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@classicos há 11 meses
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Livro: Comes e Bebes Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Comes e Bebes" é um conto espirituoso em que Artur Azevedo ironiza os excessos e as vaidades das reuniões sociais. Com seu estilo leve e crítico, ele usa uma situação aparentemente trivial — um jantar — para revelar disputas de status, hipocrisias e comportamentos típicos da elite urbana da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Chico Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Chico" é um conto comovente em que Artur Azevedo dá voz às camadas mais humildes da sociedade. Com sensibilidade e empatia, o autor constrói a história de um personagem simples, revelando as injustiças e emoções do cotidiano com olhar humano e crítica social velada. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Cavação Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Cavação" é um conto satírico em que Artur Azevedo expõe, com seu humor característico, as artimanhas e bajulações usadas por quem busca favores e posições sociais. Através de diálogos ágeis e personagens caricatos, o autor faz uma crítica mordaz à hipocrisia e ao jogo de interesses presentes nos bastidores do poder. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Barca Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Barca" é um conto breve de atmosfera melancólica, no qual Artur Azevedo explora os encontros e desencontros humanos a partir de uma simples travessia. Com sensibilidade e ironia sutis, o autor transforma um episódio cotidiano em uma reflexão sobre o destino, os sentimentos e o que fica por dizer. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Banhos de Mar Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Banhos de Mar" é um conto leve e bem-humorado em que Artur Azevedo retrata os costumes da sociedade da época, especialmente os verões na cidade e a prática dos famosos "banhos de mar" como evento social. Com sua crítica sutil, o autor revela vaidades, modismos e relações entre as classes, mantendo o tom irônico e cativante que marca sua obra. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Assunto para um Conto Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Assunto para um Conto" é uma metanarrativa espirituosa na qual Artur Azevedo brinca com o próprio ofício de escritor. Ao narrar a busca por uma boa história, o autor mistura realidade e ficção com leveza e humor, revelando sua habilidade em transformar o cotidiano em literatura envolvente. #domíniopúblico #Clássicos
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@Albertobusquets há 11 meses
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Olhos abertos, corações engaiolados. Basta um beijo teu: escancara-se o céu para ver-nos em liberdade até de olhos fechados. Alberto Busquets. #Desafio 106
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@Albertobusquets há 11 meses
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Um dia desses o Sol nascerá somente para aquecer seu sorriso E a manhã iluminará somente os tons de sua beleza Um dia desses será tão claro somente para ressaltar sua pele E ao anoitecer o dia se eternizará no encontro dos nossos olhares e perdurará ao longo dos nossos beijos. Alberto Busquets. #Desafio 105
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 105 *Te des (Escrever)* Como escrever sem você, Se meu texto te chama, E a tinta da caneta se inflama, Querendo te descrever? Como será que vai ser, Sem a plenitude da palavra aberta, E escrever-te poemas ardentes, Sabendo que lembrarás nossas conversas? Como poderei não desviar a ponta dileta, Deslizando-a na curva do meu sorriso, Rasgando, propositalmente ao seu viso, a palavra incerta, Em alto tom de paixão que te dedico? Como me farei poeta, Sem aquele que me desperta a poesia? Deixarei de te escrever, serei de palavra vazia, Uma promessa, na imensidão, que jurei manter. Como honrarei minha palavra, Se, em plena consciência ativa, No papel, a palavra me escapa E se rasga, me abrindo pra você? Como resistir à tentação de te escrever, Se nos encontrarmos nas entrelinhas Dos meus poemas é o que nos dá prazer? Se sei que lê o que omito, De você não me escondo ou minto, Mas serei obrigada a esquecer. Como poderei… Mesmo sabendo Que você não mais me lê, Que já não lembra dos nossos planos… Quanto engano, entregar meu coração a você. MarU
@Albertobusquets · há 11 meses
❤️🥹👏🏻
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@eduliguori há 11 meses
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Não quero um átomo a mais do que eu mereço Se não sou digno, não venha Meu mundo é o planeta dos justos não há paz na terra da mentira escolho todos os dias a verdade crua, nua e simples Edu Liguori
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@literunico há 11 meses
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Hoje é o Dia Mundial da Voz. E, ironicamente, também é aniversário de Charlie Chaplin. Enquanto celebramos a importância da voz, essa ferramenta vital para a comunicação, para o afeto, para o trabalho e para a vida, lembramos que ela também precisa de cuidado, atenção e respeito. A voz é ponte, identidade, presença. É com ela que pedimos ajuda, expressamos dor, e também encantamos o mundo. Mas Chaplin nos mostrou outra faceta da expressão: aquela que fala com o corpo, com o olhar, com a alma. Ele, que nasceu no dia 16 de abril de 1889, provou que mesmo em silêncio é possível comover multidões, sem deixar de nos lembrar como a voz é importante,. A coincidência da data nos lembra que toda forma de expressão é valiosa, mas que a voz, quando bem cuidada, pode ser ainda mais poderosa do que imaginamos. Em todos os sentidos! Neste 16 de abril, cuidemos da voz. E celebremos quem nos ensina a ouvir o que não é dito.
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@literunico há 11 meses
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#Dia 308 Arrebatamento Chegou qual vendaval sem advertência, Trazendo o fôlego em contravenção. Desfez da calma, sua tênue resistência, E impôs-se ao pulso tal exaltação. O olhar perdeu-se em luz vertiginosa, A fala cedeu à combustão do afeto. Arrebatada a mente tumultuosa, Qual lâmina de ardor em peito aberto. Não fora amor, tampouco só delírio, Mas algo entre o excesso e o esplendor. Um êxtase que, sendo quase empírio, Roubou uma alma e a devolveu com cor. E ao fim, jazendo brando, exaurido Restou-lhe apenas sombras da dor. Eder B. Jr.
@MarU · há 11 meses
Ual! 🤌 Que poema, meus amigos… Ual! 👏👏👏❤️
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 105 Epitáfio do Amor que não Queimou Silêncio. O amor está sendo velado. Tenham respeito, era um nobre sentimento. Tão honrado, não ousou desejá-la como merecia. Tão terno, não a queimou como deveria. Tão respeitoso, não a tocou como carecia. Como verso vazio, matou a poesia. Afogou-se no mar da rotina. Ainda tentou se salvar, é verdade. Mas era tarde. Sem bote. Sem sorte. Sem tempo. Um último suspiro. A luz se apagou. O coração, não mais… Ore por sua alma. Mas, por favor, não sinta saudade. Ele já perecia. Que um sonho novo se faça das cinzas que espalho agora. O solo ainda pulsa, fértil, fecundo a toda afeição desse mundo. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 11 meses
Maravilhoso... 🥹💞👏🏻
@MarU · há 11 meses
Já tinha lido, mas a força dele é a mesma desde o primeiro impacto. Incrível, Cris! Arrasou. 👏👏👏🥹🫂❤️‍🩹🤌
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@literunico há 11 meses
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 105 - Fale sobre um livro que seja uma obra de arte completa. #Link365TemasLivros
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@literunico há 11 meses
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Hoje também celebramos o nascimento de Robert Walser (15 de abril de 1878), autor suíço cuja escrita singela, introspectiva e profundamente humana ainda ressoa com leitores em todo o mundo. Com obras como Jakob von Gunten, Walser mergulha nas contradições do eu, nas margens da liberdade, e nos gestos invisíveis da existência. Sua prosa, delicada como neve caindo, carrega uma beleza melancólica que dança entre o absurdo e o sublime — como se cada palavra fosse escrita andando, em silêncio, na beira de um mundo que só ele via. "A liberdade é fria e bela... nunca se apaixone por ela." Palavras que deslizam como gelo sob os pés — frágeis, fugidias, eternas.
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@rafaelaraujoescritor há 11 meses
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As palavras têm um poder tão avassalador que podem: Te fazer sorrir como quem recebe aquele abraço e o colo quente da mãe; ou chorar como quem abraça a própria ausência. Te ferir como lâminas invisíveis que cortam até a mais fina camada da alma; ou te curar como o bálsamo que alivia toda dor que te aflige. Despertar o amor como quem se apaixona à primeira vista; ou o ódio, que suga até o cerne da tua existência. Trazer a guerra como quem profere discursos infames e tortuosos; ou a paz, num simples pedido de perdão. Salvar uma vida que está pendurada por um fio de seda; ou condená-la, como quem é empurrado para o abismo sem fim. Te aprisionar como quem não quer que você enxergue com lucidez; ou te libertar, como a luz do farol que guia os navios em meio à escuridão e à neblina densa que engole a visão. © 2025 Rafael Araújo
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@edsonbas há 11 meses
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Entrei no ônibus, minha poltrona era a da janela, coloquei minha bagagem de mão no bagageiro que fica acima das nossas cabeças e sentei. Hoje em dia as janelas dos ônibus não abrem mais, a gente pode até viajar curtindo a paisagem, mas faz falta sentir os cheiros e ouvir os ruídos dos lugares por onde passamos e a sensação gostosa do vento refrescante batendo na cara, estamos presos numa caixa hermeticamente fechada, com um ar condicionado sempre mais frio do que o necessário e um silêncio absoluto. Uma senhora que aparentava ter acabado de entrar na terceira idade subiu os degraus, passou pela porta que levava da cabine do motorista ao interior do ônibus, olhou para o bilhete de passagem, depois para as plaquinhas que ficam no bagageiro indicando o número das poltronas, voltou a olhar para o bilhete, depois para mim, balançou a cabeça afirmativamente, me pediu licença e se sentou. Me desejou boa viagem e foi pegando seus fones de ouvido, respondi desejando o mesmo enquanto ela os colocava. O motorista passou pelo corredor conferindo se o número de passageiros à bordo batia com o número de bilhetes de passagem que foram entregues a ele, voltou, nos instruiu sobre o uso do cinto de segurança (que ninguém usa), falou das paradas que seriam feitas durante a viagem, nos desejou boa viagem, entrou na sua cabine, fechou a porta, deu a partida no ônibus e começou a nos conduzir ao nosso destino. Assim que pegamos a estrada, comecei a ouvir um barulho como se alguma pessoa estivesse tentando abrir uma embalagem, olhei para o lado, era a minha vizinha de poltrona tentando abrir uma bala, mas suas unhas excessivamente compridas a atrapalhavam nesta difícil tarefa, pois a bala era muito pequena diante daquelas enormes espadas vermelhas. Voltei a olhar para a estrada, mas continuava a ouvir aquele barulhinho, era uma situação um tanto quanto engraçada. Algum tempo se passou e finalmente o barulhinho cessou, pensei comigo mesmo: "Que luta, hein?! Como a busca pela 'beleza' é capaz de transformar uma tarefa tão simples literalmente em uma peleja". Foi então que a situação começou a perder a graça. De início era só mais um barulhinho como o da embalagem sendo aberta, só que este se parecia mais com o barulho de um botão daqueles que a gente fecha apertando, mas em meio a todo aquele silêncio o ruído foi se transformando em um estrondo, como se fosse um bate-estacas. Fiquei prestando atenção para ver se descobria de onde ele vinha. Era a bala que aquela senhora estava chupando, ela não a deixava quieta, fazia com que rodasse a boca toda e ficasse batendo nos seus dentes, eles eram as "estacas". É o tipo de coisa que normalmente a gente deixa para lá, nem presta atenção, mas no contexto em que eu estava não havia como não ouvir. Mesmo assim, deixei para lá, uma hora aquela bala iria acabar mesmo. Passados uns 10 minutos, o silêncio voltou a reinar. A bala acabou, eu sabia, e nem demorou muito. Não demorou muito também para eu começar a ouvir novamente o barulhinho da embalagem de mais uma bala sendo aberta. Mais 10 minutinhos daquele barulho chato da bala batendo nos dentes? Dá para aguentar, passa rápido, tiro de letra. Só que não foi bem assim, não passou tão rápido, pois agora o bate-estacas se intercalava com uma pistola de rebite. Cada vez que a bala era pressionada no céu da boca e chupada, a língua produzia um som como um tiro ao se desgrudar de lá, era o vácuo que se formava. Estes 10 minutos foram mais longos que os primeiros. Então, aquela mão com longas unhas vermelhas se enfiou na bolsa e sacou mais uma bala, depois outra, e mais outra. Acho que ela tinha um saco de balas lá dentro. Sempre que eu achava que estava acabando, ela abria outra e enfiava na boca, cada vez com mais destreza. Parecia que ela havia aprendido um macete para abrir as embalagens, as unhas não atrapalhavam mais. Aquilo estava virando uma tortura, mas eu não podia mudar de assento, muito menos sair do ônibus. Deu vontade de tomar o saco dela e jogar pela janela, mas os ônibus de hoje em dia não têm janela. Depois deu vontade de jogar aquela mulher pela janela, mas os ônibus de hoje em dia não têm janela. Deu até vontade de pular pela janela, mas os ônibus de hoje em dia não têm janela.
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@eliz_leao há 11 meses
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Calada, te dispo com o olhar. Minha imaginação voa, Semeia, regando essa carne, Antes tão árida, solitária, Agora, transformada em um lindo oásis. Tua pele de reentrâncias, Protuberâncias, Toma a minha, Fazendo nuances, De arrepios e calor. Quero, provar do teu doce salgado, Do teu gemido, gritado, Da tua ondulação em mim. Pisco, e meu prazer te molha, Tornando o teu, O gozo que reflete o meu. Eliz Leão
@literunico · há 11 meses
E nem é sexta ainda! 👀
@CrisRibeiro · há 11 meses
Olha elaaaaaaa!!!!🔥🔥🔥
@MarU · há 11 meses
Tem um sexxxtou na minha terça… ❤️‍🔥🌚
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@inifada152 há 11 meses
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Diario de uma ilustradora saindo da frustração: Alguém já chorou, se emocionou quando terminou um desenho? Essa eu fiquei alguns segundos a encarando sem acreditar no que estava a observar. Arrancando-me o fôlego ao contemplar as técnicas que estavam me fazendo querendo desistir de pintar porque não estava conseguindo acertar uma técnica e agora vem esse resultado incrível. Sei que à melhoras, mas por enquanto vou chorar a contemplar Só tenho agradecer Deus, porque esse dom é todo seu e o Senhor sabe que estarei sempre à seu serviço
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 104 *(des)Encontro* Parei um momento Para pensar: Em como será Que será? Mergulhará No verde dos meus olhos, Cara a cara, Profundamente. Adentrará em mim, Tomado de memórias, Reviverá nossas histórias Novamente, Tudo numa fração De segundos. Tentará discretamente Desviar o olhar, Mas, de súbito, Um abraço virá, E meu perfume Impregnará Em sua mente. Sentirá minhas nuances De suor Levemente, E, tão rápido Quanto o momento Chegou, Ao mesmo tempo Me vou. E, com um sorriso, De cumplicidade, Como quem sabe O que ninguém Além de nós Mais sabe, Deixarei apenas O som Da minha voz educada: “— Foi bom, Enfim, Te conhecer!” E, com um aceno, De rosto baixo E sorriso largo, Te deixo ali parado, Entre imagens Do meu corpo, no passado E as peças que faltavam, Tudo perfeitamente Alinhado, Confuso… No fundo, Premeditado. E não vais Me esquecer, Jamais. Vai desejar Ter vivido Muito mais Do que pôde Acontecer. Mas agora O tempo já foi Cumprido E, como a voz Que se despede E vai sumindo, Vais assumindo Sua sentença: Hás de me amar Mais do que pensa. Assim como eu, Acanhada, Discretamente Me vou, Sem saber Se suportarei Lhe esconder Este meu amor. MarU
@eliz_leao · há 11 meses
Oinn🩷🥹
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