Bem-vindo ao Litverso ✨
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Mostrando apenas posts públicos.
avatar
@novidadesliterunico há 8 meses
Público
18 de Julho – Celebramos Nelson Mandela Hoje comemoramos o nascimento de um dos maiores líderes da humanidade: Nelson Mandela. Símbolo da luta contra o apartheid e defensor incansável da paz, da justiça e da reconciliação, Mandela nos deixou um legado que ultrapassa fronteiras e inspira gerações. Em suas palavras e ações, aprendemos que o perdão é mais poderoso que o ódio, e que a coragem de sonhar com um mundo melhor pode transformar realidades. Ele enfrentou a prisão, a opressão e a dor – e ainda assim saiu com um sorriso de esperança e braços abertos ao diálogo. Nelson Mandela: Longa Caminhada Até a Liberdade (Volume 1) : https://www.literunico.com.br/books/1047
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 8 meses
Público
Me interesso e já confesso tu nem viu nem sentiu e é assim sim que vamos indo tudo lindo tu aí eu aqui e Platão pimpão só sorrindo Edu Liguori
@eduliguori · há 8 meses
😄 <3
@eduliguori · há 8 meses
😄 <3
@MarU · há 8 meses
Adorei! 🥰🤌 Fofura, poesia e filosofia. Tinha que ser do Edu.
Entre para comentar.
avatar
@MarU há 8 meses
Público
#Desafio 198 *Encanto* Ah… doce ilusão que me causa encanto. Pra quê tanto desassossego e apego? Se sinto a todo instante dentro do peito essa necessidade de falar com você. Se minha vida se adaptou a acompanhar sua rotina e te dedicar tempo na minha. E questionar: como estará? Se também, como eu, está a pensar em mim como eu penso em você? E o querer, que transcende a barreira do pensamento e intenso arde por dentro… Te querendo, vou abrigando dentro do peito um sentimento que arde sem alarde. A chama que te chama e me inflama e me invade, acendendo o sentimento de quem ama… Ou se engana, de paixão sem querer, neste querer… grita em liberdade. MarU
@CrisRibeiro · há 7 meses
Tão lindo, amiga!
@JuNaiane · há 8 meses
❤️
Entre para comentar.
avatar
@CrisRibeiro há 8 meses
Público
#Desafio 196 Olhos verdes Olhos verdes, mistério líquido. Floresta olhando ao redor: silenciosa, ofegante, vestida de segredos. Neblina de cachoeira, véu que esconde o abismo e embala quedas com dedos suaves. O que há por trás? Talvez um grito contido. Talvez um jardim ferido. Medo? Dor? Amor, sei que há ali… Profundo, intacto, nascente que insiste em brotar entre rochas que sangram. E no poço do seu olhar, não há retorno. Só entrega. Quem entra, sai outro. Ou não sai. Cr💞s Ribeiro
@JuNaiane · há 8 meses
🥹❤️
@MarU · há 8 meses
❤️🥰🤌
Entre para comentar.
avatar
@luscaluiz há 8 meses
Público
"O QUE (NÃO) CABE NO POEMA" A máxima “no poema tudo cabe” circula com frequência nos ambientes literários e nas redes sociais, e a princípio soa libertadora. Mas o que parece afirmação de abertura pode, se não for bem compreendida, lançar a poesia no terreno da dispersão e da confusão conceitual. Sim, é verdade que toda experiência humana pode, em potência, ser convertida em matéria poética — da cena cotidiana à revelação metafísica, do banal ao sagrado. Mas isso não equivale a dizer que qualquer conjunto de palavras dispostas em versos, com quebras artificiais e alguma ênfase emocional, possa ser chamado de poesia. Dizer que “tudo cabe no poema” é esquecer que a poesia não é um recipiente passivo, mas uma forma viva. E toda forma impõe limites, ainda que móveis. O poeta não é um transcritor do mundo, mas alguém que o reorganiza pela linguagem. Busca uma forma justa, necessária, que revele o invisível contido no real. Isso requer precisão, escuta, elaboração. Não apenas impulso ou expressão espontânea. O erro recorrente que observo, sobretudo na produção online, está na suposição de que a simples disposição do texto em verso já confere legitimidade poética à escrita. É o fetiche do corte de linha. Colocam-se palavras em fileiras verticais, estrofes soltas, frases vagamente emotivas, e se publica com a alcunha de poesia. Há ali, muitas vezes, sinceridade, desejo de dizer algo, mas falta o essencial: a transfiguração pela linguagem. A maioria desses textos não ultrapassa o campo da intenção. Por outro lado, é igualmente ilusório acreditar que a forma fixa por si só — rimas, métricas, estrofes regulares — possa garantir a qualidade poética. A rigidez formal sem pulsação interior produz apenas caricatura de poesia, uma engenharia de superfície. O poema, mesmo quando metrificado, precisa nascer da tensão entre contenção e impulso, entre música e silêncio. A forma deve ser conquistada, não colada como molde. É nesse ponto que o verso livre exige ainda mais responsabilidade formal. Ao abdicar dos contornos visíveis da métrica ou da rima, o poeta assume o desafio de criar sua própria ordem interna. Não se trata de escrever livremente, mas de encontrar um ritmo necessário. Um campo de forças entre as palavras, um equilíbrio que só se revela a quem escuta profundamente a linguagem. O verso livre, quando bem realizado, é filho da escuta, não da licença. Durante minha formação, senti falta de uma mediação crítica que me ajudasse a distinguir entre intenção e realização, entre afeto e elaboração. Foi isso que me levou, anos depois, a tentar oferecer essa mediação a outros. Não como autoridade, mas como alguém que também está a caminho, e que confia na tradição como aliada. Não como prisão, mas como ferramenta. Poesia não é tudo. Poesia é tudo que passa pelo fogo da linguagem e se transfigura.
Entre para comentar.
avatar
@novidadesliterunico há 8 meses
Público
Hoje é aniversário de João José Cochofel (1919–1982) Crítico literário, poeta e ensaísta português, Cochofel integrou o movimento neorrealista e fez da palavra um instrumento de consciência social. Seus versos são sóbrios, mas carregados de humanidade — um convite à reflexão sobre o tempo, o povo e a justiça. Breve Poesia Completa: https://www.literunico.com.br/books/1046
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 8 meses
Público
Me engano muito mais que acerto me aperto muito mais que devia como seria se fosse esperto não entrasse pelo cano o engano que me persegue Edu Liguori
Entre para comentar.
avatar
@deivesferraz há 8 meses
Público
Programado(micro conto) -- O artificial eu tô vendo, mas a inteligência tá difícil - digo indignado quando a IA me dá uma resposta totalmente insatisfatória. -- Ao menos posso evoluir. Minhas peças serão trocadas, meu sistema atualizado. Sua obsolescência programada de no máximo 120 anos, lhe coloca um limite predeterminado que, para mim, será apenas um piscar de olhos na possibilidade de minha existência. Tirei o Dot da tomada só pra mostrar pra ela quem que manda.
@JuNaiane · há 8 meses
Adorei
Entre para comentar.
avatar
@deivesferraz há 8 meses
Público
Agradeço a quem comprou meu livro aqui no Literúnico! Isso é realmente animador 😁😁 Que vc tenha uma bela aventura!!
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
Cartas. "...escrevi ABRAÇO Nesta folha para Ficar gravado como numa FOTOGRAFIA Que desejo na LEMBRANÇA... JJr.
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
~!~ Calma clara que ilumina deveras tú devorar a beleza de menina, paixão formula sina. Tudo se ajeita com seu jeito. Solidifica a linha o elo, belo em conexão. Sim, o Jasmim aroma ainda intangível invisível a mim. ~!~ JJr.
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
! A boca é infame, deseja e anseia. Sussurra beijos pelos olhos. A língua procura, invade e se mistura. ! JJr.
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 8 meses
Público
~|~ Gigantes vaga-lumes choram chuva que esparrama vira lama. Suspiro sopra o vento, cheira choro a chuva chamando o par. ~|~ JJr.
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 8 meses
Público
#Dia 348 Estímulo Um sopro breve e tudo muda, na íris, a faísca explode. Estímulo: voz aguda, Não se importa se não pode É o toque sutil do invisível, é verbo que enxarca as veias, feito impulso irreprimível que até estátuas, incendeia. Não grita, apenas insinua com perfumes de sua intenção. Desperta a carne que flutua com sede de pura criação. É o som antes do grito, o raio antes da luz. Estímulo, íntimo rito, que da inércia se conduz. Não espera recompensa ou glória, é o efeito que se faz querer. Semente de toda memória que escolhe permanecer. Eder B. Jr.
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 8 meses
Público
#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 59 Comente na Biblioteca em um livro que trate o amor com desvio e verdade, sem a maquiagem do ideal, onde o sentimento é vivido com falha, beleza e contradição. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 197 Definição Inútil do Amor Se o amor fosse um gesto, seria o que falha. Se fosse palavra, seria a que hesita. Mas o amor, seja lá como for, vem torto, vem tarde, vem sujo. E mesmo assim, chega ao altar. Amor é o sim que treme. O toque que fere. O não que volta pra buscar. Indicação: Amor, seja lá como for — Luiz Coronel @literunico <h5><span style='color: red;'>#Amor,SejaLaComoFor</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1045'><strong>Amor, Seja La Como For</strong></a></p>
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 8 meses
Público
#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 58 Comente na Biblioteca em um livro que trate a infância não como ingenuidade, mas como potência crítica. #Desafio365Postagens Dia 196 Quando os Pequenos Enxergam Gigantes A infância não é silêncio. É linguagem ainda não domesticada. É olhar que ainda não esqueceu de ver. Quando uma criança pergunta por que os adultos mentem tanto, ela não quer resposta... ela quer consciência. a hora Sempre é das crianças é o tempo que o mundo esqueceu de ouvir. E, por isso, tudo que é dito nesse tempo parece assombroso. Mas assombro é só a lucidez dita com voz fina num mundo que aprendeu a ignorar tudo que não grita. Indicação: A Hora das Crianças — Walter Benjamin <h5><span style='color: red;'>#AHoradasCrianças:NarrativasRadiofônicas</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1044'><strong>A Hora das Crianças: Narrativas Radiofônicas</strong></a></p>
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 8 meses
Público
#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 57 Comente na Biblioteca em um livro que explore o amor como força histórica, atravessando séculos, regimes, dilemas éticos e transformações culturais. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 195 Amor por Eras Amar é um verbo que atravessa impérios. É ato político, quando desafia tronos e a ternura enfrenta convenções. Há amores que não cabem na moldura do tempo, e se escondem em cartas, em silêncios, em sacrifícios que a História esqueceu. Mas também há os que resistem, entre muros e mandatos por saber que amar, às vezes, é o único gesto realmente humano. Indicação: Aqueles que Amam — Irwin Stone <h5><span style='color: red;'>#AquelesQueAmam</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1043'><strong>Aqueles Que Amam</strong></a></p>
Entre para comentar.