Em um dia ensolarado, Tânia, uma fotógrafa de 28 anos, chega à praia com o coração vazio. O encontro com Rafael, um jovem carismático, transforma seu dia em uma jornada emocional de amor e superação. Juntos, enfrentam inseguranças e revelações à beira do mar, construindo um vínculo que promete florescer.
Pois comece! Vou te dar uma dica (não é uma "regra", aqui não ditamos esse tipo de coisa... kkkk mas é algo que funcionou comigo):
Poste uma ou duas coisas sobre o que você escreveu, o que gosta de ler, e, de repente um trechinho de algo - e desmarque o cadeadinho para essa postagem.
Assim, mesmo quem ainda não assina o seu conteúdo vai poder ver e ler (e, se gostarem, isso ajuda a te seguir e te assinar). 😉
Eu já te assino, agora vou ficar esperando suas artes... 😊
Daí você está lendo de boas (de boas nada, de cabelo em pé) o conto da @CaDantasAutora e fica sabendo que a continuação é ano que vem? Poxa, miga, adianta aí pra nóis, nunca te pedi nada 🙏🏼🥺
Meu casal que se conheceu em um Réveillon veio aqui para desejar um 2025 cheio de escritas e leituras para escritores e leitores! 💖
Que o Literunico termine o ano que vem bombando no país todo. ☺️ 🙏🏼
#Bom dia
Palavra do dia:
#ℂ𝕆ℕ𝕋ℝ𝔸𝕊𝕋𝔼
Frase do dia:
"A inocência não dura a vida inteira.
Brinque de ser sério
E leve a sério a brincadeira."
— Rita Lee
Datas comemorativas de hoje, 31 de dezembro de 2024:
Véspera de Ano Novo.
Aniversariantes:
Henri Matisse (1869) — Pintor e escultor francês, um dos maiores nomes do modernismo.
Rita Lee (1947) — Cantora e compositora brasileira, ícone da música nacional.
Belo e nu.
As vestes nada escondem,
quando a alma se desnuda
em plena luz.
Trazes no peito as marcas,
feridas tão tuas, tão fundas,
que o tempo não calou.
Ah, essas frustrações
que não apagam o lume do olhar!
Sonhos dormem inquietos,
desejos tateiam o ar.
Sem bússola, sem norte,
mas plenos de fome.
Que a pele sedenta,
que os olhos febris,
ousados,
rompam as sombras.
Que busquem o pódio
beijando o caminho,
como quem dança com o porvir.
Vá! Sem promessas,
sem guarida,
como quem desafia o próprio céu.
Vá com a ousadia
de um peito que se guardou demais,
mas agora lateja,
querendo existir.
Querendo encontrar…
Cr💞s Ribeiro
Loucuras de um Luto
Escrever o segundo livro da série De Presa a Deusa foi um desafio. Eu me perguntava: “Como vou escrever algo que seja novidade, mas, ao mesmo tempo, que pareça a continuação do livro anterior?” A resposta foi o desenvolvimento de “Loucuras de um Luto”.
No livro anterior, “Sem Fôlego”, ficamos sabendo que Cláudia Toledo trabalhava numa empresa de softwares. Então, como era essa empresa? E como a empresa recebeu as notícias dos acontecimentos que envolveram a protagonista do primeiro livro?
Nasceu, assim, a narradora e protagonista Milena Souza, nossa segunda deusa. Uma mulher que poderia ser uma “mocinha clichê”, mas que, na verdade, foge do convencional. É ela quem vai abrir as portas da empresa e contar tudo que sabe a Cléber Portela — um agente da Polícia Federal, muito interessado em saber mais da história de Cláudia Toledo.
A narração se dá através de um depoimento, pois Milena é a única suspeita de um assassinato. Ela não vai poupar detalhes tanto sobre o dia a dia na empresa, quanto sobre seu relacionamento com Ighor Monteiro, vice-presidente da empresa SoftAmerican Solutions. E é por meio do relacionamento dos dois que o romance traz práticas BDSM, sem, no entanto, apelar para um relacionamento tóxico.
A história se passa durante a pandemia de COVID, logo esta se tornou um tema sensível que pode trazer gatilhos aos leitores.
A continuação com uma narrativa diferenciada, o livro é narrado como um depoimento. Milena mostra sua cara e todas as suas camadas, é uma delicia e muito divertido acompanhar essa história. Milena mostra-se bem lerdinha, mas na verdade ela tem muito mais a mostrar do que que se imagina. Sua relação com Ighor Monteiro é interessante, difente e quente. ❤️❤️❤️
Não sabe o que vai ler? Dependendo de como você quer ficar depois da leitura, pode escolher entre meus livros e os da @sylvviarubra
(Atenção que farei mais memes)
#Dia 237
Alteridade
É no encontro com o estranho
Que Alteridade se revela.
Não enxerga seu reflexo
Mas seu abismo mais profano
Engano?
Convida o olhar convexo
Seja a vida feia ou mais bela
Desgarrada do rebanho
Alteridade cria cores
Que não reconhecemos.
Assobia melodias
Que não nos lembraremos
"Existimos além de ti."
Ela vai fazer lembrar
Ao dividir, multiplicar
"Aproveitar um novo ano"
Eder B. Jr.
Entre os minutos
do ocaso diário
reside a fábula
dos que desejam
mas não se vêem
o astro ainda visível
já se foi a vera
o reflexo garante
uma breve esperança
a jornada da luz
no amanhã retornará
Edu Liguori
#Bom dia!
Palavra do dia:
#𝕄𝕌𝔻𝔸ℕÇ𝔸
Frase do dia:
"A verdadeira viagem de descoberta não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos."
— Marcel Proust
30/12
Dia de Athos
Aproveitando o hiato de comemorações entre Natal e Ano Novo, continuo no embalo oportuno e presunçoso do Universo em Órbita de criar datas.
O dia do Athos convida, em oposição ao dia de Elaryan, mas em paralelo, há escrever uma carta para você mesmo no dia 30/12/25.
Comente aqui sua mensagem!
Não te amo pela luz fácil das manhãs,
Mas na escuridão que calça os nossos pés,
Onde o silêncio não se esconde,
Mas perfura os sons, ferindo as horas.
És a pedra firme nas minhas margens
E também o rio que me navega.
Teu rosto é meu mapa de felicidade
E teu sorriso o objetivo que se revela
Não há nada em ti que não invade:
Uma marca a se cravar na carne,
Um poema que explode, no existir.
O nervo pulsante do amor
Talvez se fosses só paraíso,
Tudo isso ainda existiria?
Ou tua tempestade que devora,
Leva meu barco ao calor ou calmaria
Entre força e dor,
Imaginação, com o Sol ao seu pôr (e dispor)
Realidade, do intenso furor
Te admiro, pra sempre, onde você for.
#EderB.Jr.
#Revista
Sonetinho
Hoje tem dois poeminhas. Este, mais simples, vai de graça para todos conhecerem meu trabalho. O outro, que gosto mais, vai por R$ 1,00 - e continua a "promoção": aos R$50,00, você ganha uma edição física do livro de contos, crônicas e poesia! 😊
Sonetinho
Uma lágrima - muito pouco para provar
Que me amas como queres que creia;
Mal molha o rosto, de quem não soube amar;
Nem apaga o fogo que ‘inda me incendeia.
Duas lágrimas - mas já é por demais tarde;
Já não me tens em corpo e mente, já não sou
Aquela chama de amor, que em teu peito arde,
Aquele amor em chamas, que já te queimou.
Não chores, pois, com quem não mereça:
Levante o rosto, olhe em frente e cresça;
E não tente precisar mais de meus lábios;
Que eu não quero mais ter sua companhia:
Quero seguir a trilha, com a mente vazia,
Como fazem, por solidão, todos os sábios.
O Duro poema da Realidade
Não te amarei pela vida inteira;
Isso é apenas algo para enfeitar
Um poema; nada dura desta maneira,
Tampouco um amor haveria de durar.
Todo poema é, por excelência, exagerado:
“Te darei tudo, as estrelas, o céu, o mar...”
Esta não é a vida real; está errado
Prometermos coisas que nos é impossível dar.
Não; não serás a única; tampouco a derradeira;
Haverei de amar muitas, e tantas...
E a cada uma direi ser a mais faceira,
E as adorarei como se adora às santas.
Entretanto, ainda é por ti que meu coração palpita,
É a ti que amo, ainda, e mesmo assim
Ainda são teus poemas de quem acredita
Que terá teus carinhos por perto, junto a mim...
Por isso, ainda te adoro intensamente
De um amor febril, eterno e louco;
E continuarei te amando eternamente
‘Inda que este eternamente dure só um pouco.
Queria escrever uma poesia de chuveiro
Daquela que lava a alma, lava o corpo inteiro
Daquela que molha a boca e escorre pra dentro do peito
Daquela que rega a vida, que banha todo o ser
Mas de tanto lavar esqueci o que queria escrever...
Quando for me amar
ama devagarinho
de pouquinho em pouquinho
até transbordar
Quando for me amar
Ama feito garoa
que parece chuva a toa
e não deixa de molhar
Quando for me amar
Ama nas coisas pequenas
Ama como no poema
que se esforça pra rimar
Mas se não for amar
Não ame de pronto
Não me faça de tonto
Se não for me amar