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@MarU há 9 meses
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#Desafio 149 *Amante do vento* Às vezes, converso com o vento, e num sopro ele me fala: — Já fazia muito tempo que você não me encontrava. E num gesto de carinho supremo, com amor acaricia meus cabelos… alisa meu rosto, eriça meus pelos, arrepia meu corpo, assanha minha saia… E me abraça com fulgor de rajadas. Me deixa sem jeito e desajeitada, Mas eu adoro ficar toda arrepiada! Confesso ao vento que o amo, e ele responde, me espiralando, que em mim sempre pensava, e sentiu muito minha falta… por me amar também assim. Sabia que um dia pra ele eu voltava. Eu amo o vento! MarU
@tibianchini · há 9 meses
Belíssimo simbolismo! Leve, cantabile... Parabéns! 😊
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@fksilvain há 9 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/113' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A festa e o filme" completo</a></p></div>
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@priscilamoreira há 9 meses
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Harmonia Aprecio o leve e o profundo, o silêncio sereno que abriga uma vertigem de sentimentos. Rasgo sorrisos despreocupados e coleciono confidências tuas: as histórias que brilham e as que pesam. Sou porto, sou abrigo, mas também anseio teu colo nos dias de tempestade interna. Celebro o sol em sua exuberância, mas me encanto com o frio quando teu calor me veste e minha presença te abriga como um gesto invisível de cuidado. Brindamos em mesas elegantes, mas também dividimos risos no asfalto quente e improvisado de uma esquina qualquer. Há beleza na harmonia silenciosa das contradições, e tudo encontra sua justa medida quando habitamos o instante com a companhia certa.
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@jjr há 9 meses
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Do amor Está coisa que abrasa Fundo No coração e na mente Te trazer para mim Em mente e pensamentos Transmitir Sei que Você sente Somos iguais no prazer Inconsequentes A todo custo Loucos por Tesão Uma paixão infinita Fogo Ardente. ~*~ JJr.
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@tibianchini há 9 meses
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Reflexão sobre a vida feita numa madrugada qualquer (Poemas Antigos 012) É um poema com estrutura de soneto, rasgado ao meio por devaneios e explicações. Tudo devidamente rimado, apesar da fluidez da estrofe que se enfiou ali, no meio... Desejais que todos os homens fossem irmãos, E que a paz fosse possível? Desejais Que não mais houvessem mortes pelas mãos, E que, enfim, todos nós fôssemos iguais? Desejais que as Guerras fossem pela Paz, Pela conversão das meretrizes, dos Pagãos; Que fôssemos livres, felizes, Cristãos? Desejais muito; desejais demais. . A vida não nos dá a chance, por menor que possamos ser, . De entrar e invadir os seus domínios, É ela quem . Nos guia; e não adianta nem pensar em querer . Digladiar contra o que nos é mais forte: Estamos sem . chance alguma - mal nos sustentamos sobre os pés. . Quem sois Vós, para achar-vos mais importante . Que a própria vida, que nos sopra? Quem sois? Quem És? . Sois por ventura Deus? Nada sois; sois da vida um breve infante. Desejais o que não vos é permitido sonhar: Eis vosso ignominioso pecado. Desejais tudo, quando apenas deveriam desejar Viver, sem almejar ser salvo ou condenado: Nada tendes a fazer, a não ser esperar E viver, ao vosso jeito, seja ele certo ou errado.
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@novidadesliterunico há 9 meses
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Homenagem a Adolfo Caminha (1867-1897) Adolfo Caminha foi um escritor brasileiro do final do século XIX, conhecido por sua atuação na estética naturalista. Sua obra se destacou por abordar temas ousados para a época, como a homossexualidade, o racismo, e a crítica social, o que o colocou entre os autores mais polêmicos do Naturalismo brasileiro. Adolfo Caminha: um polígrafo na literatura brasileira do século XIX (1885-1897): <a href="https://www.literunico.com.br/books/751">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@luscaluiz há 9 meses
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Depois de quase quinze anos postando versos pela internet — a maioria não tão bons, claro —, tive uma sensação crescente: o único lugar realmente palpável para os poemas são os livros. Por mais que existam sites específicos de literatura, blogs e redes sociais, nada disso consegue abarcar a experiência completa da leitura de uma boa poesia. Há sempre um buraco aberto, causado pela própria dinâmica do meio, essa necessidade constante de sobreposição, essa sanha sedenta por novidade. Se o poema é aquilo que permanece, então essa parece uma conclusão inevitável.
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@cynthiabrum há 9 meses
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Seus olhos encontram os meus E por um breve instante, o mundo para Eu queria ter coragem de tocar seu rosto Com a delicadeza de quem segura um tesouro Imagino o calor da sua pele sob minhas mãos, Os traços de seu rosto se tornando meu caminho A curva de sua boca, um destino proibido Onde desejo e medo se encontram Tomaria suas bochechas em beijos suaves Um toque leve, quase como uma brisa Deslizaria meus lábios até o seu nariz Um gesto inocente, mas carregado de intenções E então, sua boca - o centro do meu universo Um calor que me consome e me alimenta Onde meu coração bate mais forte O beijo que imagino é doce e demorado Como se o tempo insistisse em prolongar o momento Cada segundo dolorosamente alongado Para perpetuar na alma o sabor da sua presença Mas tudo é apenas um sonho Um fragmento de coragem e fantasia, Guardado entre as linhas do que nunca foi dito mas sempre foi sentido E ainda que fique só na imaginação É nele que encontro a intensidade de te querer Te sentir próximo, mesmo que a distância nos separe
@tibianchini · há 9 meses
Lindo... Estou adorando cada um dos seus poemas...
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@edsonbas há 9 meses
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Pétala (Nanoconto) Ela tocou meu rosto muito suavemente e ficou presa na minha barba grisalha por fazer. Veio flutuando com o vento, leve, aveludada e de um tom entre o rosa e o vermelho. Beijou minha bochecha como uma boca que ficou no passado costumava fazer.
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@eliz_leao há 9 meses
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Olhos que vêem, Do que o tempo apagou. Que relembram imagens, Da vida que levou. Dos filhos que viu crescer, E dos que a morte, Tão cedo podou. De tudo que plantou, Colheu e chorou. As lágrimas mais tristes, Que a face enrugada marcou. Olhos hazel, Que mudaram Conforme os sentimentos. Cinza, verde, mel. Carregam o peso da perda, Se alegram com seus descentes. O riso das netas, netos e bisnetas. O dinheirinho sempre escondido, passando de mão em mão. Presente aniversário, Transformando papel em coração. Eliz Leão
@MarU · há 9 meses
🥹❤️🫂
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@eduliguori há 9 meses
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Achei-me grande sempre achei-me especial podia crer que era diferente me via como dedicado valente granito mármore rocha estante uma ilusão perene a sempre rio entre as margens pão cão são não achei-me grande que engano cruel entre o mel o leite o fruto o dia o sol quantas variáveis fixas contradição e pó sem sentido a formiga dizia em sua língua pequeno minúsculo só enganado morto e fim Edu Liguori
@eliz_leao · há 9 meses
Lindo!
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@jjr há 9 meses
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Andorinhas Dançarinas. ...estava ele sentando num rochedo uniforme de coloração quase chumbo mas com suas variações de cores devido a natureza de seu tempo. Observava o enorme horizonte sem fim azulado com suas nuvens suspensas pelo vento que esbraquiçava-se cada vez mais a se aproximar de um solo infinitamente invisível tocando com isto supostamente o mar verde camuflado de azul pelo céu, areia fina e fofa brilhava com os raios do astro Rei mas não tão bela como as enguias distorcidas que refletiam na água de um mar calmo. Era possível capturar apenas alguns pontos reluzentes que os raios faziam ao entrar em comunhão com a água. O Sol movia-se tão lentamente que era impossível saber o tempo que durava sua caminhada mas ele tinha um relógio sempre preciso, isto quando não tirava suas folgas. Seguia ao seu lugar de "descanso" para que sua noiva fizesse sua ronda no mesmo compasso. Seu caminho sempre era o mesmo e com sua paisagem rosada como aquarelas para que seu dia terminasse primordialmente. Era durante o momento da aquarela que as andorinhas vinham salvar o inicio de um novo ciclo diário dançando e brincando de "pega-pega". O observador já havia notado o ritual a muito tempo, eram de uma leveza surpreendente pairando sobre a brisa, rasantes e astutas evitavam colisões até seguirem novamente seu rumo despedindo-se. Satisfeito o observador aguardou mais algum tempo até a tonalidade azulada do céu ser coberta por outro azul muito mais escuro, foi o momento da brisa se aproximar trazendo o canto das ondas do oceano... JJr.
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@EscritosdeVitorHugo há 9 meses
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Violência Olha só pra esses corpos, quanto sangue espalhado, quanto grito abafado. Ouça só quanto estalo! É de pescoço quebrado, é de arma engatilhando. Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Vejam as balas voando, espalhando o vermelho. Mas cuidado, não se engane: essa bala não é doce! E o vermelho é puro sangue! Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Nossa terra é de massacre, de tristeza, de chicote! É regada de nativo, é regada de africano. Foi no sangue dessa gente que essa terra se afogou, floresceu o preconceito. Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Lá na cabeça do mundo tem riquinho bem formoso, tem sofá bem confortável, bem macio. É de carne, bebe sangue e nada em grana! Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Pelos campos desse mundo, o sol queima, muito soa! Muito braço no trabalho, muita cuca no mormaço. Engole a comida fria! O seu filho sem futuro, seu suor regando o mundo. Veja só que mundo injusto! É violência mais violência! Caço solução na paz, mas também tem violência! E do ódio que ela traz também fico violento! E é violência e mais violência! Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência!
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@jjr há 9 meses
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Cartas. "...queria colocar seu nome e o meu nesta folha e depois enrola-los secretamente como um cobertor..." JJr.
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@jjr há 9 meses
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§*§ A perfeição é um sonho, você pra mim assim. Num desses devaneios, te olhar nalgum lugar. §*§  JJr.
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@jjr há 9 meses
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~~*~~ Dom Quixoteando devaneios, gigantes moinhos sopram palavras. Heróis viajam por páginas. Armaduras malucas são preces invisíveis, lança sua caneta insana. Da brochura, escudo dos livros com sua grossura. ~~~*~~~ JJr.
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@jjr há 9 meses
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~~~*~~~ / Da brisa folhagens dançam, \ / mergulham livres de rumo gotículas. \ / Queda natural prazerozamente refrescante, \ / unificadas a superfícies espelham puro o engano a beleza de Narciso. \ ~~~~~~~~~~*~~~~~~~~~~ JJr.
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