Bem-vindo ao Litverso ✨
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Mostrando apenas posts públicos.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: O Guarani Autor: José de Alencar Ano de lançamento: 1857 O Guarani é um dos principais romances indianistas de José de Alencar e uma das obras mais importantes do Romantismo brasileiro. A história se passa no Brasil colonial e narra o amor impossível entre Peri, um jovem indígena da tribo goitacá, e Cecília, filha de um fidalgo português. Para protegê-la dos perigos da floresta e de invasores, Peri enfrenta diversos desafios, demonstrando sua coragem, lealdade e nobreza. A obra exalta o indígena como um herói nacional e idealiza a fusão entre a cultura europeia e a nativa. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Lucíola Autor: José de Alencar Ano de lançamento: 1862 Lucíola é um romance urbano que faz parte da trilogia de perfis femininos de José de Alencar, junto com Diva e Senhora. A história acompanha Paulo, um jovem recém-chegado ao Rio de Janeiro, que se apaixona por Lúcia, uma bela e misteriosa mulher da alta sociedade. Com o tempo, ele descobre que ela é uma cortesã e precisa lidar com os dilemas morais e sociais desse amor proibido. O romance aborda temas como hipocrisia social, redenção e a posição da mulher na sociedade do século XIX. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Encarnação Autor: José de Alencar Ano de lançamento: Publicado postumamente em 1893 Encarnação é um romance inacabado de José de Alencar que mistura elementos de realismo e espiritualismo. A história gira em torno de um amor que transcende a morte, explorando a ideia da reencarnação e do destino. A trama acompanha a paixão de um homem por uma jovem que parece ser a reencarnação de um amor perdido, levantando reflexões sobre a existência e os mistérios da vida. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Diva Autor: José de Alencar Ano de lançamento: 1864 Diva é um romance urbano que faz parte da trilogia de perfis femininos de José de Alencar, ao lado de Lucíola e Senhora. A história é narrada por Augusto, um jovem médico que se apaixona por Emília, uma mulher de beleza e inteligência notáveis, mas de personalidade orgulhosa e reservada. Ao longo da trama, Augusto tenta conquistar o coração de Emília, enquanto a narrativa explora temas como o ideal de feminilidade, as convenções sociais do século XIX e a construção do amor romântico. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Cinco Minutos Autor: José de Alencar Ano de lançamento: 1856 Cinco Minutos é um romance curto e epistolar, narrado em primeira pessoa. A história começa quando o protagonista perde um encontro por apenas cinco minutos e, por acaso, conhece uma jovem misteriosa em um ônibus. Ele se apaixona perdidamente por ela, mas enfrenta obstáculos para encontrá-la novamente. A narrativa, carregada de sentimentalismo romântico, acompanha a busca do amor verdadeiro e os desafios impostos pelo destino. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: As Asas de um Anjo Autor: José de Alencar Ano de lançamento: 1876 As Asas de um Anjo é uma obra menos conhecida de José de Alencar, pertencente à sua fase de escritos mais filosóficos e reflexivos. O livro traz uma narrativa que discute temas como o idealismo, a espiritualidade e a busca pela perfeição, refletindo sobre as limitações humanas e a aspiração ao sublime. Com um tom poético e introspectivo, a obra se afasta um pouco dos romances indianistas e urbanos mais populares do autor. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Ao Correr da Pena Autor: José de Alencar Lançamento: 1874 (publicado postumamente) Ao Correr da Pena* é uma coletânea de crônicas escritas por José de Alencar ao longo de sua carreira jornalística. Nelas, o autor aborda diversos temas do cotidiano, política, literatura e cultura da sociedade brasileira do século XIX. Com seu estilo refinado e crítico, Alencar oferece reflexões sobre a vida urbana e rural, além de comentários sobre costumes e acontecimentos da época. A obra é uma oportunidade de conhecer um lado mais pessoal do escritor, revelando seu olhar aguçado sobre o Brasil de seu tempo. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Alfarrábios: O Garatuja Autor: José de Alencar Lançamento: 1873 (publicado postumamente) Parte da coletânea Alfarrábios, O Garatuja é um romance histórico inacabado de José de Alencar. A história se passa no Brasil colonial e acompanha as aventuras de um jovem artista que busca conquistar seu espaço em meio a desafios sociais e culturais. A obra reflete o talento narrativo de Alencar ao mesclar ficção e elementos históricos, proporcionando um retrato envolvente da época. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Alfarrábios: O Ermitão da Glória Autor: José de Alencar Lançamento: 1873 Publicado postumamente em 1873, O Ermitão da Glória faz parte da coletânea Alfarrábios, que reúne escritos diversos de José de Alencar. A obra apresenta reflexões filosóficas e críticas sociais por meio da história de um ermitão que, isolado do mundo, observa a sociedade e seus costumes com um olhar aguçado e questionador. O livro evidencia a profundidade do pensamento do autor, indo além do romance e explorando temas existenciais e morais. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@JuNaiane há 1 ano
Público
#desafio 49/365 Um sorriso, para aquecer o peito Um carinho, já me pegou de jeito Uma palavra, ela sabe me deixar sem jeito Sua presença tem esse efeito De me fazer querer viver Mais um dia, Até amanhã, e depois... Infinitos amanhãs. Jusley Naiane
Lindo poema minha querida!🥰👏
@ricardolloco · há 1 ano
Lindo de se ver e sentir 🥰
Entre para comentar.
avatar
@ricardolloco há 1 ano
Público
Desafio de escrita # lua Ilusão da lua; Eu te ver maior. As fazes da lua Em E(mi) maior nova, envolvente. crescente, triunfante. cheia, de milagres e minguante resplandescente. Loucamente lunático; De amor intenso. Um eclipse, o êxtase! Do romance estático. Se quiser um conselho da lua?! Evolua! Seja para o bem ou para o mal. Evolua! Na parte física, mental e espiritual. Flua! A luz do amor; refletida. Que o choro não te flua dos olhos em sua; despedida. Dilua nas águas da esperança No oceano infinito As boas lembranças O tempo impirico Inclua a constância A bela dança cromática Estar com a cabeça na lua; Seu lado negro é enigmática! Lua de prata, Luar efeito borboleta. A lua de fazes; Suas fazes me completa By RLLoco
@afonso444 · há 1 ano
A inigualável inspiradora lua
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 1 ano
Público
Bom dia! Palavra do dia: #ℕ𝔼𝕍𝕆𝔼𝕀ℝ𝕆 Frase do dia: "O amor é nevoeiro, a branquidão que esconde a pedra suspensa no despenhadeiro." — Lêdo Ivo Datas comemorativas de hoje, 18 de fevereiro de 2025: Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo Dia Internacional da Síndrome de Asperger Aniversariantes: Lêdo Ivo (1924) Toni Morrison (1931) Assis Brasil (1932) John Travolta (1954) Christiane Torloni (1957) Priscila Fantin (1983)
Entre para comentar.
avatar
@tibianchini há 1 ano
Público
À noite todos os gatos são pardos Vi hoje que o tema era #Felino... E lembrei-me da primeira redação que fiz na escola, aos 11 anos. Ela ganhou elogios de todos os professores, e foi ali que percebi que tinha habilidade para escrever (e que queria ser escritor um dia). O tema da redação era "Medo" e o título era sugerido pelo livro didático. Espero que relevem erros pueris e a superficialidade de um garoto de 11 anos da década de 80... À noite todos os gatos são pardos  Eu estava andando à toa pelas ruas da cidade naquela noite fria e assustadora, que a fraca luz da Lua e a precária iluminação dos postes tentavam disfarçar. Eu tremia. Decidi que era hora de voltar para casa. A noite, porém, me convidava inevitavelmente a andar mais um pouco. Mas foi resistindo que cheguei em casa. Meus pais haviam ido a uma festa, e minha irmã, como todas as noites de sexta-feira, tinha pêgo um cineminha com o, ou um de seus namorados. Estava sozinho. Deitei-me na cama, olhei prô quadro que geralmente fica à minha frente e percebi que a paisagem refletia um campo verde cheio de árvores. Isso me fez lembrar: havia feito um lindo dia àquela manhã! O quadro, que aliás brilhava sobre a luz que vinha da rua, me aborrecia cada vez mais. Prá estragar de vez, começou a chover. E a chuva que caía insistentemente empurrava ainda mais o mormaço para dentro de meu quarto. Apaguei a luz e tentei dormir. Virei prum lado, prô outro, de bruços, de barriga prá cima...e nada. De repente, quando eu olho para a frente, eu vejo...dois olhos!!! Gelei. Dois olhos que brilhavam como dois diamantes na noite e nada mais eu via. Mas, num estrondo, vi algo ainda mais assustador: um corpo escondido por um véu!!! Sim, um corpo pequeno coberto por um véu ou coisa parecida que ficava perto do interruptor da luz. Pensei: "Quem sabe se eu levantar, acender a luz e poder ver nitidamente aquilo que me mete medo, talvez eu possa encarar numa boa". Tá bom. E cadê coragem de chegar até o interruptor, com aquele ser a guardá-lo? Eu estava apavorado. Nunca em minha vida pensei em ter "contatos imediatos de primeiro grau" com um OVNI que eu nem sabia o que era. Aqueles olhos piscavam e olhavam friamente para mim. Aquele ser se mexia de tal forma a me impressionar. Num relâmpago, gritei: abri os olhos. Abri e vi uma espécie de janela de luz à minha frente, na parede. Uma janela que eu nunca tinha visto antes que dava para um outro mundo e prá lá dela eu não via nada; só uma luz muito forte. Aterrorizado, era assim que eu estava. Os olhos, o corpo, a janela, a luz, a luz... Sim, a luz! Claro! A luz da janela!!! Criei coragem, levantei-me da cama, cheguei até o interruptor e acendi a luz. Acendi e dei risada da besteira que minha cabeça havia inventado: o tal corpo era somente uma toalha branca que eu deixo sempre na maçaneta da porta, e, sendo esta redonda, assemelhava-se realmente com um corpo. A tal janela era o quadro do campo que, refletindo a luz que vinha da rua, pela janela, brilhava, e os olhos... bem, os olhos eram realmente olhos. Olhos de um gato, preto ou pardo, que fugiu, pulando a janela, logo após eu ter acendido a luz...
Entre para comentar.
avatar
@tibianchini há 1 ano
Público
Não há nós. Há eu, há você. Não amarramos direito nossas vidas. Havia um laço Com pontas soltas. Com pontos sem nós. Há dois que não formam um; Há dois nenhuns tentando ser um Um para o outro. Fios de vida que se encontraram um dia E hoje, ao se separar, saem lisos: Não há nós.
@JuNaiane · há 1 ano
🥺🫂
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 1 ano
Público
Fétidos Somos fétidos E ao mesmo tempo mágicos Metidos a entendidos Que não enxergam Méritos Frente a finitude da vida Caminho só de ida Diferentes Mas todos iguais Tantos ideais Como se não fossem mortais Certezas cansadas Novidades ultrapassadas Céticos Com tanta fé no impossível Sem lembrar do previsível Do tangível Do tocável Os intocáveis De veias entupidas Oferecidas Às mordidas Doenças sugadas Enrugadas Memórias vazias Amordaçadas Reprimidas Não mais lembradas Quem era, se foi Se foi... Se foi... Até o que ficou Mudou O céu, o Sol A dor Acabou No eterno fim #EderBJr
@JuNaiane · há 1 ano
Forte e real 🖤
Muito lindo e profundo! 👏
Entre para comentar.
avatar
@fksilvain há 1 ano
Público
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 48- Fale sobre um livro autobiográfico. Esse livro eu li acho que logo no início da idade adulta e me encantei. É um dos livros que me dão a sensação de ser uma história de carne e osso, que sabe passar os sentimentos como se a gente vivenciasse aquilo ali. Lembro com carinho da delicadeza de alguns momentos do livro até hoje. #Link365TemasLivros
@sylvviarubra · há 1 ano
Amo demais!!!!
Entre para comentar.
avatar
@purapoesia há 1 ano
Público
Ponto sem Nós humanidade, um pulso na canção das estrelas uma ínfima reticência no obsidiano cosmo o calor que sinto o corpo o qual amo a refeição por qual salivo a brisa assanhadora a maresia inebriante a conversa passarinhal o anil, a pérola, o fogo tudo tão belo mas nada será além dum ponto numa costura sem fim.
@tibianchini · há 1 ano
Que belo poema! Me lembrou de um que havia feito... Vou postá-lo. (Mas, saiba: o seu é infinitamente melhor...)
Entre para comentar.
avatar
@MarU há 1 ano
Público
#Desafio 48 *M(edito)!* Silêncio na mente, Barulho no entorno, À minha frente. Silêncio na mente, Desligo o incômodo, Pacifico o inconsciente. Silêncio na mente, Respiro profundo Este ar pestilente. Silêncio na mente, Medito, concentro Dentro de mim. Silêncio na mente. Agora sim, me edito, Meditando assim! MarU
@calorliterario_ · há 1 ano
Silenciosamente dormiu ❤️
@JuNaiane · há 1 ano
Boa noite ❤️
Ótimo poema amiga! Nada é melhor do que uma mente tranquila e silênciosa 🥰👏
Entre para comentar.
avatar
@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
Público
Monstros das Profundezas Olhe bem para aquele ponto, o ponto final, o limite que dá fim ao infinito, a rua que termina em um beco sem saída! As paredes, a cada segundo, ficam mais perto, você está encurralado, prestes a ser esmagado! O ar começa a lhe faltar, a realidade te sufoca, e inutilmente você tenta respirar, como um pobre coitado procurando por esperança, desesperado, você procura por ar! Mas as ondas da dor te trazem para o fundo do mar, e tudo o que lhe resta é se afogar! No fosso profundo do mar obscuro, dor e silêncio é tudo o que se pode encontrar. Lá as feras noturnas do seu lado oculto vão despertar. Cabe a você a difícil tarefa de domá-las, só você pode prendê-las de novo, naquele velho poço onde ninguém se atreve a entrar! Aquela terra desconhecida, por onde nem mesmo você se arrisca a andar! Você tem medo do que pode encontrar, pois sabe que lá vivem as feras que você não sabe que pode se tornar! Lá habitam os monstros que você pode ser! É lá que nascem os cruéis sentimentos que tenta ignorar! Espero que consiga sair de lá! é melhor que consiga prender aqueles monstros, para finalmente voltar a respirar! Você precisa respirar de novo! Do contrário só loucura irá restar!
@MarU · há 1 ano
Profundo, Hugo! Sem querer, nem combinar, nossos textos de hoje, se combinaram. Notou? 🥹❤️‍🩹🫂
👏👏👏
Entre para comentar.