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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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ROTINA O Relógio despertou, despertou-me num estrondo! Me acordou, me avisou, era hora do levanto! Eu levanto, escovo os dentes, lavo o rosto e lá vou eu! Vou correndo, vou entrando na rotina que Deus deu Se começa, se termina, se inicia ou se finda, já não vejo o início, já não sei quando termina! Sigo aqui lavando a louça, digitando no escritório, levantando o edifício, escrevendo sem ser lido Vou andando, vou correndo, vou parando e até tentando, ver se saio dessa roda, ver se escapo da ciranda! Se começa, se termina, se inicia ou se finda, já não vejo o início, já não sei quando termina! Eu só ando em linha curva, vou girando nesse circo, sempre vejo o mesmo show, e acabo entre os palhaços Vou tentando, vou tentando, não dá tempo, não dá tempo, já perdi o raciocínio, vou voltar pra minha Rotina Se começa, se termina, se inicia ou se finda, já não vejo o início, já não sei quando termina! (Esse eu escrevi como se fosse uma música, pensei até na melodia 😅 Enfim, espero que gostem!🥰❤️)
@JuNaiane · há 1 ano
Amei!
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@literunico há 1 ano
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#Dia 288 Sonolência Passos tão lentos, Vento morno, luz oblíqua. Sonolência dissolve momentos, Tinge o tempo de névoa líquida. Nos olhos, areia áspera, A mente vaga sem direção. Sonolência é suave, mas drástica Puxa a alma para a imersão. Onde a vigília clama forte, Ela sussurra, leva adiante. Sonolência antevê a morte, Como um convite ao distante. Não tem pressa, mas não espera, No limiar da inconsciência. Sonolência a cama tempera, Com o real e a inexistência. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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A decisão do governo, informada pelo VP Alckimin, me lembrou de uma leitura de bastante tempo: SILVA, Heloisa Machado. Da substituição de importações a substituição de exportações: a política de comércio exterior brasileira de 1945 a 1979 O governo sabe que não pode contar com o apoio do agro brasileiro, pelo menos aqueles grandes que mesmo diante de um plano safra robusto, ainda iriam preferir a exportação do que subsídio para o mercado interno. Infelizmente, muitas decisões empresariais, hoje, além de financeiras, também são políticas. Não haverá apoio a nenhuma medida do governo, mesmo que isso pudesse significar mais comida para a população. Logo, a saída da "substituição de exportações" é lógica e não é ninguém criando algo do nada. Enquanto o presidente dos EUA tenta tirar o foco para a falência de seu país, buscando conseguir aumentar "tributos internacionais" que na verdade vão apenas ou tirar dinheiro do próprio povo, o verdadeiro a arcar com o imposto, ou tirar deles o acesso à determinados recursos, certamente elevando a inflação, para não ser tão mal visto com taxação direta, o governo brasileiro vai retirar os impostos de alimentos, não para prejudicar empresas nacionais, que optaram por exportar, mas para atender o mercado interno, diminuído os preços. Os objetivos de cada postura política ficam muito claros.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 65 - Fale sobre um livro que algum personagem te lembre alguém próximo, que você conhece. Venâncio de Tudo é Rio, não é exatamente alguém, mas ao ler o livro Tudo é rio de Carla Madeira me fez lembrar bastante de vários tios meu e não gostei muito dessa lembrança não. Um dos motivos de não concordar com o final do livro, principalmente pelo fato de uma das minhas tias ter permanecido no casamento mesmo depois de tudo que ela passou.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 065 Viajar Para fora e dentro de mim um desassossego doce… Na bagagem, febre e delírio. A vida entrando sem portas, sem cadeados, sem avisos. Relógio? Só o tempo das marés. Esse tempo molhado, distraído que nem se importa em passar. Trafego de peito aberto, alma nua vielas de eternidades miúdas percorro com sede absurda uma fome cruel de viver até doer, até ser demais, até não sobrar nada. Cr💞s Carneiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Me leva? 🥹💞⛵☀️
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 65 *Almas que se chamam* Quando minha mão não toca a sua, É minha alma quem te toca. Não preciso ouvir Sua melodia a todo tempo, Pois sua voz me acompanha; Meu pensamento, mesmo em silêncio, Te nota. Meus olhos não te veem sempre aqui, Mas tenho um sexto sentido Que te sente. Minha pele desperta e aquece, Mesmo sem seu toque. E sinto o sabor do seu beijo, Seus lábios serenos, Seu desejo, que me queima, Consumindo todos os meus anseios. Meu coração dispara em sincronia Nestes doces devaneios. Talvez sejamos O encontro de outras vidas… Talvez apenas desejos, De duas almas que se querem unidas? E mesmo quando estamos distantes, Se amando, se chamam. Nosso querer nos faz libertos, Nos traz pra perto, Consolidados em desejos e sonhos. Predestinados A sempre encontrar os caminhos certos, Que nos levem de encontro um ao outro. Te amo! MarU
@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍🌹
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@rodrigosantos há 1 ano
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Joaquim nunca foi um homem bom. Desde jovem, aprendeu que o poder está nas mãos daqueles que o tomam à força. Vivia de trapaças, extorquia os pequenos agricultores da vila e caçava sem se preocupar com as regras da floresta. Não havia bicho, homem ou espírito que o impedisse de fazer o que quisesse. Ria dos velhos que murmuravam sobre luzes traiçoeiras e assombrações na mata. Para ele, tudo não passava de histórias para assustar crianças. Naquela noite, com a espingarda pendurada no ombro e um cigarro pendendo dos lábios, ele invadiu a mata em busca de uma presa valiosa. Os colonos falavam sobre uma onça que rondava a região e a pele dela valeria um bom dinheiro no mercado negro. Ele já podia imaginar as moedas pesadas em suas mãos, o olhar invejoso dos outros homens da vila e o quanto ele poderia aumentar suas terras e explorar ainda mais o lugarejo. O silêncio da mata à noite era interrompido apenas pelos passos pesados do jovem caçador. Joaquim caminhava atento, segurando firme sua espingarda e vasculhando cada canto da mata com seu olhar como um verdadeiro predador e nada tomaria dele sua presa. Foi então que a viu. No meio da clareira, banhada pela luz prateada da lua, estava uma mulher. Seus cabelos eram longos e negros como a noite, e sua pele brilhava com um tom dourado, como se fosse feita de brasas que ainda não se apagaram. Seus olhos ardiam como pequenas fogueiras, e quando ela sorriu, Joaquim sentiu o corpo inteiro formigar. — Perdido, forasteiro? — ela disse imponente. Ela estava coberta por uma túnica quase translúcida, que deixava entrever suas formas, um cheiro de madeira queimada e jasmim exalava dela. Ele umedeceu os lábios, os olhos percorrendo cada curva exposta sob a luz da lua. O calor do desejo preencheu seu peito com luxúria. Joaquim era um predador e ela, uma presa caída do céu. Para Joaquim, o olhar da mulher era um convite. Ele sorriu de lado, a mente já arquitetando o que faria com ela ali mesmo, no meio da mata escura. Ninguém para ouvi-la gritar, ninguém para se intrometer. Podia tomar o que quisesse, como sempre fez. — Quem é você? — ele perguntou com brutalidade. — Uma guardiã — ela respondeu, aproximando-se ainda mais. — Cuido da floresta... e daqueles que ousam desrespeitá-la. Ela levou a mão ao rosto de Joaquim com suavidade. Ele segurou o pulso dela, firme, sentindo a pele quente sob seus dedos, pronto para puxá-la contra si. Ela sorriu e então o calor aumentou e o caçador sentiu a visão embaçar, ao mesmo tempo em que a pele da mulher começou a brilhar mais intensamente, tornando-se incandescente. Ele tentou soltar o braço, mas não conseguiu. — O que é isso? — rosnou, tentando recuar. Os olhos dela brilharam em brasas incandescentes. Ela moveu o pescoço e seu tronco começou a se alongar enquanto seus membros iam se fundindo em algo escamoso e brilhante. Até se tornar uma cobra de fogo. Joaquim tentou lutar, mas a criatura enroscou-se ao redor de seu corpo, apertando-o como uma presa indefesa. Ele podia sentir o calor o consumindo por dentro. Sua carne queimava, mas não havia chamas visíveis. Apenas a dor avassaladora de ser consumido vivo pelo fogo de dentro para fora. Ele abriu a boca para gritar, mas só conseguiu soltar um último suspiro antes de tudo se tornar cinzas. Na manhã seguinte, quando outros caçadores da vila foram procurá-lo, encontraram apenas um círculo de terra queimada no meio da mata. E, à noite, uma nova luz dançava entre as árvores, como uma chama viva, esperando o próximo desavisado.
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@rodrigosantos há 1 ano
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O movimento rápido dos meus dedos extrai sons ritmados O toque e a pressão produzem palavras Já não sei o que é meu e o que é êxtase Ao fim da digitação, vejo na tela uma versão incompleta e não lapidada da minha alma
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@JuNaiane há 1 ano
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Algo ecoa Aqui dentro Algo pulsa Em meu peito. Cada batida Um lamento, Por não te ter aqui por perto. Mas ouço um ruído Um som, Que transforma em música Esse tom; Transformando o medo Em enredo E meu coração em bateria, Que palpita, dança, pula Explodindo de alegria. #desafio 65/365
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo!
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@eduliguori há 1 ano
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Estou desde aquele tempo como que sob uma infecção febril afetado pelo espectro de tua única existência não sou muito espiritual tampouco creio em milagres mas inegável estar capturado desde aquele tempo em que senti a respiração fui contaminado circunflexo de tanto conteúdo e aparência envolto em afetos e carnaval sequestrado entre os pilares um poeta gentil desarmado desde aquele tempo Edu Liguori
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@rodrigosantos há 1 ano
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Eu odeio cortar cebolas Elas parecem inofensivas à primeira vista. Apenas camadas lisas e pálidas. Mas basta o primeiro corte para que algo invisível suba aos olhos. Ardem. Queimam. Ainda assim, não se pode parar. Há sempre um prato esperando, uma obrigação para ser cumprida. Ninguém pergunta se dói, ninguém se importa se os olhos marejam. Apenas esperam que continue, que siga firme, que corte cada pedaço sem hesitar. Dizem que há técnicas para evitar as lágrimas: mastigar pão, resfriar a lâmina, prender a respiração. Mas, no fim, nada impede a ardência. Apenas se aprende a piscar menos, a disfarçar melhor. "Não seja fresco. É só uma cebola." Claro. Sempre é "só" alguma coisa. Só um problema. Só um peso. Só um homem. Camada após camada, segue o corte. Raiva, frustração, medo. A cebola não liga. O mundo não liga. Só esperam que eu continue cortando, que eu termine o que comecei. E no fim, mesmo depois de picada, o cheiro fica nos dedos... Ah, eu odeio cortar cebolas.
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@rodrigosantos há 1 ano
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Jaci, a deusa-lua, navegava pelo céu em sua canoa de luz, espalhando seu brilho sobre as águas dos rios e lagos. Mas sua atenção sempre voltava para um único ponto na terra: as margens do grande rio, onde Abaeté, o jovem pescador de olhos profundos como o próprio céu, lançava sua rede sob o luar. No silêncio da noite, Jaci descia à terra para observá-lo, escondendo-se entre as sombras das árvores. O tempo passou, e seu amor por ele cresceu como a maré. Mas ela sabia que Abaeté era mortal e que, um dia, a correnteza do tempo o levaria para longe dela. Temendo perdê-lo, Jaci subiu até as alturas e suplicou a Tupã, o grande espírito dos céus: — Pai de tudo o que existe, eu o imploro, conceda a Abaeté a imortalidade! Deixe-o viver ao meu lado para sempre! Tupã olhou para a deusa de cabelos prateados e sorriu com mistério. — Teu desejo será atendido, Jaci. Abaeté viverá para sempre. Radiante, Jaci retornou à terra, ansiosa para encontrar seu amado. Mas, ao chegar à beira do rio, seu coração se despedaçou. Abaeté estava ali, transformado em uma imponente serra. Tupã havia concedido sua imortalidade… através do sono eterno. Jaci chorou, chamou seu nome, tentou despertá-lo, mas nada podia quebrar o encanto. Seu amor viveria para sempre, mas sem que ele jamais pudesse vê-la novamente. Desde então, todas as noites, Jaci desce até a terra e acaricia o rosto adormecido de Abaeté, sussurrando palavras de amor que ele nunca ouvirá. Sua tristeza cresce e se espalha pelo céu, e sua luz começa a se apagar. Assim, a cada mês, a lua murcha de dor, tornando-se pequena e frágil, até minguar e desaparecer completamente. Mas, como o amor de Jaci nunca morre, ela renasce, voltando a brilhar cheia de encanto, em um ciclo tão eterno quanto o amor dos amantes eternos separados pelo que não podem ser.
@JuNaiane · há 1 ano
Amei as lendas ❤️
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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A Mãe Natureza Eu vi, Eu vi a besta fera no horizonte Eu vi sua fúria guardada, seus olhos de sangue Eu vi que não era um demônio! Não, não era uma besta do livro sagrado! Era a mãe natureza, cheia de raiva, pelas chamas por nós espalhadas!Era a terra cansada, com irá plantada! Vingança era tudo que seu vento trazia, tragédia é tudo o que sua água levava, queda é tudo o que sua terra causava! Furações,terremotos, enchentes e tsunamis, chuvas fortes, frio extremo, de novo e de novo mais furiosa ela vem, mais razões lhe damos, e mais bons motivos ela têm! Idiotas, imprudentes, como fomos tão bestas? Nem mesmo os mais loucos testariam a fúria de uma besta! Que esperto fiquem os cristãos, pois é do céu que o fogo eterno virá, será o sol a nos queimar, antes mesmo do inferno nos pegar! Ouçam bem os poderosos, pois eu agora profetizo, se dá natureza duvidar, nada irá restar no mundo.
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@JuNaiane há 1 ano
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Deslizar as minhas mãos Pelos teus cabelos negros, Te percorrer até chegar Naquele ponto Onde meu destino encontro, Sorver o néctar do teu prazer E, me alimentar de você. "Amor não enche barriga" Pode até ser, Mas já me sinto preenchida De você. Jusley Naiane #desafio 64/365
Lindo poema amiga!👏🥰
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@JuNaiane há 1 ano
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Verso a vida em palavras, rimas Meu universo cria a alma replica Exprime, imprime letra por letra Tudo se une tudo se completa E assim vive o poeta, de alma desperta E a vida repleta de poesia concreta. Jusley Naiane #desafio 63/365
@CrisRibeiro · há 1 ano
A bela alma dela!
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@JuNaiane há 1 ano
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Me afundando no cansaço Perco o ritmo, Desacelero o passo. Minha música Perde o compasso Minha musa Cede um abraço Descanso o fardo No seu afago Recarrego as energias Esperança cheia em noites vazias. Jusley Naiane #desafio 62/365
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@tibianchini há 1 ano
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1986 ( @andreajguesse , seu poema me lembrou deste, que fiz há muito tempo... Obrigado pela lembrança e pela nostalgia, espero que goste) Hoje o sol brilhou mais forte; Olho a janela e lembro de uma manhã de 1986. O céu azul de 86, o domingo de férias, A manhã quente e sem barulhos de 1986. Parece que vou ligar minha TV na sala, Minha Telefunken de 14 polegadas, Para assistir à Fórmula 1 E ver o Piquet ganhar e o Senna chegar em terceiro. Depois vou subir no andar de cima do prédio, Comer a macarronada da vó e assistir ao Silvio Santos - Ela adorava o Silvio... E quem sabe, de noite, Tia Cida aluga um VHS pra gente ver, já que só ela tem videocassete. E, nesta manhã de 1986, Vou sentar à mesa e sujar a toalha azul Ao derramar guaraná Brahma sem querer... Mas mamãe não liga, porque sou criança ainda. E papai hoje está em casa, E vai sentar no sofá de vime comigo e me mostrar Aqueles livros todos que ficam no alto e não posso pegar sempre E me contar do Cometa Halley, que vai passar por aqui em breve. Descer na padaria da esquina e comprar um sorvete Yopa, Porque faz muito calor aqui em 1986, E jogar bola no estacionamento da frente, E jogar Atari até de madrugada. E o Sarney vai aparecer na TV, anunciando outro plano E depois mudar de novo o nome da moeda, Mas tudo bem, depois vou ver futebol, Com aquela seleção maravilhosa de 1986. E olhar na janela para ver o movimento, Meninas nas ruas com lenços no pescoço, E roupas coloridas, e calças largas Voais da moda de 1986. Mas a vida é de uma mão só: O Senna morreu, a Vó morreu, o Zico já não joga... E os lenços nas ruas, e as roupas coloridas Já nem lembram uma moda que não existe mais. Hoje o mundo é de barulho, é de internet, É de black blocks e não de Diretas já. É de carrões importados e coreanos E não dos Fuscas e Brasílias e Escorts de 86. Hoje as fotos não existem senão em pixels, Que só vemos em telas de cristal líquido: Onde foi parar aquele clicar e ficar na angústia, Esperando para revelar e ver se ficou bom? Onde foram as cores infinitas das fotografias, As cores bregas e berrantes das camisetas? Onde foram os encartes das revistas, os jornais impressos As paredes cor cáqui e as geladeiras vermelhas? Não foram; ficaram. Em 1986. Nunca saíram de lá; nós é que saímos, Para continuar a vida e a evolução das coisas, Nesta marcha sempre em frente de um trem chamado Tempo.
@CrisRibeiro · há 1 ano
Muito bom! 👏👏👏
@andreajguesse · há 1 ano
Fui tele transportada , a tv telefunken com amadeirado, e eu sendo o “controle remoto” da família. (Até desenhei isso uma vez!!! ) Em 86 era uma criança com pezinho na adolescência e tudo que você cita foi marcante na minha vida, obrigada pela ressurreição das minhas lembranças!
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@Albertobusquets há 1 ano
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Um dia a dor passa, o fôlego volta, a tormenta enfraquece. Um dia o amor vence, a ferida sara, a vida floresce. Um dia a frustração se frustra e o sentimento se solta. Um dia a esperança volta. Um dia ainda amanhece. Um dia... Alberto Busquets. #Desafio 065
@CrisRibeiro · há 1 ano
Um dia amanhecerá! E que dia será…💞
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