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@fksilvain há 5 meses
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Olá! Se eu trouxesse para cá minha Duologia em e-book, será que teria vendas? Podia dividir em 6 partes, já que cada livro tem 3 capítulos. 🤔
@deleted · há 5 meses
Sobre o que seria?
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@PauloFlorindo há 5 meses
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Oi, povo que lê e escreve. Hoje, 22:30, publiquei o último capítulo do livro "Deepfake - Honras Virtuais". Nesta era de algoritmos e inteligência artificial, todo cuidado é pouco com os devoradores de reputação. 💻 https://www.literunico.com.br/creations/255
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@tibianchini há 5 meses
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Pessoal de São Paulo! Amanhã, no Barnabeh, em Pinheiros, vai rolar a 1ª FEIRA DE LIVROS INDEPENDENTES DO BARNABEH! E meu FORA DO TEMPO estará lá, junto com vários outros autores e autoras sensacionais! E com promoção pra quem comprar mais de um autor 🥰 Não percam. Amanhã, 15 de outubro, no Barnabeh Rua dos Pinheiros, 1290.
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@chico-viana-lwd0u há 5 meses
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NAMORAR Gosto da palavra “namorar”. É um dos verbos mais puros da língua portuguesa. Mesmo quando por eufemismo designa outra coisa (a ligação entre amantes, por exemplo), “namorar” sugere mais ternura do que desejo. É uma palavra tão embebida em frescor adolescente, que deveria ser proibida aos que se relacionam num nível mais avançado. Os amantes resfolegam; os namorados suspiram. O prazer neles é mais ânsia do que consumação. Os amantes têm um antes e um depois, quando se quebra o encanto. Os namorados vivem num eterno antes, cheio de expectativa e encantamento. Os amantes têm diante de si o corpo explícito, feito carne, aberto na franca exposição da entrega. Os namorados tateiam no escuro o corpo escondido, espiritualizado, que sonham um dia possuir. Namorado também não é ficante. O ficante é inimigo de quem ele beija ou apalpa numa intimidade destituída de preâmbulos e promessas. Quer o prazer imediato, e não apenas com um só. Quer a diversidade e o número. Quanto mais garotas ou garotos houver, melhor, já que nenhum deles conta mesmo por si. Os namorados, se pudessem, construiriam um mundo só para os dois. Namorado não quer a presa fácil; quer o árduo e delicioso trabalho da conquista, que se dá aos poucos, num crescendo de intimidade. Quer seduzir, o que só é possível quando o outro opõe resistência pelo que tem de íntimo, inalienável, pessoal. Como no “fica” ninguém resiste, não cabem nele os artifícios da sedução. E sem o trabalho de seduzir não há por que mobilizar a linguagem e escrever cartões, bilhetes, poemas (muitas vezes furtados), na tentativa de dizer ao outro o que se sente. Um dos problemas dos relacionamentos de hoje é que se namora pouco. Vivemos numa época objetiva, pragmática, em que ninguém quer perder tempo. Na pressa de atingir logo a meta, os parceiros se alheiam do que há de fascinante no percurso. O essencial do namoro não está no ponto de chegada, mas nas estratégias que levam a ele. É um caminho pontuado de temores e arrebatamentos, cujo sentido está mais em percorrê-lo do que em atingir o objetivo. Mesmo porque o objetivo nunca é muito claro, já que os namorados vivem um tanto perdidos um no outro. Faz parte do processo ver o parceiro como enigma e espera. Como possibilidade de alguma coisa que nenhum deles sabe ainda o que é. Sabe apenas que deve aproveitar o momento antes que ele se transforme, e os dois sejam convocados a decidir que destino vão se dar. Enquanto namoram, o tempo faz seu trabalho, que consiste na lenta e inflexível erosão da fantasia. Sei que estou romantizando, mas não existe namoro sem romantização. Por isso ele só acontece entre os que ainda não conhecem bem o mundo. Ou, se o conhecem, preferem ignorar-lhe a feiura e apostar no castelo de sonhos que (eles sabem) muito em breve virará saudade. A saudade dos namorados é a de um tempo em que eles eram outros, menos táticos e frios. E mais capazes de esperança na vida e no amor.
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@anie1179 há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/OJyuKPcjpgaGFso0Dcj94Ln4iaTfBDJf8mk3GNOn.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/259' target='_blank'><strong>A Médica Que Me Amava</strong></a></p></div>
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@tamarasfawkes há 5 meses
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Olá, O Meu Nome é LEGIÃO está participando do Prêmio Literúnico! Não estou conseguindo atualizar o conteúdo do Criações, mas tem um post fixo em meu perfil e você pode [se quiser] comprar o livro por R$2 em nossa loja, ou ainda, baixá-lo pelo link do Drive. Vou continuar tentando atualizar no Criações! Aviso aqui. Aproveite a Promoção =]
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@marcella-albuquerque há 5 meses
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PREPARE-SE PARA O DIA 18 de Outubro! LANÇAREI O MEU PRIMEIRO CONTO DE TERROR AQUI NO LITERÚNICO, "A LENDA DO BOCA D'AGUA" Aproveitem o halloween, e lembre-se, "Não olhe nos olhos dele!" 🎃
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@eduliguori há 5 meses
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Tu és rio que ousei encontrar um rio em que me atrevi banhar amo tuas curvas sinuosas amo o som do teu passar amo a tua profundeza a beleza de tuas margens amo como levas contigo amo como brilha noturna me perco no teu caminho me convido te seguir ao mar amo teu silêncio oportuno tua destreza em contornar amo tuas quedas e calmarias a correnteza que me arrasta o sabor de teus redemoinhos amo sonhar em te navegar amo em ti me molhar tu és rio és paraíso minha sina e meu desejo te mergulhar Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 5 meses
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Uma das maiores contistas do século XX, Katherine Mansfield transformou a simplicidade do cotidiano em arte literária. Suas histórias curtas exploram emoções sutis, silêncios e gestos — revelando o invisível da alma humana. Com uma escrita delicada e profunda, ela reinventou o conto moderno, influenciando gerações de autores com sua sensibilidade poética. Aula de Canto e Outros Contos: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1343">Aqui!</a> #literunico #KatherineMansfield #literatura #resistência
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@chico-viana-lwd0u há 5 meses
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REVISITANDO ALICE (2) Alice desistiu de procurar a Rainha, mas não estava nada satisfeita com as mudanças de tamanho. Era muito doloroso não saber como ia acordar no dia seguinte. Caminhava pelo bosque com esses pensamentos tristes, quando viu ao lado da trilha um homem sentado diante de uma mesa sobre a qual havia um papel em branco. Era o Escritor. Resolveu lhe falar: - Senhor Escritor... - Vá embora! Não vê que estou me concentrando? A menina se desculpou e ficou em silêncio, observando a expressão do homem. Ele parecia olhar para dentro de si. Depois de uns dois minutos, dirigiu-se a Alice com um ar aborrecido: - Já falei que fosse embora! Preciso de concentração. - Mas eu estou calada... - Está olhando para mim, o que é pior. Não consigo pensar com alguém olhando para mim. Mesmo que seja uma menina como você. Alice não gostou do que ouvira, mas resolveu não se contrariar. Sempre que se contrariava, ficava um pouco menor. O pior não era diminuir de tamanho, era ver que os outros notavam isso. - Por que o senhor escreve? - Ainda não descobri. Na verdade, escrevo para descobrir por que escrevo - respondeu o homem. Ficou tão satisfeito com a resposta, que resolveu usá-la em seu próximo escrito. - E você, já escreveu alguma coisa? - Uma vez tentei escrever uma história, mas era muito triste e acabei chorando. As lágrimas manchavam o papel. - É verdade - concordou o Escritor - Não se pode chorar e escrever ao mesmo tempo. Além de manchar o papel, prejudica o estilo. - Estilo? Engraçado... minha mãe sempre diz que eu preciso ter estilo. E agora o senhor vem com essa. O que é mesmo estilo? - Estilo é o modo de fazer uma coisa. Cada um tem o seu. - Se cada um tem o seu, por que mamãe diz que eu... “preciso” ter um? - Sua mãe se refere a outro tipo de estilo. Quer que você se comporte bem. - Então estilo é bom comportamento? - Pelo contrário... Estilo é rebeldia - disse ele pensativamente. Alice ficou sem entender e resolveu mudar de assunto: - Posso lhe falar um pouquinho dos meus problemas? - Não tenho tempo para ouvir; estou escrevendo. Além disso, que problemas pode ter uma menininha como você? - Na verdade, tenho um problema só - mas enorme. Eu até trocaria esse problemão por muitos problemas menores. - E qual é seu grande problema? - quis saber o Escritor, imaginando se poderia tirar dali uma história. - Mudar de tamanho. Nunca ser muito tempo uma coisa só. - Fique tranquila, você não é a única. Esse é o problema de todo o mundo. - Isso não me faz sofrer menos. Nem todo o mundo aumenta ou diminui do mesmo jeito. Depende do... estilo de cada um. - O que você diz tem sentido, mas não muda as coisas. Você não é diferente dos outros, e nada do que me disser vai ser novidade. Desapontada, a menina resolveu ir embora. Não dava para conversar com alguém que só queria olhar para si mesmo e não tinha tempo de escutar os outros.
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@sam_alves_escritora há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 5 meses
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✨ Arna Bontemps (1902–1973) foi poeta, romancista e guardião da memória cultural afro-americana. Integrante do Renascimento do Harlem, retratou em sua obra a resistência, os sonhos e a herança do povo negro nos Estados Unidos. Em Black Thunder (1936), transformou uma revolta de escravizados em literatura de denúncia e dignidade. Também dedicou sua vida a preservar e divulgar a história afro-americana, como bibliotecário e educador. Sua escrita ecoa como poesia e testemunho, lembrando que a palavra é arma contra o esquecimento. 📚✊ Black Thunder: Gabriel's Revolt: Virginia, 1800 <a href="https://www.literunico.com.br/books/1327">Aqui!</a> #literunico #ArnaBontemps #HarlemRenaissance #literatura #resistência
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@fernandafrankka há 5 meses
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Conto Quando o coração chama - Parte final — O que está acontecendo, Rafael? — Explico depois, mas preciso encontrá-la. A empregada ensinou o percurso e o cantor saiu em disparada com o coração na mão. Se Clara estava internada a tanto tempo, talvez não acordasse nunca mais. Seu coração ansiava por vê-la mais uma vez antes que fosse tarde. Ao passar pela recepção, dirigiu-se até o quarto 205, abriu a porta lentamente e deparou-se com o tio de cabeça baixa, debruçado sobre a cama numa oração silenciosa. — O que faz aqui, menino? — Eu a vi durante a madrugada quando não conseguia dormir. Eu tinha que vê-la — Já tem quase um ano que ela está em coma após uma queda de bicicleta. Mas sei que ela ainda vai acordar, eu continuo com esperanças. — Angelino enxugou os olhos num lenço, o coração de Rafael ficou um pouco menor. — Por que não vai tomar um café, tio? Eu fico aqui com ela. — O homem assentiu para a oferta e deixou o rapaz a sós com a filha. Rafael tomou o lugar do tio ao pé da cama, tomou uma das mãos da prima na sua e suspirou pensativo diante daquela situação. Uma jovem tão bonita com a vida pela frente, presa numa cama de hospital por conta de uma queda estúpida. Fechou os olhos e sem perceber, começou a recitar a letra da música que o consumia desde que conversara com a garota na noite anterior. Sentiu os olhos marejados ao abri-los, deixando toda a emoção transbordar numa harmonia suave e emotiva. Quando terminou, aproximou seu rosto do dela, plantando um beijo delicado em sua testa. Ameaçou largar a mão da moça, mas os dedos finos timidamente seguraram os seus. — Essa veio da alma. — Clara balbuciou baixinho, abrindo os olhos lentamente. Um sorriso radiante tomou conta da face de Rafael que quase não acreditava no que estava acontecendo. — Ei! Como está se sentindo? — Perguntou, acariciando a bochecha dela com cuidado. — Viva novamente. — Acho que esse vai ser meu novo som, novo estilo. — Bom, vou adorar ouvir todas as melodias depois que sair daqui. — Eu vou amar mostrar todas para você. — Rafael beijou o dorso da mão dela com carinho, em seguida, segurou-a firmemente entre a sua num olhar tenro. Encontrara não somente a si mesmo, mas uma nova esperança de recomeçar e não desperdiçaria por nada nessa vida.
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@imagismo há 5 meses
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De algum lugar do mundo, 12/10/2025. A infância, na maioria das vezes, é feita de coisas que a gente pôde ou desejou ter, daquilo que estava ausente ou não. Ainda escuto o Senhor me dizendo: "Onde estiver o teu coração, aí estará o teu tesouro." E é na ilha do meu peito que guardo tudo. Fonte: https://bsky.app/profile/imagismo.bsky.social/post/3m2z7z6aq3c27
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@imagismo há 5 meses
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De algum lugar do mundo, 12/10/2025. A infância, na maioria das vezes, é feita de coisas que a gente pôde ou desejou ter, daquilo que estava ausente ou não. Ainda escuto o Senhor me dizendo: "Onde estiver o teu coração, aí estará o teu tesouro." E é na ilha do meu peito que guardo tudo. 🔗 https://bsky.app/profile/imagismo.bsky.social/post/3m2z7z6aq3c27
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