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@yasmin97 há 8 meses
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Como Uma folha Ao vento nunca fico em só lugar. como folha ao vento, sou lento em me apegar. Uma folha quando caí, ou fica o resto da vida no chão ou segue por ai, conhecendo esse mundão. sou uma folha ao vento, nunca em um só lugar. conheço muitas folhas para depois me distanciar. essa vida é solitária, mas gosto de voar. mas voar com outra folha é melhor para se agradar. vou voando por ai como folha ao vento, ate que encontre outra folha. que queira voar comigo Ao relento. Yasmin sousa de oliveira (ESSE TEXTO E OUTRAS POESIAS FORAM PUBLICADOS NO MEU PERFIL DO AMINO, O PERFIL FOI DESATIVADO E POR ISSO ESTOU REPOSTANDO AS POESIAS DE LÁ AQUI)
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@yasmin97 há 8 meses
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Escute Minha Alma! Me Mostre O caminho! Acabe Com essa Angústia! que Alivio Sozinho! Escrever é um talento? Ou é só um Passatempo? Se não me encontro na terra, onde Irei me encontrar? Saturno? Urano? Netuno talvez... Diga onde está! Minha Alma estelar. (Esse poema assim como outros já foi publicado no site amino, apesar de não se encontrar mais lá, a autora sou eu, apenas apaguei meu perfil lá e migrei para cá com minhas poesias e prosas.)
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@leandro-israel-a6Mdc há 8 meses
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primeira heroína lesbica.. um conto da BRABA Título: “PEIXERA LGBTQIA: Fúria Santa na Delegacia Profana” (por Leandro Israel) O DESPERTAR DA PADILHA Joana Padilha acordou ao som metálico de bips. As pálpebras pesavam, o corpo doía. Estava numa cama de ferro, lençóis simples, paredes de pedra e concreto queimado. Brasões entalhados no cimento anunciavam: Serviço Ultrassecreto do Sertão. Peixeira cruzada com Bíblia e estrela de mandacaru. Três figuras a observavam. Lara Porreta segurava seu ombro. Joaquim Baltazar, com voz grave, anunciou que fora salva pelo Falcão — antigo membro da temida Roda. Ele apenas acenou e saiu em silêncio, a peixeira balançando à cintura. Joana tentou resistir. Aquilo tudo parecia delírio de rádio pirata. Mas Lara foi firme: — A gente era lenda porque precisou ser. Agora é carne, sangue e aço. O sertão precisa de você, Padilha. E você precisa lembrar de quem é. Nas entranhas da base subterrânea, a heroína lésbica Jasmim Venenosa treinava com seu facão. Os golpes cortavam o ar, firmes como sua alma. Jacó Rochedo apareceu e disse: — Tua lâmina tá limpa, mas tua alma tá mais afiada. Jasmim sorriu com dor e verdade. Ali, renascida, era agora discípula do sertão. Uma novata já falava seu nome como quem ora. Nas sombras, Galego Ralf Valente assistia, silencioso. Do outro lado do sertão, Lizana Arretada reapareceu em Mussuripe. Ferida, cambaleante, bateu na porta da médica Joice. Recebeu cuidados, café amargo com açúcar e um silêncio cheio de confiança. Mais tarde, procurou abrigo na casa da avó Isaura, que a acolheu entre lágrimas, comida e afeto. Lá, conheceu Bem-te-vi — um ajudante de pedreiro, moreno, suado, com braços de quem carrega o mundo. Os dois se tocaram como quem se cura do que o mundo deixou em carne viva. Na manhã seguinte, Lizana caminhou até a delegacia da Patrulha do Sertão. O silêncio era denso. Ninguém falava. Até que uma granada atravessou a janela. Explosão. tem continuação.....
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@leandro-israel-a6Mdc há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/a0mPykcoRhiVZHLpsbpztt0avwTtxg5bNxZk4PzZ.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/39' target='_blank'><strong>Nas quebrada do sertão há HERÓIS Para o povo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/39/chapters/202' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "CENA 3 — "O Exotista do Sertão"" completo</a></p></div>
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@jjr há 8 meses
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Cartas. "...nossos olhos se encontram Num silêncio puro E Carinhosamente Brincam de adivinhações Onde Mãos, bocas e pele Desejam-se..." JJr.
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@jjr há 8 meses
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§§§ Ave voa Mia Maria pousai e repousai, teu colo meus braços, galhos. Sonho abraços. Sereno Luar teu brilho olhar ao meu sorriso. Madeixas aroma deixais aliança em minhas mãos. De esperas, longas linhas delongas. §§§ JJr.
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@jjr há 8 meses
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~~~|||~~~ Chuva acalenta noite, abraça sono com sons. Sorrisos e sussurros do vento. Espectador da canção, tambor trovão. desacelero gotejante o coração. ~~~|||~~~ JJr.
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@jjr há 8 meses
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~~~*~~~ O navegar das nuvens ao Céu-Mar vagarosamente sem destino sem saber aonde vão chegar. O Firmamento é imenso, não tem rotas ou mapas, se expande para onde a visão não pode alcançar. Não aportar, basta apenas continuar. ~~~~*~~~~ JJr.
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@classicos há 8 meses
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Nem sempre sou igual no que digo e escrevo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro admite suas variações com a naturalidade de quem se entende como parte da natureza. Ele não busca coerência rígida, porque sabe que o pensamento também muda como o vento. Ser contraditório não é fraqueza — é ser vivo. Ao dizer que nem sempre é igual no que diz e escreve, ele reafirma seu desapego à lógica e à rigidez. A verdade, para Caeiro, não está na constância das palavras, mas na fidelidade ao momento sentido. Ele não pretende ter razão — pretende apenas ser. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Navio que partes para longe Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Ao ver um navio partindo, Caeiro não pensa em destinos, saudades ou significados ocultos. Ele apenas observa — o movimento do navio, a separação da água, a linha do horizonte. Não projeta sentimentos, não imagina histórias. Para ele, o navio parte, simplesmente, porque parte. Essa neutralidade sensível é a força do poema: a beleza está no que se vê, não no que se interpreta. Com isso, Caeiro ensina, mais uma vez, que o mundo é perfeito quando aceito como é — sem metáforas, sem dor, sem além. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Meto-me para dentro, e fecho a janela Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Ao fechar a janela, Caeiro não está fugindo do mundo — está apenas encerrando um ciclo de ver. Ele contemplou o que havia lá fora com pureza, como sempre fez, e agora se retira, não por tristeza, mas por completude. O gesto é simples, cotidiano, e ainda assim carrega a serenidade de quem viveu o instante plenamente. Fechar a janela é um ato de descanso, não de negação. O poema reafirma sua filosofia: a realidade não precisa ser constante nem grandiosa — basta ser vivida enquanto dura. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Li hoje quase duas páginas Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Caeiro confessa, com uma sinceridade quase infantil, que leu “quase duas páginas” de um pensador — e isso bastou para lhe causar enjoo. Ele rejeita a filosofia que complica, que explica demais, que transforma as coisas simples em labirintos abstratos. Para ele, pensar demais é afastar-se do real. O poema é um manifesto contra o excesso de reflexão e a favor de uma vida vivida com os sentidos, não com teorias. Caeiro reafirma seu princípio: não é preciso compreender para viver — basta ver. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Leve, leve, muito leve Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema breve e essencial, Caeiro capta a leveza como essência da existência. “Leve, leve, muito leve” — assim passa a vida, como uma brisa, como um pensamento que mal se forma. Não há peso nas coisas, só o instante que vem e vai. O poeta não se agarra a significados nem se perturba com mistérios: ele apenas sente, como quem deixa tudo escorrer pelas mãos sem tentar segurar. É um convite ao desapego, à contemplação, à aceitação tranquila de que a vida é feita de passagens silenciosas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Leram-me hoje S. Francisco de Assis Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Ao ouvir falar de São Francisco de Assis, Caeiro reconhece afinidades, mas recusa qualquer santidade. Ele admira o amor simples do santo pelas coisas da natureza, mas afirma que seu próprio olhar é ainda mais puro — pois não vê Deus em nada, apenas as coisas tal como são. Amar uma flor, para Caeiro, não é ver nela um símbolo divino, mas simplesmente amá-la porque é uma flor. O poema é um manifesto da sua filosofia sem transcendência: ver, tocar, sentir — sem precisar de explicação. Ele nos lembra que o mundo não precisa de interpretações sagradas para ser sagrado. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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A neve pôs uma toalha calada sobre tudo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro contempla a neve como quem observa o mundo pela primeira vez. A imagem da “toalha calada” que cobre tudo é uma metáfora da paz silenciosa da natureza — um manto de simplicidade que transforma o mundo sem barulho, sem pretensão. Fiel ao seu olhar direto e sensorial, ele não busca significado oculto: apenas reconhece, com doçura, que a beleza das coisas está no que elas são, e não no que representam. O silêncio da neve é o mesmo silêncio do poeta — pleno, presente, suficiente. #domíniopúblico #Clássicos
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Hoje, o perfil @classicos irá finalizar as postagens dos poemas de Alberto Caeiro heterônimo de Fernando Pessoa. Lembrando que todas as obras disponibilizadas são retiradas do site Domínio Público (http://www.dominiopublico.gov.br) ! Dentro do site a leitura é mais confortável, mas você pode acessar as obras diretamente através do site do domínio também. Boa leitura!
@JuNaiane · há 8 meses
Estou amando ler todos 🥰
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Sousândrade (1832-1902). Joaquim de Sousa Andrade, conhecido como Sousândrade, nasceu em 9 de julho de 1832, no Maranhão. É considerado um precursor do modernismo pela linguagem experimental e pela crítica social presente em sua obra — muito à frente de seu tempo. "O rinoceronte do lucro pisa a flor do trabalho." O Guesa: <a href="https://www.literunico.com.br/books/995">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@MarU há 8 meses
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#Desafio 189 *Faltou o beijo* Às vezes, nosso dia começa com um café fresco e um “bom dia!” seco. Como todos os dias, mas com um “bom dia!” seco, o dia não será o mesmo. A suavidade do dia ficou presa nesse “bom dia!” mais ou menos. Um gesto simples poderia ter mudado todo o desfecho: faltou o beijo. A contragosto, recebo e percebo: amor e café, prefiro ferventes, não mornos. MarU
@eliz_leao · há 8 meses
Sempre calientes 🩷🔥
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@eduliguori há 8 meses
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Às vezes odeio ser poeta desgosto sentir tanto e saber o gosto amargo da derrota às vezes sinto raiva deste sistema que sequestra me encanta e desaponta amarrota às vezes sou tão só que ouço meu peito as células e o sangue que me sabota Edu Liguori
@JuNaiane · há 8 meses
Te entendo.
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