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@classicos há 8 meses
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Livro: Gozo os campos sem reparar para eles Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Gozo os campos sem reparar para eles expressa o núcleo da filosofia poética de Caeiro: viver sem questionar, sentir sem interpretar. O eu lírico percorre os campos não para entendê-los, mas para simplesmente estar neles, em total entrega ao presente. Não há busca por significado oculto ou beleza idealizada — há apenas o prazer puro do contato com a natureza. Essa atitude revela a grandeza da simplicidade que Caeiro tanto valorizava: existir é bastante, olhar já é um milagre. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Falas de civilização, e de não dever ser Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro rejeita com firmeza os discursos sobre civilização, progresso ou destino coletivo. Para ele, essas ideias são artifícios que afastam o ser humano do real e do simples. Quando alguém fala de “civilização”, Caeiro sente que está ouvindo algo que nega a verdade imediata das coisas — o campo, o sol, o corpo. A sua resposta é clara: não se deve ser outra coisa senão aquilo que já se é. Uma crítica ao excesso de pensamento e à perda da ligação com o natural. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Falaram-me os homens em humanidade Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro escuta os homens falarem em "humanidade" — um conceito abstrato que para ele não tem valor real. Ele rejeita essas ideias coletivas, que não cabem na sua forma de ver o mundo. Para Caeiro, não existe "a humanidade", mas sim cada homem, cada coisa, cada instante, únicos e suficientes em si. A simplicidade da sua visão desmonta os grandes discursos e devolve tudo ao que é visível, presente e tocável. Ele não quer saber do mundo ideal — quer apenas o mundo real, que se vê sem pensar. #domíniopúblico #Clássicos
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@novidadesliterunico há 8 meses
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"O essencial é saber ver, Saber ver sem estar a pensar, Saber ver quando se vê..." Fiquem ligados no perfil @classicos para ler as suas poesias de forma gratuita.
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Rubens Teixeira Scavone. Rubens é considerado um dos precursores da ficção científica brasileira moderna, escrevendo obras que combinavam especulação filosófica, tecnologia e crítica social. Também transitou por gêneros como o ensaio, a poesia e a crônica. "A ficção científica é a metáfora da inquietação humana diante do desconhecido." O Homem Que Viu: <a href="https://www.literunico.com.br/books/994">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
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Morrendo de Medo Eu estou morrendo de medo. Eu estou morrendo tremendo, morrendo com medo, tremendo de frio, o frio do medo. Morro mais. A todo tempo morro um pouco mais. Vão morrendo todos que eu amo, e o medo vai me escalando, me tomando em seu desespero. Meu medo não tem acalento, não tem nem mesmo alívio. Eu desperto com medo morrendo, e durmo temendo o morrido. Eu sigo tremendo de medo. Eu sigo morrendo com frio. Eu tento esquecer que eu morro, mas morro, não tem outro jeito. É essa cruz nos meus ombros, ter medo do próprio destino.
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@MarU há 8 meses
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#Desafio 188 *Fuja* Fuja… enquanto ainda há tempo! Antes de se acostumar, se entregar, se prender, antes de querer ficar, antes de querer ser. Fuja… Não caia nessa conversa, não queira pegar intimidade, não queira fazer parte… Antes que seja tarde, previna-se, preveja. Fuja! Ouça. Leia este alerta. Já te deixarei avisado, para não dizer que era “papo”. O precavido ouviu o recado, e você me ouça: não se perca! Pois… se ficar? Talvez eu não queira mais ir… e permaneça. Pode acontecer que eu fique como você, bem aqui… e, perdidamente apaixonada, me entregue a uma paixão não planejada… Que surgiu, assim de repente, do nada… de forma crescente, mas ainda controlada. Então, seja eloquente… Seria loucura! Pois agora, não há desculpa. Você é inteligente e está consciente, não há “porquê” em tornar nossas vidas complicadas! Nosso “caso” exige uma atitude drástica, de autopreservação pura. Fuja! Fuja, enquanto ainda não sente nada minha falta. Consequências de me amar e me ter apaixonada podem ser evitadas. Fuja, e não me diga nada! ou… você vai (vi)ver! MarU
@CrisRibeiro · há 8 meses
Quero q continuação para saber a fofoca!
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@eduliguori há 8 meses
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A frase que mais tenho dito não tenho medo de nada entre todos os mistérios o único que me assusta é desconhecer a vida deixar de colecionar novas memórias se por ventura eu morrer não irei me despedir em vão Edu Liguori
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@JuNaiane há 8 meses
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Eu joguei mais um amor no lixo. Mas que coisa horrível isso! Amar assim, sem aviso Se entregar assim, vira vício E quando você percebe isso: Amar, e assumir esse risco; Amar, e padecer no paraíso; Amar, e arrancar o curativo; Amar, não precisa ter sentido Se perder o amor, segue indo. Se encontrar o amor é bem-vindo. #desafio 365/189
@eliz_leao · há 8 meses
Sempre bem vindo, o amor maior, que é o nosso 🩷 Amucê miga🩷🩷
@eliz_leao · há 8 meses
Sempre bem vindo, o amor maior, que é o nosso 🩷 Amucê miga🩷🩷
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@CrisRibeiro há 8 meses
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#Desafio187 Geografia do Teu Riso Nasce, no arco enviesado dos teus lábios, uma covinha linda; do lado esquerdo, matreira, quase vinda de um capricho do tempo, um desenho no vento que me prende e desafia. E ali se desfaz, sem alarde, qualquer traço do meu juízo: feito prece sem fé, feito vinho sem taça, feito gozo sem riso. Bem ali, eu derrapo no acidente geográfico do teu sorriso, desatino pacífico, meu caos mais bonito. O sulco do teu rosto me desnuda sem tocar, desenha, impiedoso, o mapa de naufragar onde cada linha é aposta, e cada curva, um lugar que não quero mais deixar. Cr💞s Ribeiro
@JuNaiane · há 8 meses
Maravilhosa ❤️
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@fksilvain há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Budapeste</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1011'><strong>Budapeste</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro de autor que se destaca na literatura mundial por prêmios que recebeu.<br /> <br /> Sou fã do Chico compositor e esse foi o primeiro romance dele que li, há muitos anos. A qualidade é inegável e é um romance multi premiado. O autor, então, ganhou merecidamente o prêmio Camões, maior honraria literária em língua portuguesa.<br /> <br /> #Desafio365Postagens<br /> Dia 188</p>
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@classicos há 8 meses
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Livro: Estas quatro canções, escrevi-as estando doente Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Estas quatro canções, escrevi-as estando doente" revela um Caeiro fragilizado fisicamente, mas ainda fiel à sua visão clara e direta do mundo. Mesmo doente, ele continua a valorizar a simplicidade e a presença, escrevendo com serenidade e sem dramatização. A doença não o leva ao lamento ou à reflexão profunda — apenas ao registro do que sente, sem artifício. É um exemplo de como sua poesia permanece fiel ao instante, mesmo diante da fragilidade do corpo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Esta tarde a trovoada caiu Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Esta tarde a trovoada caiu" mostra a forma como Alberto Caeiro se relaciona com os fenômenos da natureza: com aceitação e presença. A trovoada não é metáfora de medo ou conflito — é apenas uma trovoada. O poeta observa o acontecimento com simplicidade e tranquilidade, reafirmando sua filosofia de que as coisas não precisam de sentido oculto para serem importantes. Elas existem e, por isso, já são plenas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Entre o que vejo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Entre o que vejo" é um poema que reafirma a clareza e a transparência com que Alberto Caeiro encara o mundo. Para ele, ver é suficiente — não há distância entre o que se vê e o que se compreende. O poeta rejeita o abismo entre aparência e essência, celebrando a coincidência entre realidade e percepção. Caeiro nos convida a abandonar a interpretação e a viver com os olhos abertos, em contato direto com as coisas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Dizes-me: tu és mais alguma cousa Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Dizes-me: tu és mais alguma cousa" é um poema em que Alberto Caeiro reafirma sua recusa a qualquer profundidade que vá além do que se vê. Quando lhe atribuem um "algo mais", ele responde com clareza: ele é apenas o que é, sem alma escondida, sem mistério. Caeiro desmonta a ideia de essência ou simbolismo, defendendo uma existência visível, concreta, que não precisa de interpretação para ter valor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Eu nunca guardei rebanhos Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Eu nunca guardei rebanhos" é o poema que abre o livro O Guardador de Rebanhos e apresenta a voz filosófica e serena de Alberto Caeiro. Apesar de afirmar que nunca foi pastor de fato, ele se declara um guardador de rebanhos "como quem olha para o mundo". O poema inaugura sua visão: uma contemplação pura, livre de simbolismos, onde sentir é compreender. Caeiro exalta o viver simples e direto, propondo uma sabedoria natural, enraizada na experiência e não no pensamento. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora" é um dos poemas mais emblemáticos da recusa de Alberto Caeiro ao misticismo e ao simbolismo. Nele, o poeta critica a ideia de que há segredos escondidos por trás das coisas. Para Caeiro, as coisas são apenas o que são — e essa simplicidade é a sua maior verdade. Ao rejeitar interpretações ocultas, ele propõe um olhar direto, limpo e livre, celebrando o mundo visível sem necessidade de metáforas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Deste modo ou daquele modo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Deste modo ou daquele modo" reflete a filosofia natural de Alberto Caeiro, que vê o mundo com aceitação e leveza. No poema, o eu lírico afirma que, seja como for, a vida é o que é — e isso basta. Ele rejeita o esforço de dar sentido profundo às coisas, preferindo a realidade tal como se apresenta. Caeiro convida o leitor a libertar-se da busca por explicações e a simplesmente viver, com a mesma simplicidade com que se respira ou se anda. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Deito-me ao comprido na erva Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Deito-me ao comprido na erva" expressa a comunhão direta entre o poeta e a natureza. Alberto Caeiro, em sua simplicidade consciente, deita-se na relva não para pensar, mas para não pensar. Ele rejeita o peso das ideias e valoriza o estar presente, em corpo e sensação. O poema é uma ode à entrega ao instante, ao repouso do pensamento e à contemplação pura da existência sem angústia nem metafísica. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: De longe vejo passar no rio um navio Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "De longe vejo passar no rio um navio" é um poema que revela a essência da poesia de Alberto Caeiro: uma observação direta, sensorial e livre de interpretações ocultas. O eu lírico contempla a passagem de um navio com simplicidade, sem buscar significados além do que vê. A imagem do navio é o que é — um navio passando. Caeiro recusa simbolismos e reafirma a beleza das coisas como elas são, propondo um olhar natural e descomplicado sobre o mundo. #domíniopúblico #Clássicos
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