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@jjr há 8 meses
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-*- Calada, como quem nada quer quero-a seu querer-me discreto. Ambos a saber. Morena mulher inexpressivos olhos e sorriso. Em nuvens corpo tuas curvas admiro. -*- JJr.
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@jjr há 8 meses
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*** Há confusão. Portas da percepção abertas ultrapassadas invadem o ser. Corpo como um arquivo alma se perde no infinito e flutua entre sentidos restritos. *** JJr.
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@jjr há 8 meses
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~*~ A velejar no pássaro de metal, acima das nuvens apenas raios de Sol. Seu reflexo a iluminar almofadas do céu. Gramado a um aportar alegriado. ~~~*~~~ JJr.
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@MarU há 8 meses
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#Desafio 158 *Fôlego* Toca-me calmo, suave… Passa seus dedos na minha pele, por todo meu corpo, como quem conhece meu íntimo, tocando sem tocar, apenas resvale. Passeia por mim, me desbravando… Arrepie meus pelos, escorregando… a ponta dos dedos, eriçando meu corpo e amenizando com bafejar morno. Marque presença na cútis anserina… sugue meus seios e, de súbito, se insira em minhas lacunas úmidas: reto e vagina. Com afeto e cuidado e olhares de um anjo-diabo. Docemente me torture, observando a vista… E divirta-se! Dentro de mim, sinta-me tremer, pulsar, contorcer, gemer alto e jorrar meu prazer todo em você. Pintarei de branco seus dedos, e te limparei lambendo, fitando-te olho no olho. Acesa e carente, me encaixarei em você rapidamente, e só pararei quando, suados e exaustos, perdermos todo nosso fôlego. Ou morrermos de tanto prazer. MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
@robsonmachado · há 8 meses
Uauuuuuuu ❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥 simplesmente, fiquei arrepiado e sem fôlego. Você arrasa escrevendo 👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾
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@purapoesia há 8 meses
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#🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Prova sinto-a na ponta da língua de tua rósea flor sei de cor o prazer escorre dos teus lábios deságua nos meus, inebriados provamos do Éden o desejo arrebata.
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@CrisRibeiro há 8 meses
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#Desafio 170 Não sou o nome que me deram, nem o amor que ficou, nem o corpo que esperam. Sou o intervalo entre o sim e o quase, o instante em que o medo vacila e a alma respira. Riso que escapa no meio da dor. O “não” engolido por séculos e que agora cuspo: dignidade em uma tempestade. Não sou uma história. Sou silêncio entre duas palavras: a pausa. A vírgula que desafia o ponto final. Sou feita de caos, de perguntas que não pedem resposta, de afetos mal costurados, mas ainda assim, belíssimos. Não sou metade de ninguém, sou labirinto e a chave. O colo que eu mesma procuro. E quando tudo despenca, quando ninguém me vê, sou chama, vento, início, devir. Porque minha essência não depende do que dizem. Ela só precisa que eu lembre quem , de fato, Sou. Cr💞s Ribeiro
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@fksilvain há 8 meses
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Oi, gente! Estou divulgando meus livrinhos desde o primeiro novamente e vamos começar pelos motivos para ler, ok? Aqui temos os 3 primeiros. Todos estão disponíveis na Amazon em e-book e livro físico aqui na loja do Literunico. Não esqueçam de avaliar ☺️
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@GilbertoHSG há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/rS7riHCT9cuJFfWSu38TPgyw40KxcsDP0ySJWjmN.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/18' target='_blank'><strong>Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/18/chapters/164' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "VIII - As Cartas de Zhuang" completo</a></p></div>
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@robsonmachado há 8 meses
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Ponto Fraco 🔞 (15/06/25 : 00:27) Eu te vejo entrando no quarto... Vestido preto, Curto... E eu já sei... É hoje que tua pele vai pedir socorro... E teu corpo vai implorar pra eu não parar. Você não precisa falar, Apenas seu rosto diz tudo... Sem enrolar, Te puxo pela cintura... Te encosto na parede do quarto, E sem qualquer palavra, Minha mão já tá firme no teu pescoço... Não para machucar... Mas para demonstrar quem é que manda... Te beijo com raiva boa... Aquele beijo de fome... Carregado daquela sensação De que só quem sente saudade entende. Com a outra mão, Percorro por tua coxa... Abrindo-a para alcançar onde queima intimamente... Sua respiração ofega... E quando toco seus íntimos lábios, O teu gemido no meu ouvido me faz sorrir. Você umedece de desejo... E eu exploro o caminho que já decorei... Sei como te acender... Porque eu sei que sou teu ponto fraco, Assim como você é o meu. Sinto que está pronta... Te viro de costas com força... Mas com cuidado... Como quem dobra uma carta escrita à mão. Sussurro promessas indecentes, Que escorrem de minha boca junto à sua nuca arrepiada... Mordo seu ombro, Não para provocar dor, Mas para deixar minha marca como assinatura... Não aguento mais ficar fora de ti... Te seguro pelos quadris, Você se empina, Vindo de encontro com meu membro, Duro... Faminto... Com uma voz safada, Pede: "Me fode devagar, Até a minha alma pedir pra gozar." Sem hesitar, Te invado sem pedir licença... De uma vez... Até que meu corpo esteja colado no seu... Seu corpo se derrete por mim... Sinto seu calor interno... Úmido... Aconchegante... Fico parado... Deixando que você se recupere da invasão... Então começo a me movimentar devagar... Sentindo toda a sua extensão... Que me aperta e solta de forma tão prazerosa, Que sinto o tempo parar. Vou alternando o ritmo, Fazendo uma sinfonia com o encontro dos nossos corpos... Te aperto a cintura, E no meio dos estalos do teu prazer molhado... Te faço gritar meu nome... Com sua voz tremida, É a minha versão favorita de ouvir meu nome. Te puxo pelos cabelos, Faço você se virar para mim... Olho nos seus olhos no meio do caos... Te chamo de linda com a voz rouca... Eu te amo, E te devoro... Ou talvez, Por ti sou devorado... Intensifico os movimentos... Seu corpo reage... Se contorce... Estremece... Então atinge o ápice... Gritando obscenidades... Não te abandono... Dou mais e mais estocadas... E você desfalece, Experimentando a sensação de múltiplos orgasmos... Só então, Explodo em gozo em seu interior... Deixando meus fluidos se misturarem aos seus, Escorrendo por suas pernas... E quando a noite acaba, Você sente, Como se eu ainda estivesse dentro de ti... Te beijo na testa suada depois do terceiro gozo. Pois também sei ser doce... E nossa transa é assim... Obscena... Quente... Nossa... #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
@CrisRibeiro · há 8 meses
Muito bom!!!
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@jjr há 8 meses
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É UMA OUTRA ESTÓRIA! é baseado nos clássicos da literatura infanto Juvenil (Pinóquio, Peter Pan, Aladdin, João e Maria, Ali Babá, dentre outros) com suas cenas icônicas sendo transmutadas para outra estória com um novo enredo criando esta nova estória com o intuito de apresentar estes clássicos com uma citação no final de cada capítulo para os mais jovens que vão iniciar sua jornada no mundo da literatura! JJr. https://www.literunico.com.br/jjr/post/4997 CAPÍTULOS (PAGOS) & E-PUB & PDF (DIGITAIS PAGOS) NA LOJA
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@jjr há 8 meses
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Canta pra mim! Palavras da vida, Histórias de amor, Um pouco de rebeldia. Nada disto é demais! Acolhem meu coração Com saudade Do que não foi E está longe! Declama pra mim! Palavras de amor, Consolo e ensinamentos. Para que eu possa, Sim! Sentir-te junto a mim Corações unidos, Sentimentos alados Que se encontram Na imensidão do pensar. Dança pra mim! Feito uma odalisca, Cigana ou bailarina. Movimentos ao meu olhar Que se saciam. O ver, me acalenta, Excita e seduz! Declama, canta e dança! Só pra mim Que Sou seu! ~*~ JJr.
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Custódia Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na figura de Custódia, Gregório de Matos volta a aplicar seu olhar crítico e sarcástico sobre os personagens comuns — e muitas vezes marginalizados — da Salvador seiscentista. A personagem é retratada com traços que misturam humor, crítica moral e ironia, expondo não apenas suas atitudes, mas também os julgamentos e contradições da sociedade em que vive. Como de costume, o poeta transforma tipos urbanos em espelhos das tensões sociais, usando versos afiados para revelar a complexidade do viver baiano no século XVII. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Cota Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na figura de Cota, Gregório de Matos continua seu retrato crítico e mordaz da sociedade baiana colonial. Com ironia barroca e tom satírico, ele apresenta mais uma personagem popular que circula entre os becos e bastidores da cidade. Cota representa o tipo feminino que escapa às convenções — irreverente, talvez sensual ou zombeteira — e serve como espelho das tensões sociais do período. Assim como em outras crônicas de seus "pícaros", Gregório usa a personagem para escancarar as hipocrisias de uma Salvador dividida entre aparências e pecados ocultos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Bárbora ou Babu Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta sátira vibrante, Gregório de Matos apresenta Bárbora, também chamada Babu, como uma das figuras emblemáticas do cotidiano popular da Salvador colonial. Com seu tom irreverente e provocador, o poeta faz um retrato ácido e debochado da personagem, típica dos “pícaros” urbanos — gente comum, às vezes marginalizada, que circulava entre o escândalo e a sobrevivência. A crítica social e o humor mordaz estão presentes em cada verso, revelando os contrastes sociais e os excessos da época com a crueza barroca que marca a obra de Gregório. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Antônia Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta composição mordaz, Gregório de Matos retrata a figura de Antônia, uma das tantas personagens populares e controversas da Salvador seiscentista. Com seu estilo irônico e provocador, o poeta a descreve entre o riso e o escândalo, expondo as contradições de uma sociedade que julgava os costumes alheios enquanto escondia os próprios vícios. A personagem torna-se símbolo da crítica social barroca, e também do olhar atento de Gregório sobre os tipos urbanos que circulavam à margem da moral oficial. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Alguns Passos Discretos e Tristes Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Neste retrato poético da Salvador colonial, Gregório de Matos revela os bastidores da cidade por meio de seus personagens marginais — os "pícaros". Com sensibilidade e crítica social, ele descreve figuras à margem da ordem social: pobres, malandros, andarilhos e esquecidos. O tom aqui é mais melancólico do que escandaloso, oferecendo “passos discretos e tristes” por entre as dores do cotidiano. Ainda assim, sua poesia conserva o olhar crítico e humano que marcou sua obra, transformando a cidade em palco de contrastes intensos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta crônica em verso, Gregório de Matos volta seu olhar satírico para os chamados “homens bons” — a elite dirigente da sociedade colonial baiana. Com ironia afiada, o poeta desmonta a fachada de moralidade e honra que esses homens exibiam, revelando sua hipocrisia, corrupção e vaidade. A obra é um ataque direto às estruturas de poder da época, escrito com a linguagem mordaz e ritmada que marca o estilo de Gregório. Um verdadeiro retrato barroco da farsa social e política do século XVII. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Em O Burgo, Gregório de Matos traça um retrato ácido e irreverente da cidade de Salvador no período colonial. Com sua verve satírica, ele descreve o "burgo" — ou seja, o núcleo urbano da época — expondo desigualdades, vícios e costumes da população. A crítica social vem embalada em versos ritmados e engenhosos, misturando o riso com o incômodo. Essa crônica poética faz parte do olhar afiado e provocador que o autor lançava sobre o cotidiano baiano, tornando-se um documento literário tão revelador quanto literariamente brilhante. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta crônica em forma de verso, Gregório de Matos — o Boca do Inferno — retrata com ironia e acidez a vida baiana do século XVII, especialmente o cotidiano em torno da antiga Sé da Bahia. Sua poesia funciona como um retrato social do período colonial: cheio de sátiras contra o clero, a política, os costumes e as hipocrisias da sociedade. Com estilo mordaz e barroco, Gregório eterniza os contrastes e absurdos da Salvador seiscentista, misturando crítica feroz e ritmo poético com maestria. #domíniopúblico #Clássicos
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