atenção: Vanessa Dall'Acqua. Ela. Como ela estaria? Certamente, havia casado; linda como era!... A gente criou um grupo no Whatts para combinar o encontro de todos. Descobri que ela era casada, tinha dois filhos, mas que estava em processo de separação. Ela continuava linda, e eu... Bem, eu ainda era o nerd esquisito - mas não iria deixar passar essa oportunidade novamente. O marido dela era bravo, ciumento, instrutor de academia e... Enorme. Mau presságio. Mas, ah! Quer saber? Problema dele. Ela estava se separando, eu não tinha nada com isso, e a paixão de menino voltou com tudo. Vocês não sabem, mas eu não sou um cara bonito. Eu tenho, no máximo, um certo charme por conta do meu senso de humor e da minha "inteligência", mas ninguém se atreveria a me chamar de "gato". Mas, para algumas pessoas, essas qualidades são marcantes... E era tudo o que eu tinha como trunfo, enfim. Ela se separou no Natal. Ficamos juntos no Carnaval. Nunca mais saí da vida dela. Isso faz quase 11 anos, e não lembro de ter sido tão feliz na minha vida. Cuidei dos meninos como se fossem meus, tentei dar o meu melhor, e - pasmem - até o fortão do ex-marido dela hoje é meu amigo. Tive uma família linda, que começou com uma história ainda mais linda... Mas ciclos se encerram, e temo que este possa estar no fim. E, não, o conto-de-fadas que deu origem a um casamento feliz não pode ser um fardo, que aprisione seus pares. Continuo amando a Vanessa. Com mais força do que imaginava ser possível. Não me imagino sem ela. Mas estou farto de fazê-la sofrer. E ela sofre muito, por cada coisinha que eu faço, por mais que eu me esforce para fazer tudo certo. Não é justo com ela, e nem comigo.
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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#ÉramosGigantes Eu continuaria a história da seguinte maneira: Os gigantes seriam uma raça pacífica e acolhedora, com uma tecnologia muito mais avançada que a nossa e receberiam os humanos de forma pacífica. Mas esse comportamento geraria desconfiança por boa parte dos humanos, que passariam a acreditar que os gigantes foram os responsáveis por gerar o buraco negro que destruiu a terra, eles então estudariam/roubariam a tecnologia dos gigantes e desenvolveriam robôs imensos para bater de frente com os gigantes (ao estilo círculo de fogo). Mas outra parte da humanidade acreditaria que de fato os gigantes são bons e os ajudariam a se defender dos humanos revoltosos, mas começariam a sentir que estão traindo a própria raça. Em paralelo a isso, humanos de cidades pró-gigantes começariam a desaparecer misteriosamente, e as pessoas começariam a se perguntar que talvez os anti-gigantes estivessem certos desde o início. No fim da história os gigantes podem ser realmente malévolos, ou talvez os anti-gigantes sejam os responsáveis pelos sequestros, botando a culpa nos gigantes e colocando todos contra eles, ou ainda pode haver uma terceira raça que tenha algum interesse no conflito entre humanos e gigantes. No caso dos gigantes serem do mal, pode ser que o planeta deles seja o gigante original que deu origem a todos os outros, portanto se trata de um planeta vivo, que precisa ser alimentado constantemente, por isso os gigantes trouxeram os humanos pro mundo deles. Mas esse é só um dos finais possíveis pra essa premissa que pode ser muito bem utilizada! Mas enfim, seria assim que eu continuaria! #desafio do final de semana
@literunico · há 1 ano
Ficou ótimo! 👏🏼👏🏼👏🏼
@MarU · há 1 ano
Adorei, 😲 Já fico pensando em todo desenrolar do enredo.. Sensacional! 😗🤌🙌
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@literunico há 1 ano
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A gente sexta de quinta! A gente fica sem sextar... Bate aquela saudade sem fim E estamos sextando de novo O tempo todo! A gente também sexta No pensar Sexta no se importar Sexta no validar Sexta no sentimento Sexta no compartilhamento Sexta no prazer De poder De ser De transcender E se envolver Por todos os poros O sextar explode De dentro Pra fora E de fora Pra dentro... Eder B. Jr. #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
@MarU · há 1 ano
Heee sexta, o importante é sextar. Não importa quando. 😅👏👏👏🤌 Adorei! *corrigido tardiamente 🫠
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@edsonbas há 1 ano
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Na infância de muitos de nós, o vermelhão era presença garantida na varanda e às vezes até no chão de dentro da casa de uma avó, tia ou conhecida das nossas mães. Era a cerâmica do pobre. Era o que dava para ter. Às vezes, as casas também tinham pisos de caquinhos na cozinha, área ou nos dois ou três degraus que levavam de um desses locais até o outro. O filtro de barro também sempre estava num cantinho da cozinha ou "lá fora". Em tudo predominava a cor vermelha, inclusive nas listras do filtro. Não sei o motivo, mas me recordo bem que era assim, até os estofados tinham essa cor. A sala da casa das nossas avós sempre tinha uma estante com uma televisão, uma bíblia, uma santinha e umas peças de louça, na parede, um ou mais quadros: de um circo, um palhaço, Jesus, Maria e fotos do seu casamento com vovô. Um grande relógio de pêndulo que quase matava a gente de susto quando fazia aquele barulhão de hora em hora também não podia faltar, assim como aquela cadeira de balanço de assento e encosto em vime. Algumas avós gostavam de tomar café com aquele pão de sal fresquinho que acabou de sair na padaria e depois juntar os farelos com a faca de serrinha até formar um montinho, outras gostavam de ficar coçando a cabeça com o dedo médio enquanto mordiscavam o lábio e tinham aquelas que entrelaçavam os dedos das mãos e ficavam girando os dedões, um sobre o outro, para a frente e depois para trás. Era comum as famílias serem bem grandes, as avós tinham muitos filhos e o dobro ou o triplo de netos. A criançada se reunia naquela casa lotada de gente e começava a correr, brincar, brigar, fazer as pazes, cair, se machucar e deixar a avó maluca. Em toda casa de vó era assim e, apesar de às vezes não demonstrarem, elas adoravam essa bagunça, afinal de contas, éramos todos delas. Filhos e netos delas. Pertencíamos a elas. Agora elas é que são nossas. Dentro de nossas cabeças, elas pertencem às nossas memórias.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 38 *Só pra mim* Muito do que tenho, Guardo aqui dentro, Só pra mim. Às vezes lembro… Suspiro… Sorrio… Seguro o ímpeto de Dizer um: — Olá! Só pra ver se você também estava ali… Sentindo… Em silêncio… Omitindo o sentimento escondido, trancado dentro, só pra si. Transmutando o sentimento que nasceu sem pedir. “Hoje, pensei em você!” MarU
@literunico · há 1 ano
Os poemas recuperados!
@Albertobusquets · há 1 ano
Essa doçura e delicadeza... Lindo, amiga! 🥹👏🏻
@JuNaiane · há 1 ano
Uau, me identifiquei 🥹❤️
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