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@CrisRibeiro há 7 meses
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#Desafio229 Flor que Floresce Para Eliz, que inspira luz em cada instante. Em cada gesto, gemidos de lira. Em cada giro, um verso delira. Beleza em curvas, cintila, convoca, brilha, bendiz, com olhar provoca. Reflete a essência, profunda, tão rara, de quem ousa vê-la, de quem se declara. É presença, é perfume, é riso, é encanto. Força fluida, feito fogo e vento, suave, severa, enxuga o tormento. Cicatrizes cantam canções doloridas, mostrando ternura, curando feridas. Flor que floresce no fundo das fendas, raio que rasga as noites tremendas. Afrodite? Hera? Não: mais que humana. Eliz é chama: a musa que emana. Calíope em carne, cria poesia, arrasta desejos na noite e no dia. Entre mito e vida, entrega total: presente que pulsa, amor sem igual. Cr💞s Ribeiro
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@fernandafrankka há 7 meses
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Conto Quando o coração chama - Parte II — Está linda! — Clara virou-se lentamente para encará-lo com curiosidade. O cantor franziu o cenho brevemente com a possibilidade de estar sendo atrevido, mas quando a menina sorriu ternamente, sentiu que o brilho da lua agora se alastrava por todo seu interior, e não somente pela sala. — Eu sei quem você é. Ouço no rádio às vezes. — Você gosta de música? — Rafael se aproximou um pouco mais, Clara baixou as vistas, não gostava de encarar as pessoas. — Eu amo música. Amo como elas podem tocar as pessoas, mesmo quando estão longe. — E você gosta da minha música? — A garota sorriu abertamente, mas o jovem não soube dizer se era um deboche ou elogio, mas sentiu um ligeiro vazio no peito quando a prima negou com a cabeça. — Não? — A frustração acompanhou seu tom enquanto Clara negava mais uma vez — Seria muito idiota da minha parte perguntar porquê? — O músico estreitou as sobrancelhas na expectativa de uma resposta plausível, Clara parecia contar as estrelas no ar, olhando fascinada para o céu iluminado. — As letras...elas não têm alma. Rafael soltou o ar preso nos pulmões, surpreso com a resposta honesta e objetiva. Piscou algumas vezes, tentando assimilar o peso das palavras dela, sabia que não eram inverdades. — Como acha que deveriam ser? — Clara voltou sua atenção para Rafael e deu dois passos, ficando muito próxima dele. Seus olhares se encontraram e o cantor estava hipnotizado pelos brilhantes olhos verdes. Clara estendeu a palma da mão no peito dele, na altura do coração. Ele suspirou forte. — Elas têm que vir daqui...bem lá do fundo. Aí vai tocar as pessoas. Rafael não sabia explicar, mas a presença da garota despertava sensações há muito tempo perdidas e como se estivesse envolvido por um campo magnético, queria estar cada vez mais próximo dela. Precisava descobrir mais. Num impulso, pôs sua mão sobre a dela por um segundo, uma eletricidade cortando todo seu corpo. Ficaram numa conversa muda com os olhos e quando o rapaz fez menção de se inclinar na direção dos lábios finos e rosados, seu bipe de alerta apitou, chamando-o para a realidade. — Mariana! Rafael entrou no quarto que dividia com a irmã num sobressalto, seu coração apertou ao ver a dificuldade que ela tinha para respirar. — Calma! Eu estou aqui, Mari! Já vai passar. — falou, manipulando o cilindro de ar reserva para a troca segura da irmã. Suspirou aliviado quando acompanhou a respiração dela voltando ao normal gradativamente. Após alguns minutos, Mariana voltou a dormir e Rafael retornou para a sala, na esperança de retomar a conversa com Clara, mas só encontrou o ambiente vazio. Acordou mais cedo do que costumava e nem se preocupou em tomar café. Munido de seu violão, saiu porteira afora para arejar a mente. Precisava de um lugar quieto onde pudesse colocar para fora as palavras que não paravam de borbulhar em sua mente após sonhar com a misteriosa jovem da noite anterior. Iniciou as primeiras notas e involuntariamente sentiu um alivio dominando todo seu coração. Havia escrito a letra assim que acordara antes dos primeiros raios de sol. À medida que a melodia crescia, Rafael sentia-se diferente de quando gravava as músicas impostas pela gravadora. Sabia que com certeza daria um tiro no escuro, mas algo dentro de seu coração dizia que aquela canção seria o renascer da sua carreira. Estava grato por ter encontrado Clara, pois sem sua ajuda, talvez, permanecesse no mesmo looping de músicas medíocres, mas que fazia muito sucesso com o público. Sentia-se um verdadeiro artista agora. Voltou para o sítio revigorado. Marina tomava café e sorriu ao visualizar o semblante brilhante do irmão. — Viu passarinho verde? Onde foi tão cedo? — Terminei a canção, — Falou exultante, numa felicidade atípica de anos — Vai ser um estouro, maninha — afirmou, beijando o topo da cabeça da irmã — Onde está o tio? — Saiu a alguns minutos, precisava ir num lugar, mas não sei onde. — E a Clara? — Questionou mordendo uma torrada. — Quem? — Clara, nossa prima. Já apareceu pra tomar café? Preciso agradecer a ela por ser uma inspiração. — Rafael uniu as sobrancelhas quando a empregada trocou um olhar confuso com Marina. — O que foi? — O moço vai desculpar, mas a menina Clara está no hospital já faz um ano. Hoje é aniversário dela. Rafael sentiu o peito afundar uma tonelada, o baque deixou o músico desnorteado por alguns segundos. Como poderia a jovem estar internada quando conversaram na noite passada? Seu próprio tio confirmou que ela não saia do quarto? Não estava entendendo nada, mas não queria parecer um louco diante de toda a situação. — Se ela está no hospital, por que ontem meu tio disse que ela mal saia do quarto e que até as refeições ela faz lá dentro? — Seu tio sempre teve certeza que o espírito da filha permanecia aqui. Diz que a vê algumas vezes. Ele ainda não perdeu a esperança dela acordar a qualquer momento. — Eu preciso vê-la. Qual é o hospital? Continua...
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@literunico há 7 meses
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Ela não tem começo. Ela se faz meio. Ela está além do fim. E enfim... arrebenta. como ar na face, como água na sede, como calor na carne. Seus abismos são meu lar. Se um dia precisaram de escuridão, hoje abrimos os braços e seus olhos fazem voar. E eu te encontro na ribanceira do instante, meu chão, meu espaço, meu universo infinito. Há um rio dentro dela: de relâmpagos, de vozes presas que me atravessam como flechas. E eu? sou sua barca em tormenta, o corpo engolido, o náufrago grato. Na incandescência do que não dói, queima e cicatriza ao mesmo tempo. Marca que não pede fuga, fronteira que me dá raiz. Ela me arrebata, me toma, me explode, me implode. E eu imploro que continue. E tudo me absorve. Chamar isso de amor? Impossível. É mais que nome. É mais que palavra. É fúria divina, incêndio companheiro, presente impossível. No corpo: um terremoto em câmera lenta. Na alma: um cortejo de erupções. No silêncio: a última música antes da próxima. Eu, por escolha, a celebro. Não com flores, mais que clichês... No nosso sangue, no futuro, na eternidade da vida. Pois ela merece a imortalidade da Felicidade.
@eliz_leao · há 7 meses
Amo vc 💖 Sem palavras .
@eliz_leao · há 6 meses
Te amo🩷
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@GilbertoHSG há 7 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/Y7NH0ABCQikC2xQ3ZGzDZ0ul0foWksJ87ro5L4YX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/48' target='_blank'><strong>Torh Ius IV - O Ultimo Herdeiro</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/48/chapters/235' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo IV - O Quadro" completo</a></p></div>
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@MarU há 7 meses
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#Desafio 218 *A verdade é um tédio* Com um lápis na mão, crio asas. Visto a carapuça de vilã, sou vira-casacas. Me faço sem vergonha, sou a vivant. Não tenho amarras entre o papel e a palavra. Eu crio minha própria história, aprecio meus momentos de vitória. Até fechar o caderno, guardando minhas notas, e desfazer meu belo castelo. Retornar à realidade, com requintes de crueldade. Na vida real, não há escapatória: a verdade é um tédio. MarU
@tibianchini · há 7 meses
Ah, vá!... Mas belo poema! 😜
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@MarU há 7 meses
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Spoiller aqui, pode? 👀 Fui convidada para participar de um sarau num evento cultural dia 05/09 em Pinheiros-SP Ainda parece surreal pra mim. Querem detalhes?
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@novidadesliterunico há 7 meses
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Robert Stone escrevia como quem atravessa zonas de conflito, externas e internas. Seus romances expõem o lado sombrio da fé, da guerra, da política e da alma humana. Com uma prosa intensa e crítica, ele mostrou que viver no mundo moderno é muitas vezes uma forma de combate. Quem vai fazer a chuva parar?: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1092">Aqui!</a> #literunico #RobertStone #FicçãoAmericana
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@MarU há 7 meses
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#Desafio 217 *Elizandra* Ela ainda é uma menina… arteira, sapeca, daquelas que roubam a cena, moleca. Uma menina, nada pequena, imensa… uma menina serena, uma que reluz ao longe, e resplandece… uma menina luminescente que encanta a todos com seu lumiar, essa menina lunar, que aprendeu a lutar contra tanto, aprendeu a falar o que pensa com encanto. Essa menina que sangra, mas encara tudo, mesmo com os olhos em pranto… essa menina que segue amando. Ela pode até crescer, mas sem jamais deixar de ser o calor que aquece a todos com seu viver. Essa menina mulher está aniversariando. E essa menina é você, minha amiga, Elizandra. Te amo! MarU
@eliz_leao · há 7 meses
Ownn. Ameeei 😍 te amo miga
@eliz_leao · há 7 meses
Ownnn💕🩷💕🩷 amuce
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@novidadesliterunico há 7 meses
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Você já ouviu falar no evento Exploda o Seu Kindle? Será que algum autor que você conhece está participando? Ou você mesmo já pensou em se jogar nessa? Conta pra gente nos comentários! #explodaoseukindle #autoresindependentes #literaturaemfogo #literunico
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@novidadesliterunico há 7 meses
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Salvatore Quasimodo acreditava que a poesia podia atravessar a dor e transformar o mundo. Vencedor do Nobel de Literatura, deu voz à solidão humana e às cicatrizes da guerra com sensibilidade e firmeza. Sua escrita é memória, denúncia e esperança — em versos que ainda nos tocam. Poesia: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1091">Aqui!</a> #literunico #SalvatoreQuasimodo #PoesiaItaliana
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@novidadesliterunico há 7 meses
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Joaquim Nabuco foi mais que um político: foi um pensador que lutou com palavras pela liberdade. Um dos maiores nomes do abolicionismo no Brasil, uniu literatura, diplomacia e justiça social em uma trajetória marcada por elegância intelectual e coragem moral. Sua escrita ainda ecoa — com ideias que continuam atuais. Joaquim Nabuco: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1090">Aqui!</a> #literunico #JoaquimNabuco #HistóriaEmPalavras
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@literunico há 7 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 84 Comente na Biblioteca em um livro sobre amor pastoril. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 222 Mar Chamo-te entre colinas sonorosas, onde o zéfiro afaga a relva em flores, e o rio, em ondas brandas e saudosas, segreda aos céus seus êxtases e amores. Não és pastora, és tempo em suspensão, auréola de promessa em tom arcano; qual num soneto, ergues-te em canção, em verso augusto, puro e soberano. Na lira íntima, o teu nome penetra, figura imarcescível, quase deusa; teu toque, a paixão interpreta, teu vulto abrigo, pátria, fortaleza. E quando o orbe inteiro se abismasse, em Dirceu restaria teu eterno canto: amor que em verbo excelsamente nasce, e em rima se converte em mito santo. Indicação: Marília de Dirceu — Tomás Antônio Gonzaga @literunico <h5><span style='color: red;'>#MaríliadeDirceu</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1082'><strong>Marília de Dirceu</strong></a></p><p>
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