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@autorpedrobarretho há 1 ano
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BUG DO MILÊNIO Estamos todos nós jovens esperando a vinda do novo milênio e século. Era 31 de dezembro de 1999. O bug do milênio era um medo real, mas para nós isso passava somente de uma lenda urbana. Estávamos bem felizes, bebendo e dançado quando alguém grita que uma guerra mundial começou. Nos Estados Unidos, como sua capital é duas horas adiantados do fuso horário brasileiro já deu meia noite e o bug do milênio começou, acionando os misseis balísticos intercontinentais contra a Rússia. A Rússia já começou a responder com outros mísseis em direção ao EUA. Acordo suando desse pesadelo e fico pensando. "Se tivesse isso mesmo acontecido". Como seria o nosso mundo agora? Pedro Barretho
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 44- Fale sobre um bom livro policial. "Memento Mori", da @berthamachadoo, é um ótimo livro policial nacional que li ano passado. Conta a história da investigadora Tatiana, que está atrás de um assassino quando descobre que já está na mira dele. Aí vira uma corrida contra o tempo, um jogo de gato e rato. No mesmo universo, tem o conto "Dezenove facadas", que também recomendo. #Link365TemasLivros
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 43: PROCURANDO LEITORES BETA! Conforme o projeto segue com Muito Sangue e Pouco Alho, que teve o enredo dos próximos capítulos decidido hoje, quero também focar no outro projeto que quero tirar da gaveta esse ano: Sem Gelo, Por Favor. Então estou procurando leitores para betar os primeiros capítulos desse projeto e me dar suas opiniões. Caso queria saber mais sobre a história, eu já postei por aqui. E aí, topa?
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@edsonbas há 1 ano
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Uma mão áspera e meio pegajosa me puxou pelo braço. Olhei para ela e vi que estava muito suja e era cheia de anéis. O pulso carregava várias pulseiras e fitinhas. Escutei um daqueles estalos que a pessoa faz com a língua enquanto tenta tirar algo que ficou agarrado entre os dentes. Fui levantando a cabeça até conseguir ver aquele rosto com uma maquiagem muito pesada que dividia espaço com a sujeira, uma mistura de poeira e suor, que ficava agarrada nas rugas das bochechas, principalmente naquele bigode chinês. Do meio daqueles lábios cobertos por uma camada exageradamente espessa de batom vermelho, mesma cor do lenço que ornava a cabeça, reluziam dentes dourados que se intercalavam com outros que um dia talvez já tenham sido brancos. Uma língua extremamente grande se esfrega no canino superior direito, que era de ouro, e retorna para dentro daquele Mar Vermelho, que se abre emitindo uma voz bem rouca: "- Tenho uma coisa muito importante para te contar sobre o seu futuro". Antes que eu conseguisse dizer que não gostaria de saber sobre o meu futuro, uma de suas mão já estava segurando uma das minhas, enquanto o indicador de sua outra mão, com um esmalte já descascando e também vermelho, percorria a palma da minha. Disse que podia ver fortuna, mas que a morte rondava. Naquele momento, um dedo imundo me tocando me preocupava mais que a morte e não havia fortuna que pagasse a liberdade da minha mão. Dei um puxão com bastante força, me libertando daquelas garras longas e afiadas e saí andando. Apertei o passo para tomar o máximo de distância possível e não ser alcançado. Olhei para trás e vi que ela se distanciava, seguindo na mesma velocidade que eu, mas na direção oposta. Tive a impressão de que estava fugindo de mim. Pensei tê-la machucado ao puxar meu braço, mas a sensação de alívio falou mais alto que a minha empatia. Segui para casa. Logo que cheguei, fui direto para o banheiro, tinha que limpar toda aquela imundície que estava grudada no meu corpo. Tirei minha roupa, meu escapulário, mas, quando fui tirar meu anel de formatura, já não o tinha mais.
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@calorliterario_ há 1 ano
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Há uma tempestade, sempre há sem trovões que avisem sem relâmpagos que expliquem só um vento varrendo tudo tenta levar até a esperança, astuta. No peito é como se o ar tivesse desistido de mim talvez fosse melhor assim O tempo, esse traidor se arrasta lento faz de cada segundo um espinho. Eu me encolho tento caber no espaço mínimo onde a dor não me alcance mas ela sempre acha um jeito. Ainda assim, há algo que insiste, resiste, tenta. Uma fagulha tímida que não sabe ser chama mas também não sabe morrer. Talvez amanhã o vento mude Talvez amanhã eu consiga respirar direito. Ou não, todo dia espero esse amanhã que não chega. Só me resta esperançar, como diz um amigo.
@Albertobusquets · há 1 ano
🥹🥹🫂🫂🫂
@JuNaiane · há 1 ano
Esperancemos 🤍
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Viuvinha Autor: José de Alencar Lançamento: 1860 A Viuvinha conta a história de Jorge, um jovem rico e promissor, e Carolina, uma moça doce e apaixonada. Pouco antes de seu casamento, Jorge descobre que sua fortuna foi perdida devido a erros de seu falecido pai. Movido pela vergonha, ele decide tomar uma atitude drástica para não arruinar a vida de sua amada. A trama se desenrola com temas como amor, sacrifício, redenção e superação, característicos do romantismo de José de Alencar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Pata da Gazela Autor: José de Alencar Lançamento: 1870 A Pata da Gazela é um romance de José de Alencar inspirado no conto europeu Cinderela. A história gira em torno de um triângulo amoroso entre Horácio, Leopoldo e a bela Amélia. Horácio, um jovem fútil e vaidoso, se encanta por Amélia ao ver apenas o seu delicado pé, enquanto Leopoldo, mais sensível e romântico, se apaixona pela essência da moça. A narrativa contrapõe aparência e essência, explorando temas como vaidade, superficialidade e amor verdadeiro. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Alma do Lázaro Autor: José de Alencar Lançamento: 1873 "A Alma do Lázaro" é uma narrativa que integra a coletânea "Alfarrábios", de José de Alencar. A obra apresenta o diário de um leproso que, isolado da sociedade devido à sua condição, reflete sobre sua existência, dilemas morais e a dualidade entre corpo e alma. Através de suas anotações, o protagonista expressa suas angústias, questionamentos e busca por sentido em meio ao sofrimento e à exclusão social. A história oferece uma profunda análise da condição humana, destacando temas como isolamento, identidade e espiritualidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 44 - Do que não consigo escrever Olho para o cursor: ele tirita, lembrando-me de que um texto não aparecerá na tela se eu não dispuser meus dedos no teclado e os fizer trabalhar. Barney pula no meu colo; pelo menos meus gatos sabem que não suporto solidão. Dou reload na página: a internet ainda não voltou. Não podia ser diferente, o dia passou como animação dos anos 30, como se estivéssemos desenhados em folhas e alguém as dedilhasse. Tanto faz: estamos separados ao final. Ontem, ela me perguntou o que eu sentia. Ela sempre precisa etiquetar, enumerar, pesar, medir e, o que mais me atormenta, nomear. Em busca do que dizer, olho as pessoas ao redor: todas têm a mesma face. Depois julgo que as ver assim é egoísmo meu. Todas têm um cursor trêmulo à frente, à espera de que algo novo seja digitado; talvez só não o enxerguem. Ela chamou minha atenção e eu não tinha resposta. Talvez nunca tenha. Acho que sinto fome, eu tentei dizer. Igual à do cursor: não me interessa quantas páginas já foram escritas, tremulo. E, tremendo, expando o que percebo. Curvo o mundo à minha palavra, me iludo. Egoísta é você, penso, como se ela me tivesse chamado de. Mas não falo, por lembrar que essa foi minha, e só minha, conclusão. Você deveria ter as palavras certas; ela não me diz, mas certamente é o que pensa. Eu nunca tenho palavras, na verdade. São elas que me têm.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 44 *São Paulo* Aqui, a noite é barulhenta. Não há descanso nas ruas, O trânsito ferve, Mesmo, sob a luz da lua. O céu escuro, aqui é claro. São tantas luzes na cidade Para deixá-lo iluminado! Não hão estrelas, que sejam Possíveis, serem vistas. E se pudessem? Os prédios cobririam a vista. O ar pesado não me preenche. Só quero que acabe, Essa dispneia displicente. Estresse… Ansiedade… Depressão… Insônia… A causa exata? Não se sabe. Sou testemunha. Aguentaremos, enquanto pudermos Tanto a falta, quando o excesso Das luzes nessa cidade/inferno. Com o coração repleto De amor e esperanças Concretos. MarU
@CrisRibeiro · há 1 ano
Amei! Beleza no concreto.🌹❤️
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@autorpedrobarretho há 1 ano
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O Que Faz um Acidente Acontecer? Você já parou para pensar nos fatores que podem levar a um acidente? Em "Uma Análise Sociológica do Acidente", exploramos as raízes sociais, psicológicas e econômicas que contribuem para esses eventos. Quais fatores você acredita que têm o maior impacto? Vamos debater! #Sociologia #Acidente #Psicologia #Segurança #Discussão
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@eduliguori há 1 ano
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Sentado em uma pedra ele mal pode ouvir o som da rebentação está em outro plano a espera do amanhã contou todas suas histórias mostrou todos os caminhos na hora da verdade uma pausa o julgamento e as escolhas olha para o infinito tenta ver-se junto dela sorri por dentro mas tem medo o mar tem truques que mesmo os mais experientes desconhecem nunca se sabe o que virá essa é a mágica do horizonte mas ali sentado a espera do amanhã aguarda o brilho do sol a brisa que refresca a cor dos olhos dela o marfim dos dentes brancos a maciez de sua boca um beijo e paz Edu Liguori
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Cortiço Autor: Aluísio Azevedo Lançamento: 1890 Nº Páginas: 233 A obra-prima de Aluísio Azevedo, O Cortiço, é a principal referência da estética realista-naturalista na literatura brasileira. Ambição e exploração se misturam nessa envolvente e sombria história de uma habitação coletiva da capital do Segundo império. De um lado, a burguesia gananciosa e interesseira, disposta a tudo para enriquecer e subir na vida. De outro, personagens estereotipados, cheios de vícios e patologias, comparados a animais e movidos pelo instinto e pela fome. Todas as existências entrelaçadas e cruzadas em torno do cortiço de São Romão. Pela espetacular representação da vida cotidiana da cidade do Rio de Janeiro, esboçada com um colorido e com uma objetividade quase fotográficos, esta obra continua como um dos mais poderosos retratos da realidade brasileira. Um clássico da literatura nacional que, passados mais de um século de sua publicação, ainda tem o poder de emocionar e inquietar. Esta edição traz o prefácio de Maurício Silva, professor e pesquisador, com vários livros e artigos publicados no Brasil e no exterior. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Os Sertões Autor: Euclides da Cunha Lançamento: 1902 Nº Páginas: 470 “Os Sertões”, a obra monumental de Euclides da Cunha, mergulha na complexa realidade do sertão nordestino do Brasil e na Guerra de Canudos. Esta análise sociológica e histórica extraordinária é um marco na literatura brasileira e oferece uma profunda compreensão das tensões culturais, sociais e políticas da época. Ao explorar os aspectos geográficos e culturais do sertão, Euclides da Cunha revela uma narrativa vívida e cativante que ecoa através dos séculos. Em “Os Sertões”, da Cunha aborda o conflito de Canudos de Antônio Conselheiro, fornecendo uma análise perspicaz das causas e consequências dessa sangrenta revolta. Sua escrita poderosa e imersiva transporta os leitores para o coração do sertão, revelando não apenas a luta armada, mas também as complexidades da cultura sertaneja. Esta obra-prima literária e histórica continua a ser um recurso essencial para aqueles que desejam compreender as raízes profundas da sociedade brasileira. Junte-se a nós nesta exploração de “Os Sertões” de Euclides da Cunha, onde desvendamos os aspectos essenciais desta obra, desde a riqueza de detalhes históricos até a análise perspicaz da condição humana no sertão. Convidamos você a descobrir por que este livro é fundamental para qualquer amante da literatura e da história brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Il Principe Título Nacional: O Príncipe Autor: Nicolau Maquiavel Lançamento: 1532 Nº Páginas: 170 Escrito durante o Renascimento, este livro oferece insights atemporais sobre governança e estratégia política. Maquiavel mergulha na natureza da autoridade e aconselha líderes sobre como manter e consolidar seu domínio, revelando táticas astutas e realistas que continuam a ressoar na política contemporânea. “O Príncipe” é uma obra essencial para qualquer estudante de política, história ou liderança. Com uma linguagem direta e análises profundas, Maquiavel explora questões fundamentais de ética e pragmatismo no exercício do poder. Esta obra clássica desafia as convenções e oferece perspectivas perspicazes sobre o mundo do governo, tornando-se um guia atemporal para aqueles que buscam entender os meandros do poder e da tomada de decisões políticas. Examine as ideias revolucionárias de Maquiavel sobre política e liderança, e entenda a sua relevância contínua e a influência que “O Príncipe” exerceu ao longo dos séculos. Explore as estratégias políticas atemporais e os dilemas éticos que Maquiavel apresenta e compreenda por que este livro continua a ser uma leitura obrigatória para estudiosos e líderes em todo o mundo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Uma Viagem Ao Céu Autor: Leandro Gomes de Barros Lançamento: 1914 Nº Páginas: 15 “Uma Viagem ao Céu”, o encantador cordel de Leandro Gomes de Barros, leva os leitores em uma jornada celestial repleta de poesia e imaginação. Neste cordel clássico, o autor nordestino habilmente narra a aventura de personagens em uma incrível viagem ao céu, proporcionando uma visão única e lúdica do universo celeste. Com sua narrativa rimada e ritmo cativante, Leandro Gomes de Barros transforma a experiência de leitura em uma verdadeira celebração da cultura nordestina. Ao longo dos versos, o cordelista tece um tapete de palavras que ilustra não apenas a jornada física dos personagens, mas também suas reflexões sobre a vida e o divino. Com uma mistura de humor, fé e um toque regional autêntico, “Uma Viagem ao Céu” destaca-se como uma expressão única da riqueza da tradição literária nordestina. A NeoBooks convida os leitores a explorarem este tesouro literário, mergulhando na prosa encantadora de Leandro Gomes de Barros e embarcando em uma viagem celestial através das palavras. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Antônio Silvino: O Rei dos Cangaceiros Autor: Leandro Gomes de Barros Lançamento: 1927 Nº Páginas: 24 “Antônio Silvino: O Rei dos Cangaceiros”, um vibrante cordel de Leandro Gomes de Barros, transporta os leitores para os sertões nordestinos do Brasil, narrando a vida intrigante e os feitos lendários de Antônio Silvino. Este icônico cangaceiro ganha vida através dos versos habilmente entrelaçados, revelando suas proezas, sua busca pelo saque e o impacto duradouro que deixou na cultura popular. Leandro Gomes de Barros, renomado cordelista, tece uma narrativa empolgante que resgata a história e o folclore do cangaço, oferecendo aos leitores uma viagem única pelo universo do banditismo rural. A poesia de Leandro Gomes de Barros captura a essência do sertão e a figura complexa do “Rei dos Cangaceiros”, precursor de Lampião. Os versos rimados e ritmados proporcionam uma experiência imersiva, destacando os conflitos, as perseguições e os aspectos heróicos e trágicos da vida desse personagem lendário. A NeoBooks convida os amantes da literatura de cordel a explorarem as páginas de “Antônio Silvino: O Rei dos Cangaceiros”, mergulhando na rica tradição do cangaço e na maestria poética de Leandro Gomes de Barros. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Os Lusíadas Título Nacional: Os Lusíadas Autor: Luís Vaz de Camões Lançamento: 1572 Nº Páginas: 445 “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, é uma das obras mais importantes da literatura portuguesa e um épico que celebra os feitos heroicos dos navegadores portugueses. Publicado pela primeira vez em 1572, este poema épico é composto por dez cantos, narrando a viagem de Vasco da Gama à Índia e exaltando a coragem, a determinação e o espírito de aventura dos portugueses. Através de uma linguagem rica e sofisticada, Camões tece uma narrativa que mescla história, mitologia e um profundo amor pela pátria. No início de “Os Lusíadas”, Camões invoca as musas e apresenta os protagonistas da epopeia, destacando a figura de Vasco da Gama. A obra segue então para a descrição detalhada da viagem épica à Índia, enfrentando tempestades, monstros marinhos e desafios impostos pelos deuses do Olimpo. Esta jornada é não apenas uma busca por novas terras, mas também um símbolo do desejo de expandir os horizontes e conhecer o desconhecido. A mistura de elementos históricos e mitológicos dá à obra um caráter único, tornando-a uma leitura fascinante e enriquecedora. Além da narrativa de aventura, “Os Lusíadas” é uma obra profundamente patriótica. Camões enaltece o espírito indomável dos portugueses e celebra suas conquistas marítimas, refletindo o orgulho nacional e a glória do império português. O poema também aborda temas universais como a bravura, a lealdade e a busca pela imortalidade através dos feitos heroicos. “Os Lusíadas” é uma leitura obrigatória para quem deseja compreender a alma portuguesa e a importância das descobertas marítimas na história mundial. Mergulhe nesta obra-prima da literatura e descubra a grandiosidade dos navegadores portugueses! #domíniopúblico #Clássicos
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Sigo Imaginando Imagino, imaginei! Mas sei que o monstro virá, seus feios dentes verei, um frio nome lhe dei, de realidade o chamei. Realidade inventada, terra dos homens sem alma, reis desse cinza que mata nossas viagens incertas e nossas ideias achadas nos devaneios perdidos da madrugada. Mais que peste pavorosa, feito o mar nos engole! Leva as ideias pra longe! Ergue o concreto das dores, prende as ideias da mente. Ó meu caro leitor, não fique preso ao útil, louve também o inútil, não deixe que o chato real mate sua alma brilhante! Imagino, imaginei e, para sempre, seguirei imaginando! Pois não há monstro no mundo que me impeça de seguir imaginando! #𝕀ℕ𝕊ℙ𝕀ℝ𝔸ÇÃ𝕆
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