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@PauloFlorindo há 5 meses
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Este aviso é para quem ainda não leu meu livro. Basta clicar e dar uma conferida. Se gostar, são poucos capítulos de muita adrenalina. Se não agradar seu gosto literário, grato pela atenção. Abraço a todas e todos que escrevem e leem. https://www.literunico.com.br/creations/255
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@purapoesia há 5 meses
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Selvageria Cavalgava selvagem Cravando a unha em minha crina Me tendo entre as coxas Me engolindo gulosa Areia movediça Estocava-se violenta Apunhalando o pudor Roçava e melava o ventre Ia e voltava, se contraía Tomei-me pelo torpor E ela, sedenta, me tomou Arfantes, desidratados, minguantes Ali morremos de amor.
@MarU · há 5 meses
❤️‍🔥 uaaaal! quantos elementos fortes… sexxxtou 🥵
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@sam_alves_escritora há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@rosana858 há 5 meses
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O Sentido de Existir Ela dormia serena entre baldes, vassouras e rastelos. O ar cheirava a fertilizantes, pesticidas e substrato. Ninguém sabia desde que época estava ali — talvez anos, talvez décadas — à espera de uma oportunidade que a fizesse despertar. O espaço era abafado, escuro, e o ar pesado, mas nada disso a incomodava. Não sentia desconforto — desconhecia que podia existir vida fora do frasco que a aprisionava. Diariamente, pessoas entravam e saíam, e vozes de diferentes timbres ecoavam pelo pequeno depósito. Até que, num dia qualquer, uma menina curiosa resolveu abrir a porta emperrada. O armário revelou infinitos potes de vidro cobertos de poeira. Em um deles, uma etiqueta amarelada trazia a palavra quase apagada: “Baobá.” A garota passou a mãozinha sobre o recipiente e descobriu que, dentro dele, repousavam pequenas sementes. Com esforço, abriu a tampa corroída pela ferrugem. O pote, escorregadio, caiu de suas mãos — e o cristal se partiu. Assustada, temendo a bronca dos adultos, recolheu os grãos e os guardou em outro recipiente, devolvendo-o à prateleira. Fechou novamente a porta da estante, deixando os gérmens outra vez, encarcerados no tempo. Mas, no instante em que o vidro se quebrou, uma bolinha branca aproveitou o breve sopro de liberdade e saltou. Ela se lançou ao desconhecido e buscou refúgio entre as fibras do velho capacho. Ali ficou — esquecida. Até que, um dia, sentiu frio. Sua casca gelou. Agora estava exposta, fora do abrigo transparente. Uma bota suja de lama pisou sobre ela, que aproveitou para grudar-se à sola, encontrando morada temporária. Cada passo era um atrito, um chamado. Então, escondida nas ranhuras, começou a mover-se. A princípio, ficou assustada. Não conhecia o mundo. O passo apressado do seu hospedeiro pisou numa poça d’água. Ela se soltou do couro e mergulhou. Sentiu-se mole, desamparada, com saudade da antiga morada entre as amigas adormecidas. A chuva veio forte e a levou para longe. Agora, em um sulco profundo, ela começou a vibrar. Havia algo acontecendo dentro dela — algo que não conseguia mais conter. O calor do sol a envolvia. Os pássaros cantavam. A brisa trazia perfumes adocicados e lhe afagava. Então, seu invólucro começou a rachar. Ela ouviu uma voz que vinha do seu interior. Era o chamado da vida — que exige evolução. Desesperada, agarrou-se à terra — e, desse esforço, nasceram raízes frágeis que, aos poucos, se firmaram. Sua base aprofundou, fortaleceu. Quando olhou para si, percebeu que seu topo também havia se rompido — e dali brotavam folhas verdes. Cresceu. Atingiu altura considerável. Saiu do buraco. Deu abrigo aos animais. Mas ainda sentia que seu desígnio não estava completo. Absorveu a luz. Respirou o ar. Fez fotossíntese. Floresceu. Encantou. Coloriu o mundo. Atraiu abelhas e insetos que dançaram em torno dela. Ofereceu seu pólen, que se transformou em mel. Na estação seguinte, viu suas flores perderem as pétalas. Mas agora sabia: não é preciso temer a transformação. Gestou com plenitude seus frutos — e, ao vê-los amadurecer, servindo de alimento, sorriu satisfeita. Seu destino estava quase cumprido. Aproveitou o vento, espalhou sua memória genética, permitindo que seu legado viajasse para além do tempo — onde cada semente renasceria, não por acaso, mas por coragem — cumprindo o propósito de existir em plenitude. Ela, árvore. @rschumaher
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@joseane há 5 meses
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A ex blogueira de planta ainda vive😂 só que não há mais tempo para postagens… mas hoje elas estão particularmente maravilhosas! ...
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@novidadesliterunico há 5 meses
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Autor de Ligações Perigosas, Laclos transformou o desejo em literatura e a sedução em arte. Escreveu sobre o poder, o jogo e o perigo escondido nas palavras. Sua obra revela o coração humano — elegante, cruel e irresistível. “A razão é o disfarce mais delicado do desejo.” As Ligações Perigosas: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1352">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #PierreLaclos #LiteraturaFrancesa #Classicos #LigaçõesPerigosas #PoesiaDoPensar
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@MarU há 5 meses
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#Desafio 239 *Texturas* A textura dos seus cabelos na nuca, minha pele, bochecha a bochecha, colada na sua… sua barba, macia. Sua pele, seu cheiro, seu toque leve, minha mão te acariciando os cabelos. Seu arrepio ao sentir-se entre meus dedos. O som da respiração… transpiração. Abraço quente, nossos corpos colados, calados, se sentem. Atração que exala, escala à fusão de se encontrar… nos toques. Suas mãos passeando pelo meu corpo, sem norte, contendo a vontade de me agarrar. Buscando caminhos, dedilhando as dobras da minha roupa, pensando o que faria se a situação fosse outra! Tornar palpável o que a mente imagina, deixando a mão se guiar na silhueta feminina. Olhos nos olhos, as cores se misturam na mensagem interna que um ao outro transmitiam, buscando aprovação… sentir se permitia colorir nossas vidas com um pouco de emoção. MarU
@tibianchini · há 5 meses
Uaaaaaau!...
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@bruno há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/RUu0fjpQcfcpt9E0HHcv5AgGjz1Ia6ClflTEIf2R.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/266' target='_blank'><strong>Ludouz: O Punho do Papai Noel</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 5 meses
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#Desafio 286 Neve. Calor. Lidiane: palavras que queimam e derretem ao mesmo tempo. Forte e frágil, doce e audaciosa. Riso que escapa, choro que grita. A verdade não anda em linha reta, nós também não. E por que deveríamos? Que este declame encontre seus olhos, seu coração, e se perca no peito como seu talento se espalha no meu. Amiga, espero que goste🌹 @calorliterario_
@calorliterario_ · há 3 meses
Só vi agora, nem mereço tanto carinho! Obgda, Cris!
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@rosana858 há 5 meses
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Conto sem fadas Alguém decide transformar o velho livro de contos infantis em um arquivo digital. Porém, algo sai errado. Era uma vez um espelho mágico que pertencia a uma invejosa rainha má. O objeto, que só dizia a verdade, revelou a Chapeuzinho Vermelho que algo catastrófico havia acontecido: uma pane virtual danificara arquivos no mundo inteiro, deixando personagens perdidos em histórias embaralhadas. A menina acessa a página e se depara com retalhos de capítulos. Sem hesitar, segue adiante. Esgueirando-se entre uma frase e outra, observa que a Bela Adormecida está acordada e sendo beijada pelo namorado da Branca de Neve. Branca de Neve, analisando a situação, decide procurar o sapo príncipe da rival e cobri-lo de beijos, estabelecendo um equilíbrio para a traição observada. No próximo parágrafo, três porquinhos aparecem desorientados em uma floresta. Cícero, Prático e Heitor encontram um caminho feito de migalhas de pão e resolvem segui-lo. A trilha os conduz até a casa de Joãozinho e Maria, onde são recebidos pela madrasta das crianças. Em poucos minutos, os três se tornam um suculento assado. Chapeuzinho fecha o site e abre a próxima janela. Num flash infantil, surge um castelo com uma escadaria enorme, onde repousa um sapatinho de cristal. Joãozinho apanha o calçado e o atira no rio. O sapo príncipe, abandonado, guarda o sapato na hipótese de que Cinderela se interesse por ele. De repente, a menina detecta um cheiro de caramelo. Com um clique, visualiza uma casa de doces. O local está habitado pelo Lobo Mau, que, em vez de soprar a estrutura, devora as guloseimas. A vovozinha observa a mudança de hábitos alimentares da criatura. Rolando a página, Chapeuzinho vê uma bela maçã sendo apanhada pela madrasta da Branca de Neve. Sem perceber o perigo, a malvada dá uma mordida no fruto envenenado e cai em sono profundo. Nenhum príncipe surgiu para despertá-la. O relógio na tela marca 01:05. A carruagem de abóbora está apodrecida. O baile terminou. Uma jovem princesa descalça retorna para casa, enquanto um príncipe oficializa o namoro com uma menina chamada Maria. A imagem no monitor revela o Lobo Mau sendo examinado por uma bruxa. Com um olhar avaliador, ela sentencia: “Sua boca grande, seu focinho comprido e suas orelhas pontudas darão uma bela e farta feijoada.” O Lobo reage, empurrando a feiticeira para dentro da fornalha. Enquanto personagens tentam encontrar sua verdadeira fábula, Chapeuzinho Vermelho rastreia o arquivo principal para restaurar a ordem no mundo dos contos. Vasculha a biblioteca digital e localiza um arquivo nomeado "Histórias Originais". Antes de abri-lo, um homenzinho estranho surge diante dela. “Quer consertar isso? Fácil! Apenas diga seu nome verdadeiro!” – diz o duende Rumpelstiltskin, com um sorriso malicioso. Chapeuzinho analisa a proposta. Antes que possa responder, o duende dá um salto e transfere o arquivo para uma camada oculta da GrimmCloud, fora do alcance da menina. Rindo descontroladamente, o famoso duende some em um clarão. Chapeuzinho reconhece que a busca deve continuar. Percorrerá dados, verificará registros e analisará padrões até encontrar uma pista que leve à memória perdida. Enquanto isso, os personagens seguem repetindo as emoções e ações programadas para eles, sem jamais questionar sua existência ou seus sentimentos. Apenas desempenham seus papéis, como foram escritos desde o princípio. E assim, a tragédia continua. Mas se há uma certeza, é que enquanto Chapeuzinho tenta encontrar o caminho certo para a GrimmCloud, os personagens continuarão vagando sem rumo, presos em um enredo sem lógica e uma história sem fim. Será que todos permanecerão confusos para sempre?
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@deleted há 5 meses
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Autores iniciantes, um convite para vocês: A comunidade de Herwati é um lugar feito para vocês e com apoio de profissionais do mercado editorial Vocês fazem desafios diários que são corrigidos, conversam, aprendem, tem seus textos revisados e postados no literunico da comunidade, tem auxílio para escrever livros completos… totalmente de graça. A comunidade de Herwati é onde vocês podem iniciar como autores, com suporte que muitos veteranos gostariam de ter tido no início
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@chico-viana-lwd0u há 5 meses
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A VISITA É domingo e ele vai à casa de um tio. Não gosta de visitas familiares, mas nem sempre é possível evitar. Para aumentar o desconforto, o fato de desprezar tais encontros já é motivo de culposos sentimentos – e o menino sofre duas vezes. Primeiro consigo mesmo, devido a essa intolerância aparentemente inexplicável e injusta – sobretudo injusta; depois pela ocasião mesma do encontro, confusão de afagos e venenosas ironias. E sempre o mau jeito, ou o pejo, de revelar ao menos por indícios o amor. Talvez a prévia decepção é que se converta em hostilidade, de que ele no fundo queria desarmar-se para se abrir à necessária ternura. Necessária, possível. Por que era sempre mais fácil com os estranhos? É domingo e o menino vai. Entufado, mais menino do que nunca, engolfado em mágoas que não consegue explicar (nem direito sentir!), vai ao dever social como para um sacrifício. Vai compor as aparências mas, por que negar?, vai também pela curiosidade de se ver pelos olhos e gestos e tiques dos que lhe são carne e sangue. Acaso ele era melhor? Vai como quem tenta, mais uma vez, descobrir o caminho que leva à aceitação, para umidificar o deserto interior em que há muito vinha se crestando. E vai até como quem se arrepende de ter criado o drama – ele, o imaginoso e difícil –, os fios e nós cegos que acabaram enredando-o numa teia de incompreensão e espanto. Queria desatar-se, respirar. No caminho se conversa risonhamente sobre tudo, a euforia dominical tornando os parentes camaradas. Faz sol, venta um pouco, e todos (o menino também) parecem transfigurados pela força dessa manhã. Agora não é ocasião de mágoa ou medo; agora é para esquecer o ranço dos anos, a indelével inscrição na carne, na alma. Agora é como um entreato que faz parte da encenação mas desobriga as pessoas do papel – isso que foi se convencionando devagar, e com força, ao longo do tempo. Agora parece um instante gratuito, autônomo, do qual emerge um estranho desejo de absolvição. Quando chegam à casa do tio, ainda estão inebriados. Vem o parente que se tornou distante e manda todos entrarem. Nem precisava. Respondendo e perguntando, era mui cordato o dono da casa; ficava-se bem à vontade. Ele estava entre os humildes da família e vivia essa condição com uma alegria que poupava aos outros o remorso. Sua casa devia ser lugar de concórdia. O menino se penitencia por não ter lembrado isso, confundindo um manso, uma ovelha boa, com alguns os parentes maus. Sentam-se todos e se põem a conversar. Lembranças vêm à tona, e o domingo retrocede a outros cenários; a família curte uma espécie de saudade jovial. Tudo leve, sem sombras. Mas não por muito tempo. De repente salta o comentário suspicaz e malévolo de alguém vigilante: -- A mulher dele, cadê? (A mulher desse tio, realmente, ainda não dera as caras.) Será que não quer ver a gente? A insinuação fica no ar como um pássaro tentador que logo os parentes, vorazes, se apressam em segurar.
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@sam_alves_escritora há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 5 meses
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Poeta do silêncio e da essência. Transformou a palavra em respiro e revelação. Sua poesia é um espaço de luz, onde o verbo aprende a ser vida. Volante verde: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1351">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #AntónioRamosRosa #PoesiaPortuguesa #Clássicos
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@tibianchini há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/8XSqybRIudOhszuUhDvy6z3GIpK2ggJeW6dl21eX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/235' target='_blank'><strong>Fora do Tempo</strong></a></p></div>
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@eduliguori há 5 meses
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Tem dia que é noite tem sonho que pesa tem ar que venta tem lágrima que molha mesmo assim sem medo de cara feia brinco com as dores rimas e cores tem dia que é noite tem laço que aperta tem corda que solta tem chão que pisa mesmo assim sem freio ou bandeira belisco as certezas os palavrões e rezas Edu Liguori
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@rosana858 há 5 meses
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O Sopro do Início Antes de tudo, havia o som da respiração do Universo. Ele vinha do pulsar — suave e contínuo — do próprio existir. Era o prenúncio da presença da vida. Tudo era branco — como uma mente morta, sem lembranças, sem sentimentos. Então, uma explosão despertou o Criador. Seu coração acelerou e, do turbilhão do sentir, nasceu um amor profundo — força primeira que moldou formas-pensamento, desenhando ideias no vazio. Assim surgiram as imagens — adormecidas, à espera do toque da ação. O gesto rompeu a inércia. A mão rasgou o silêncio, e o invisível ganhou forma. A escuridão se espalhou, tingindo o tecido imaculado do mundo. Anjos e demônios, que habitavam o plano infinito, tornaram-se visíveis — antes ocultos, pois sem contraste não há forma. Flutuaram entre o nada e o quase-ser, aguardando o primeiro sopro da criação. Os anjos brilharam diante da sombra e revelaram a própria essência da luz. Os demônios, em justa compensação, assumiram o papel do equilíbrio. E assim, o cosmos começou a ganhar cor. Os anjos ascenderam em voo, enquanto os demônios buscaram abrigo no submundo. Preto e branco — revelação e harmonia. Anjos e demônios: polos distintos, partes da mesma Obra. @rschumaher
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@ErikaSantos há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/7in7lB2QCQJii8PrllSRGPCfYV3co1NOqA8JJgwm.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/258' target='_blank'><strong>Súbita Atração</strong></a></p></div>
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