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@aleituracria há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Sapiens(Novaedição):Umabrevehistóriadahumanidade</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/843'><strong>Sapiens (Nova edição): Uma breve história da humanidade</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -30/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a literatura ousa tocar o sagrado, não para negá-lo, mas para interrogá-lo, obras em que o mito, a religião, a fé ou os dogmas são desconstruídos, tensionados e reinventados pela narrativa.<br /> <br /> O livro desconstrói muitos aspectos do que é considerado sagrado, refletindo sobre as ações humanas sob a ótica científica.</p>
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@novidadesliterunico há 8 meses
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E. L. James não é conhecida por seguir ou divulgar publicamente um cronograma de escrita rígido ou tradicional como alguns autores fazem. No entanto, ela já compartilhou alguns detalhes sobre seus hábitos de escrita, principalmente durante entrevistas no auge do sucesso de Cinquenta Tons de Cinza. Aqui estão alguns pontos curiosos que se aproximam de um "método" pessoal: 📌Rotina flexível e espontânea Ela começou a escrever nas horas vagas, à noite, depois de colocar os filhos para dormir — ou seja, sem uma estrutura fixa. A escrita era uma forma de escape, não parte de um cronograma profissional. 📌Escrita contínua e digital Ela escreveu os primeiros rascunhos diretamente no computador, e muito do que viria a ser Cinquenta Tons surgiu como fanfic, postada em plataformas como o FanFiction.net, com atualizações frequentes, mas sem calendário definido. 📌Método “café + silêncio” James costuma mencionar que precisa de café, silêncio e uma boa trilha sonora para escrever. Ela gosta de escrever sozinha e sem interrupções, o que é uma constante, mesmo que os horários variem.
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Com o objetivo de incentivar e inspirar quem deseja começar a escrever, vamos reunir uma série de curiosidades sobre escritores famosos. A ideia é mostrar que todo autor tem um começo, muitas vezes incerto, difícil ou inesperado, e que ninguém nasce pronto. Seja escrevendo nas horas vagas, depois do trabalho, ou enfrentando o medo da primeira página em branco, cada trajetória pode trazer motivação para quem está dando os primeiros passos.
@tamarasfawkes · há 8 meses
Ótima ideia =]
@jjr · há 8 meses
Muito legal a iniciativa! Que venham muitos autores! 😎
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@calorliterario_ há 8 meses
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O carinho, o respiro. O beijo … A intenção que se sente no olhar, nos conhecemos muito bem… a conexão que se firma no silêncio. Nem tudo precisa de sexo. Mas tudo pede cumplicidade. É o toque leve que diz “tô aqui”. O abraço que acolhe sem motivo. A conversa boba que vira refúgio. Intimidade… Porque mais bonito do que o desejo, é a vontade de estar. De dividir o tempo, de compartilhar o riso, de respeitar o espaço, e ainda assim querer ficar. Isso, sim, é amor em estado de cuidado. ❤️
@JuNaiane · há 8 meses
Querer ficar ❤️
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@JuNaiane há 8 meses
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Eu odeio dias cinzas. Eles refletem a minha alma... Ou sou sou eu que reflito toda vez que o calor se ausenta, toda vez que eu procuro você e já não encontro? Eu odeio dias cinzas; eu odeio a tua ausência. Eu odeio a turbulência que você me causa cada vez que se afasta e esse vazio se alastra me obrigando a me ouvir, a calar as vozes externas e refletir... Sobre mim. #desafio 365/170
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@nanderfer há 8 meses
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Falando em São João, foi justamente numa festa junina que veio a inspiração para esse conto. Eu e a Isabel estávamos passeando em uma quermesse, entre carrocinhas de cachorro-quente, barraquinhas de quentão e crianças com visual de Chico Bento. Isabel, ao meu lado, tagarelava sobre a dialética maniqueísta dos episódios do Chaves. Eu, bocejando, apenas queria ir para casa redigir o final do meu próximo fracasso literário. Lá pelas tantas, em meio a algazarra e brincadeirinhas, acenderam a fogueira de São João. Sem nenhum motivo aparente, fiquei ali parado, hipnotizado, contemplando as enormes labaredas. Elas pareciam braços de fogo tentando alcançar as nuvens. Simplesmente permaneci imóvel, mesmerizado, olhando distraído a fogueira. Isabel ainda estava ao meu lado falando. Eu, em transe, sei que ela movia os lábios, enquanto os meus ouvidos ignoravam qualquer palavra. Foi aí que algo surreal aconteceu: a fogueira me mostrou cinco minutos do futuro. Hipnotizado pelo fogo, eu visualizei em minha mente a Isabel irritada. Ela dizia a frase: “Você vai transformar isso em um conto. Eu sei que vai.” De repente, Isabel sacudiu o meu ombro, me arrancando do transe. Ela falou bem alto: - Para de ficar aí, olhando o fogo. Até parece mongolão. No mesmo instante, passou por nós um gurizinho com Síndrome de Down acompanhado pela mãe. A mulher apontou olhos inquisidores para nós. Envergonhada, Isabel proferiu um constrangido “ah não” no exato momento em que um anão passava pela gente. Com o rosto já quase da cor das maçãs do amor na barraquinha de doces, Isabel falou um irritado “que merda” bem no instante em que um pombo defecava sobre a cabeça dela. Convencida de que o universo estava de zoação, Isabel falou “quero um milhão de reais”. O máximo que ela conseguiu foi uma guriazinha vomitando milhos de canjica em seus All Stars. De mau humor, Isa olhou para mim e pronunciou a frase que eu previ cinco minutos atrás: - Você vai transformar isso em um conto. Eu sei que vai. Dito e feito. Escrevi um conto sobre misticismo, fogueiras e dons premonitórios. Eu não tenho a capacidade de prever o futuro, mas vejo que, como de praxe, esse também vai ser um retumbante fracasso, mesmo custando menos que um copo de quentão. Para quem quiser contrariar as probabilidades, deixo o link para a compra: https://tinyurl.com/mr366h88
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Enquanto o perfil @classicos publica as obras de Gregório de Matos que estão em domínio público, o perfil @novidadesliterunico tem a missão de compartilhar curiosidades sobre o autor. Para saber qual foi a primeira curiosidade, é só voltar algumas postagens aqui no perfil!
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@eduliguori há 8 meses
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Não há poema que explique aquilo que se negou a ser o mistério a dúvida o vazio não houve não foi não deu até o último dia fica o registro aqueles dois não se tocaram não dançaram não se viram esse tango silencioso ninguém viu Edu Liguori
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Teresa Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na personagem Teresa, Gregório de Matos constrói um retrato mordaz de figuras femininas que circulavam entre os limites da respeitabilidade e da transgressão na Salvador seiscentista. Com ironia afiada, o poeta aborda temas como sensualidade, vaidade e julgamento moral, revelando a hipocrisia social que recai sobre as mulheres. Teresa é representada como uma mulher astuta, talvez ousada, que transita nos bastidores da cidade, provocando olhares, comentários e condenações. Gregório transforma essa figura em símbolo das tensões entre desejo e repressão, rindo das convenções e expondo as contradições da vida urbana de sua época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Maria João Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Em Maria João, Gregório de Matos brinca com os limites da identidade e da moralidade ao apresentar uma personagem ambígua, que desafia as convenções de gênero e os costumes da Salvador colonial. Com seu estilo satírico e provocador, o poeta transforma Maria João em símbolo de transgressão — uma figura que incomoda, causa escândalo e, ao mesmo tempo, fascina. A crítica social aparece por meio da zombaria dirigida tanto à personagem quanto à sociedade que tenta escondê-la ou ridicularizá-la. Como em outras de suas crônicas poéticas, Gregório usa o riso e a ironia para revelar o desconforto da cidade diante do que escapa às normas estabelecidas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Brites Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na figura de Brites, Gregório de Matos constrói mais um retrato ácido e caricatural dos tipos femininos da Salvador colonial. Brites é apresentada com traços exagerados e satíricos, servindo como crítica às normas sociais, aos comportamentos considerados “indecorosos” e à moralidade de fachada imposta às mulheres. Como em outras de suas personagens femininas, Gregório mescla humor, malícia e julgamento social, expondo tanto os vícios da personagem quanto os preconceitos da sociedade que a cerca. Brites se torna, assim, um reflexo das tensões entre desejo, reputação e controle social na vida urbana seiscentista. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Adãos de Massapê Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na sátira aos Adãos de Massapê, Gregório de Matos escancara a fragilidade moral dos homens que, embora aparentem nobreza ou respeito, são moldados em barro — frágeis, falsos e fáceis de corromper. A expressão "massapê", referindo-se ao barro escuro e pegajoso, carrega a ideia de instabilidade e aparência enganosa. Gregório utiliza essa imagem para criticar a vaidade masculina, a hipocrisia social e o culto às aparências em uma Salvador marcada por desigualdades e falsos valores. Com seu estilo ácido e engenhoso, o poeta mais uma vez transforma o cotidiano baiano em crônica poética carregada de crítica e irreverência. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Briga, Briga Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Em Briga, Briga, Gregório de Matos lança seu olhar crítico e bem-humorado sobre os constantes conflitos e desordens da Salvador seiscentista. A briga, nesse contexto, não é apenas física, mas também simbólica — expressa as disputas de poder, os desentendimentos entre classes sociais e a tensão entre autoridades e povo. O poeta transforma o caos urbano em poesia, revelando como a violência cotidiana é tanto reflexo quanto motor das contradições sociais. Com ironia e ritmo provocador, Gregório faz da briga um espetáculo público onde todos participam, direta ou indiretamente, e onde o riso serve como forma de crítica e resistência. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Andanças de uma Viola de Cabaça Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Em Andanças de uma Viola de Cabaça, Gregório de Matos dá voz a um símbolo popular — a viola — transformando-a em metáfora viva da cultura e dos caminhos do povo. A “viola de cabaça”, instrumento ligado às festas, à música e ao improviso, percorre ruas, becos e tavernas da Salvador colonial, testemunhando os amores, os vícios, as alegrias e as mazelas da cidade. Com sua verve satírica, o poeta utiliza a viola como narradora silenciosa das contradições sociais, misturando lirismo e crítica social em versos que celebram o cotidiano do povo e zombam das elites. É a Bahia seiscentista vista pelo olhar das cordas e do couro, onde o riso é resistência e o som é denúncia. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: A Freira – Ralo, Roda e Grade Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Ao retratar a figura da freira com a expressão provocativa “ralo, roda e grade”, Gregório de Matos desmonta a imagem idealizada da clausura religiosa, revelando, com sarcasmo, os desejos e contradições que se escondem por trás dos muros do convento. A freira, longe de ser símbolo de pureza, é apresentada como personagem humana, com impulsos, vaidades e transgressões. O poeta denuncia a hipocrisia religiosa e as brechas do sistema clerical, usando duplos sentidos e um humor corrosivo para sugerir que nem mesmo o espaço sagrado escapa das fraquezas do mundo. É mais um exemplo de como Gregório usa a sátira para iluminar os bastidores da sociedade baiana do século XVII. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Pança Farta e Pé Dormente Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na crítica mordaz aos tipos conhecidos como "pança farta e pé dormente", Gregório de Matos retrata aqueles que vivem no conforto da ociosidade, sustentados por privilégios ou aparências de prestígio. São personagens que encarnam a preguiça, a ostentação e a indiferença diante das misérias sociais ao seu redor. O poeta satiriza o contraste entre o corpo satisfeito e a alma entorpecida, apontando a hipocrisia de uma sociedade que valoriza mais o parecer do que o ser. Com ironia ferina, Gregório transforma esse tipo social em símbolo da decadência moral da Salvador seiscentista, ampliando seu retrato das contradições urbanas da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Letrados Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Ao satirizar os letrados, Gregório de Matos expõe as pretensões e vaidades da elite intelectual e jurídica da Salvador colonial. Em seus versos, esses personagens são retratados como pedantes, interesseiros e distantes da verdadeira sabedoria, mais preocupados com status e influência do que com o bem comum. O poeta joga luz sobre a corrupção moral e a superficialidade do saber ostentado, desmontando a imagem idealizada desses representantes da razão e da lei. Com humor ácido e crítica afiada, Gregório transforma os letrados em alvos de seu olhar desmascarador, reafirmando sua postura de cronista irreverente do cotidiano baiano do século XVII. #domíniopúblico #Clássicos
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