Bem-vindo ao Litverso ✨
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Mostrando apenas posts públicos.
avatar
@fksilvain há 8 meses
Público
<h5><span style='color: red;'>#Macunaíma</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/981'><strong>Macunaíma</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a terra não é cenário, mas destino, obras onde o vínculo com o solo é sagrado, político, inevitável. Quando a terra dá e tira, e quem a habita precisa aprender a colher sem esquecer que também é colhido.<br /> <br /> Não acho que o livro se encaixe bem no tema, mas Macunaíma é uma narrativa muito ligada ao Brasil, suas lendas e histórias.<br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Dia 174</p>
Entre para comentar.
avatar
@fksilvain há 8 meses
Público
<h5><span style='color: red;'>#Nolimiardaloucura:resgatadapelofederal</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/980'><strong>No limiar da loucura: resgatada pelo federal</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a narrativa se dá de dentro para fora, onde o mundo é percebido por um sujeito obsessivo, atormentado, e a linguagem revela não os fatos, mas os labirintos da mente.<br /> <br /> Li este livro recentemente. Um dos 3 narradores em 1ª pessoa é Fillipo Collalto, um médico misterioso e perturbado, cheio de segredos sombrios.<br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Dia 173</p>
Entre para comentar.
avatar
@fksilvain há 8 meses
Público
<h5><span style='color: red;'>#OGuarani</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/147'><strong>O Guarani</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde o desejo é o foco e a ruptura, obras em que amar, querer não é leveza, mas uma dificuldade, é conflito ou quebra do tradicional.<br /> <br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Este livro foi publicado em forma de folhetim e adorei esse ritmo dele que me marcou muito até hoje: a cena final de um capítulo sempre deixava a curiosidade para ler o capítulo seguinte. <br /> A ruptura está na relação entre um indígena e uma mulher branca, impensável para a época. E é por isso que Alencar resolve de uma maneira meio mágica o "problema".<br /> <br /> Dia 172</p>
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 8 meses
Público
Meu poder é perder não importa o esforço sempre podemos perder nada é garantido por aqui pimenta, cravo, açaí o time que eu torço tudo unido ou desligado há sempre que perder o fio, o senso, o sonho dormindo ou acordado uma chance de sofrer aqui tiro, ali ponho mas sei que um dia como dizia avó Maria — vais perder! Edu Liguori
Entre para comentar.
avatar
@tibianchini há 8 meses
Público
Amores Amores não acabam: vivem em nós Para todo o Sempre, nos fazem companhia; Amores não acabam: apenas nos deixam sós Quando se cansam da nossa rebeldia. Não, não se mata um amor, e mais: Nem se morre dele; vive-se somente; Não existem, na vida, amores fatais: Existem amores, amores simplesmente. Amores não acabam; amores simplesmente Esperam a hora exata de ressurgir, Tal Fênix das cinzas, dentro da gente, E novamente arder e nos fazer sorrir; Não há fim no amor; não; Amores jamais virarão pó... Amores são eternos; amores são Amores simplesmente; amores e só. E o meu amor por ti, este eu te digo Que não haverá nem dor nem saudade Que o afaste de mim: estarás comigo Em cada passo meu rumo à eternidade.
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
§§§ Minhas raízes ao teu corpo afagos deslizar. Tuas linhas o tempo, curvas e caminhos. Sob Clara Lua. Desvios, atalhos e desejos. Lagos línguas, suspiro sopros, arrepio ventos. Aroma pele amor ao ar pairam. Almas a se doar. §§§ JJr.
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
*** Sonora buzina ronca o motor. Semáforo sonha três tempos, minuto paralisa pedestres. Passado, Presente e Futuro. *** JJr.
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
~~~ Sopram ondas de poeira e formam-se do avesso. Poucas gotas pronunciam garoa. Cheiro voa e invade o corpo, chuva desaba e lava a alma. ~~~ JJr.
Entre para comentar.
avatar
@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
Público
Terra Fértil São férteis essas terras tupiniquins. Daqui brotam os melhores artistas, e como belas videiras desabrocham suas belas obras. Elas crescem. Crescem como lendas colossais, nos alimentam com o doce mel de suas estranhas mentes. Marcam nossas almas a ferro quente e se tornam imortais para todo o sempre. E a cada novo broto que surge, surge porque deles vem a semente. Surge porque dessa terra a arte nasce aos montes. Ah, quanto ouro há nessa terra farta. Quantas raras pedras aqui nasceram. Os outros que lutem para nós alcançar, pois um só dos nossos bota o mundo todo abaixo. Pois essa arte não é qualquer uma. Essa arte é brasileira.
Entre para comentar.
avatar
@CrisRibeiro há 8 meses
Público
#Desafio 184 Coração sem norte bate em desalinho no peito onde a sorte desaprendeu o caminho. O pêndulo (frouxo) oscila entre o querer que queima e o temer que paralisa. Minhas rotas: borradas falham em traços dispersos desenhados por dedos trêmulos num vidro embaçado de dúvidas. No meio do voo abandonei minhas asas por impulso por susto por poesia. Girei em falso num céu de cacos onde nenhuma estrela permanece. Mas há um fio tênue teimoso que não se parte no vendaval. Não há névoa nos olhos da minha alma. Eles seguem: verdes nítidos obstinados. o único par que me enxerga sem disfarces que me acolhe quando sou espinho. Esse olhar me ancora me amarra no chão me acende me aflora me refaz em canção. E eu cubro de volta sem medo sem fuga: me aquieto no amor. Sempre vou. Cr💞s Ribeiro
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 8 meses
Público
Minha cara amiga como nós sabemos quem já conheceu o fundo ama a superfície não precisa de montanhas conselho nunca foi gratuito nem uísque nem outras coisas boas mas daqui de longe te mando um telegrama que diz seja você mesma diga não quando necessário e beije sua vida e seus amores o resto é só enredo Edu Liguori
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Inebriar a alma.</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/inebriar-a-alma-68670fe6b6cb7'>Clique aqui</a></p>
Entre para comentar.
avatar
@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
Público
Cavalo Brasil Que voraz armadilha se meteu, o selvagem alazão, que pelo canto estrangeiro se deixou levar para as profundezas da servidão! E mesmo já tendo escapado, passou a porteira com as cores do império que lhe escravizou! E mesmo livre de novo, foi preso de novo, por um novo nem tão novo assim! E livre foi feito de bobo pelo homem de verde, de mão nada amiga, mas braço bem forte: batia no lombo, batia o chicote! Mas novamente o cavalo viu a liberdade. Será liberdade? Ou só pasto novo com cerca mais longe? Será liberdade ou só dono novo? Espero algum dia que esse velho cavalo alcance um futuro mais livre que o hoje!
Entre para comentar.
avatar
@MarU há 8 meses
Público
#Desafio 182 *Atração* Cada poro do meu corpo pressente você, te convidando a amar, exalando feromônios no ar. Meus olhos, a te fitar, brilham como estrelas ao vê-lo devolver-me um olhar. Você acende pra mim em meio à multidão. O Universo em conspiração. Você, minha constelação. Nossa mágica em fusão. Nossos corpos magnéticos: atração. MarU
@EscritosdeVitorHugo · há 8 meses
Que poema esplêndido amiga! Quando eu crescer eu quero ser igual a você rs! Você é sempre talentosa demais com as palavras!🥰❤️
Entre para comentar.
avatar
@JuNaiane há 8 meses
Público
A lembrança do teu beijo me atormenta o dia inteiro. Quanto mais eu me afasto, mais de você desejo. #desafio 365/183
Entre para comentar.
avatar
@CrisRibeiro há 8 meses
Público
#Desafio 183 A balança entre nós Se encontraram uma vez, na esquina torta do destino um com o peito pra dentro, outra, querendo colo divino. Ele pesava o mundo em silêncio, ela gritava com olhos de luz. Ele: introspecto, ela: explosão que seduz. Na balança dos dois, não havia medida justa: ela queria mimo, ele, caverna e busca. Amaram-se num relâmpago, que cortou o tempo em dois. Ela queria ser tocada com palavras, ele, calava depois. Ela: sobrecarga de afeto. Ele: superproteção. Dois excessos opostos, dançando na contramão. Ela queria atenção inteira, ele, amar sem se expor. Dois pesos de uma moeda, que só gira na dor. Hoje, ele carrega suas culpas, feito pedra na alma, discreto. Ela finge não doer, mas chora por um abraço completo. A balança nunca equilibra quando um ama em silêncio e o outro em voz alta demais. Mas ainda assim, ambos pesam: no mesmo coração, em lados opostos do cais. Cr💞s Ribeiro
@JuNaiane · há 8 meses
Perfeito e triste 🥺
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 8 meses
Público
Livro: Da minha aldeia vejo quanto a terra Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Da minha aldeia vejo quanto a terra é um dos poemas mais representativos da filosofia de Alberto Caeiro. Nele, o poeta afirma que não é preciso viajar para conhecer o mundo — basta olhar verdadeiramente para o que está ao redor. A partir de sua aldeia, ele sente que vê o mundo inteiro, porque enxerga com atenção e presença. O poema é um elogio ao olhar simples e atento, à valorização do lugar em que se está, e uma recusa da inquietação que busca fora o que já existe dentro do momento vivido. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.