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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 158 um livro onde a inquietação interior se revela com intensidade lírica, obras em que o conflito é íntimo e o poema ou a prosa se tornam o único lugar possível para que o excesso da alma não transborde em silêncio. Outro livro que preciso ler ainda esse ano: O Peso do Pássaro Morto, de Aline Bei. Publicado originalmente em 2017, mas ainda reverberando fortemente em 2025, o romance é escrito em uma prosa poética que pulsa como um coração inquieto. A história acompanha uma mulher dos 8 aos 52 anos, atravessando perdas, silêncios, violências e descobertas. A linguagem é fragmentada, delicada e brutal ao mesmo tempo — como se cada frase fosse o único espaço possível para conter o que não cabe no corpo. A crítica tem elogiado a forma como Aline Bei transforma a dor em ritmo, e o trauma em beleza. Leitores falam de lágrimas inesperadas, de identificação profunda, de um livro que parece sussurrar e gritar ao mesmo tempo. É uma obra que não narra apenas uma vida ela a sente, e nos faz sentir também.
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 157 um livro que celebre uma data histórica ou cívica, não como registro formal, mas como vivência, memória ou sátira, onde a data se torna palco para revelar o espírito de uma época ou a ironia do tempo. O Dia em que o Brasil Acordou, de Luiz Ruffato. Embora ainda esteja em pré-venda, a obra já vem sendo comentada por críticos como uma das mais provocativas do ano. O romance se passa ao longo de um único 7 de Setembro, mas atravessa décadas por meio das memórias, delírios e contradições de seus personagens. A data cívica — símbolo da independência — é usada aqui não como celebração, mas como espelho rachado de um país em constante reinvenção e repetição. Ruffato mistura ficção e sátira política para mostrar como o “espírito da época” pode ser tanto heroico quanto farsesco, dependendo de quem segura a pena da história. A narrativa acompanha diferentes vozes: um professor aposentado que se recusa a sair de casa, uma jovem ativista que organiza um protesto performático, e um político em crise de consciência. Cada um vive o feriado à sua maneira, revelando as camadas de ironia, desencanto e resistência que envolvem a data.
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 156 um livro onde a arte é linguagem e conflito, em que a criação estética não é apenas expressão, mas embate, entre visões de mundo, crenças, escolas, tradições e destinos. O Corte que Desafia a Lâmina, de Antonio Arruda. Essa obra é uma verdadeira colisão entre arte e conflito, onde a criação estética não é apenas expressão, mas um embate visceral entre memória, dor e linguagem. O livro mistura ficção e autobiografia em textos curtos, poéticos e intensos. Cada fragmento é como uma ferida aberta que se transforma em arte — ou, como o próprio autor define, uma “estética da cicatriz”. A arte aqui não é contemplativa: ela é luta, é sobrevivência, é enfrentamento. Os textos abordam temas como sexualidade, morte, religiosidade e identidade, sempre atravessados por experiências pessoais e coletivas que se chocam com tradições, crenças e estruturas de poder
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 155 um livro onde o enredo se desenrola ao longo de décadas, atravessando gerações e construindo lentamente um mundo em que tudo muda, exceto o poder. O Colibri, de Sandro Veronesi. Embora tenha sido publicado originalmente na Itália, ele chegou ao Brasil recentemente e tem conquistado leitores por sua estrutura ousada e narrativa que atravessa décadas. A história acompanha Marco Carrera, um oftalmologista cuja vida é marcada por perdas, silêncios e escolhas que ecoam por gerações. O romance se desenrola em fragmentos — cartas, e-mails, diálogos, lembranças — e vai construindo, aos poucos, um retrato de um homem que tenta manter o equilíbrio em um mundo em constante transformação. Tudo muda: a família, os amores, os valores sociais. Mas o poder — seja ele emocional, institucional ou simbólico — permanece como uma força silenciosa que molda os destinos. Críticos têm elogiado a forma como Veronesi mistura o íntimo e o histórico, criando uma narrativa que é ao mesmo tempo pessoal e universal. O livro venceu o Prêmio Strega, um dos mais importantes da literatura italiana, e foi descrito como “um romance sobre resistência, sobre permanecer de pé mesmo quando tudo desaba”
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 154 um livro onde o sobrenatural não vem de fora, mas do passado, narrativas em que os fantasmas não são criaturas, mas memórias, culpas, erros que se recusam a morrer. É a continuação de um dos livros que li esse ano, e apesar de não ter gostado tanto fique um tanto curiosa para a continuação dele Como a Neve Cai, da autora Erin Doom. Embora à primeira vista pareça um romance juvenil, o livro mergulha fundo em memórias dolorosas e traumas que se recusam a desaparecer. A protagonista, Ivy, é enviada para viver com o padrinho na Califórnia após a morte dos pais. Lá, ela reencontra Mason, o filho dele, um garoto que já não é mais o mesmo das fotos antigas. O que se desenrola não é apenas um romance, mas uma jornada marcada por silêncios, segredos e lembranças que assombram os dois personagens. Os “fantasmas” aqui não têm forma, mas estão presentes em cada gesto contido, em cada palavra não dita.
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 153 um livro onde a infância é narrada a partir da memória adulta, revelando não apenas os encantos do crescer, mas também as rupturas, as dores silenciosas e os ritos involuntários que se impõem no processo de deixar de ser criança. É um dos livros que pretendo ler esse ano, não lembro se cheguei a citar sobre ele aqui Olhos d’Água, da Conceição Evaristo. Embora seja uma coletânea de contos, muitos deles abordam a infância a partir da memória adulta, revelando não só os encantos do crescer, mas também as dores silenciosas, as ausências e os ritos involuntários que marcam a transição para a vida adulta.
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 152 um livro onde o amor é proibido, desfeito ou adiado por imposições externas, sociais, morais, familiares. Onde o sentimento não basta, porque o mundo ao redor não permite que ele exista. Amor Proibido: Lua de Sangue, de Daniele da Aparecida Fiuza Zapeline. A história gira em torno de Scarllet, uma bruxa poderosa que se apaixona por Henry, um híbrido. Esse amor, embora puro e intenso, é uma transgressão grave no mundo mágico em que vivem. A sociedade à qual pertencem não apenas desaprova, mas impõe uma maldição cruel que ameaça separá-los para sempre. Scarllet, então, precisa decidir até onde está disposta a ir para desafiar o destino e lutar por um amor que nunca deveria ter existido. É uma leitura que mistura fantasia, drama e um amor que desafia todas as regras, perfeito pra quem gosta de histórias onde o sentimento é forte, mas o mundo insiste em dizer “não”.
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@jjr há 8 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Sábado Negro. (Parte I e II). https://www.literunico.com.br/jjr/post/5168 https://www.literunico.com.br/jjr/post/5169
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@jjr há 8 meses
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Sábado Negro. (Parte II). ---*--- 20:00 horas Agora tocava "Sabbra Cadabra" e ele estava extasiado com as sensações. Duda chegou perto da orelha dele e disse para ele acompanha-las. Em um canto do parque havia uma área arborizada que só tinha um refletor fraco mas o som ainda chegava até lá. Ela foi chupando o pescoço dele no caminho andando de costas enquanto Jennifer guiava os dois. Ela cupava com força e ele gemia e fechava os olhos, ficaria cheio de marcas. Chegaram até as árvores Duda tirou no pau dele para fora com força. Começou a chupa-lo como se estivesse com muita fome, sede de gozo na garganta, quente, viscoso. Jennifer pegou a mão dele e enfiou debaixo da saia dela, e encaixou dentro de sua buceta, quente onde ele começou a enfiar até o fundo dela. Ela gemia, ele gemia e Duda chupando o pau dele se masturbava com a outra mão. Jennifer tirou os dedos dele de dentro da buceta e chupou os dedos dele, aquele líquido quente dela que era melhor que whisky. Ficou de quatro na frente de Duda. Duda olhou e parou de chupa-lo ao som de "Sabbath Blood Sabbath". 20:30 Duda posiciono-se de quatro do lado de Jennifer e ele escolheu foder com força Duda. Enfiou o pau na buceta dela com toda força e enfiou dedo no cu da Jennifer bem devagar. As duas estavam gemendo. Com a outra mão segurava a cintura de Duda socando o pau na buceta dela com força. O cuzinho de Jennifer estava quentinho, a buchets da Duda, explodindo em chamas e bem molhada. Logo começou "The Wizard" e as coisas estavam quentes. Júnior parou bruscamente de fode-las para descansar e não gozar. As duas começaram a beijar ele juntas. Três línguas entrelaçando-se com um fogo e saliva quente. Ácidas feito whisky. Logo Júnior resolveu trocar a ordem e colocou Jennifer de quatro. Duda ficou de quatro também e ele enfiou o dedo no cuzinho dela. Júnior tentou enfiar o pau no cuzinho de Jennifer e o cuzinho dela era muito apertado. Forçou devagar e ela gritou quando ele entrou com muita força. Duda gemia com os dedos de Júnior entrando e saindo com força, fodenfo ela, arregaçando ela. Jennifer gritava de dor e prazer até que ele gozou dentro do cu dela. Tirou o pau que estava amolecendo e arrumou as calças. Há Esta hora tocava "Black Sabbath", show quase acabando elas se arrumaram e o efeito do álcool já tinha passado um pouco mas estavam suadas. Beijaram-se mais uma vez os três. Línguas entrelaçam-do-se com Tesão. Resolveram ir embora e resolveram que aquele seria o segredinho deles. Júnior deixou Duda em casa e Jennifer dormiu na casa de Duda e sabe-se lá o que fizeram o resto da noite. JJr.
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@jjr há 8 meses
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Sábado Negro. (Parte I). ---*--- Duda era muito amiga de Júnior e sempre que rolava shows no parque ela juntava sua turminha e chamava ele, pois seu pai só deixava ela ir se fosse com ele. Os dois eram "de maior". Duda 21, Júnior 24. Apesar da idade, o.pai de Duda era super protetor na medida do possível. Os dois nunca tinha se olhado de um "jeito diferente". Uma amizade bem saudável de vizinhos. Naquele sábado ia ter um show de uma banda do Black Sabbath cover. Ambos já haviam assistido o show da banda separados em outros dias. "SÁBADO NEGRO". O dia do show e o nome da banda eram bem sugestivos. As 18:00 horas Júnior pegou Duda e Jennifer no portão da casa dela. Duda disse que suas outras amigas não poderiam sair e só iriam eles três. Chegaram ao show e se separaram, foram cada um encontrar suas turmas. Por volta das 19:30 Duda encontrou Júnior sozinho curtindo "War pigs". Ele estava levemente bêbado e ela estava com uma garrafa de whisky totalmente bêbada abraçada a Jennifer. Júnior puxou as duas e ficaram em um canto onde ficavam quase de frente para o palco. Agora rolava "Children of de Grave" e os três curtiam. As garotas na frente de Júnior pulando. Até que em um momento Jennifer foi para traz de Júnior e o abraçou pela cintura pulando e foi nesta hora que Duda encaixou a bunda no pau de Júnior. Era uma brincadeira porém estavam entorpecidos e Duda sentiu o pau de Júnior duro como uma tora. Duda virou-se, olhou para ele com um olhar de uma putinha que desejava-o. O olhar surtiu efeito sobre ele. Ela colocou a mão no pau dele e começou a esfregar, pegou a mão de Jennifer na cintura dele e puxou-a para o pau dele. Jennifer foi mais ousada e enfiou a mão por dentro da calça dele e passou a unha na cabeça de seu pau. Ele gemeu e o pau estava quase explodindo. ...
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@jjr há 8 meses
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~ Meus olhos em chamas chama. Devorar sua alma, tuas cinzas em minha cama. Calor & Fênix, amor e despudor. ~*~ JJr.
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@jjr há 8 meses
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~s~ Vento brinca com fumaça, suspira-a & expande-a. A cada cigarro um trago, um balé de linhas no ar. Linhas que desfiam, entrelaçam-se e rodopiam. Do Expressionismo abstrato. Van Gogh inexato. ~s~ JJr.
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@jjr há 8 meses
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~*~ Despeço-me do Gramado multicolorido, verde, ensolarado e florido. Do mate fervente na garganta o sabor onde de braços abertos Araucárias saúdam a noite limpa e estrelada, Pássaros, Borboletas e as mais belas alvoradas. ~~~*~~~ JJr.
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@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
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Solidão Solidão, santa solidão, maldita solidão, solidão da multidão, solidão em multidão Solidão solitária, solidão na escuridão, solidão sem solitude, solidão que massacra o coração Escrevo, choro, rio e amo em solidão, sofro, caio e lavanto! Tudo! Tudo! em solidão! Queria eu escrever outras palavras além de solidão, mas solidão é tudo o que me vêm, solidão é tudo o que eu tenho. Vivo, respiro, e morro em solidão! Afinal, o que mais se pode esperar desse mundo, que como eu, só entrega solidão.
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@tibianchini há 8 meses
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❤️‍🔥O ABRAÇO❤️‍🔥 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 (isso era uma crônica, mas converti em versos e rimas... Espero que gostem) ❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥 O ABRAÇO ❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥 Seu perfume não combina com seu vestido: Você deve se despir de um, então. Seu perfume, no nosso suor, dissolvido; Seu vestido ficará melhor no chão. Ponho o meu peito em suas costas; dos seus ombros Tiro as alças que levam ao chão o pano E por dentro da lingerie, com tesão e assombro, Vejo todo o teu corpo, perfeito, insano. Meu olhar te devora, ébrio e faminto Em suas curvas, minha alma afoga e inunda. A Sua boca me promete um labirinto, E meu corpo já clama por sua bunda. Te envolvo: mão direita em seu umbigo, E a esquerda te acariciando o seio. Me encaixo na sua bunda, e consigo Que meu volume se acomode ali no meio. Seu gemido, qual um anseio, ao sentir-me Respirar na sua nuca, e, afinal, Abre as nádegas com as mãos, para que meu firme Membro em riste, encontre seu orifício anal. Puxo sua calcinha para o lado, afastando-a do meu dedo, que ora desce, desbravando os pelos, em busca do molhado Vale do prazer que você me oferece. Seu quadril responde, se elevando, Buscando o toque que o corpo já adivinha. No ritmo do nosso amor, me entregando, O teu calor pulsante, que a mim aninha. "Arrebita, vadia, esse traseiro", Eu sussurro em seu ouvido, e o arrepio Percorre como um raio o seu corpo inteiro, Como uma loba, como uma gata no cio. Você obedece, já rendida ao prazer Do seu instinto animal, selvagem, bruto. E, ao sentir meu toque a te estremecer, "Gostoso...", você diz, em fogo absoluto. E, uma vez senhor das tuas partes desnudas, Eu puxo o seu corpo para mim, e então, procuro Abrir espaço entre suas nádegas carnudas Para invadir com o meu membro forte e duro. O êxtase toma conta, em gozo profundo, Nossos corpos se torcem, sem mais segredo. Um universo em nós, desfeito e fecundo, Explode em êxtase, sem culpa e sem medo. Um dedo à frente, um pau atrás, a mão no peito: Você é minha por completo, e, nesse abraço, Eu te envolvo em sexo, e me deleito, Te faço mulher, e, enfim, te satisfaço.
@JuNaiane · há 8 meses
Que isso ein... Delícia de sexxxtou 🥵
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@maedovankar há 9 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/126' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 1 - Pétalas e Lendas Verdadeiras" completo</a></p></div>
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@maedovankar há 9 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/125' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Prólogo" completo</a></p></div>
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