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@MarU há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/FJT7PZrZV24YBwuWGMNYNNCuQ3gax0cGQM7BveTi.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105' target='_blank'><strong>Conto com você</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105/chapters/258' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Sinopse - Infinita" completo</a></p></div>
@CrisRibeiro · há 6 meses
Parabéns aos dois! Lindo texto. O que não é surpresa…
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@eliz_leao há 6 meses
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Em português se diz : Você me faz falta. Em poesia dizemos: Meu abrir de olhos, Ao amanhecer, Se tornou um hábito, Já que não me vejo inteira. E sigo Pela existência, De outras pessoas, Que também amo. Mas minha alma Insiste em não despertar, Naquela parte, Que somente a ti pertenceu. Eu sinto seus braços ainda Quando outrora, Me rodeavam. O seu perfume, Está apenas Na minha memória A maciez dos seus cabelos, Que já roçaram O canto do meu riso de menina... O olhar que me encarava À mesa do café da manhã, Do almoço E dos jantares intermináveis Em frente à tv. E as manhãs de domingo? Agora, são somente manhãs. Assim comos todos os nossos dias, Se tornaram apenas uma página, Que o tempo desbota, Que envelhece, tal e qual A pele do meu rosto, Por onde escorrem as lágrimas, Pelo tempo que não pudemos ter. Essas rugas, Que você nunca verá . Eliz Leão Ao meu pai.
@CrisRibeiro · há 6 meses
Belo como a autora!
@MarU · há 6 meses
🥹❤️‍🩹 out… que texto lindo… é dolorido tbm! Meu amoi, você descreveu perfeitamente uma saudades dolorida, da forma mais linda, dentro de uma memória, uma cena da tua vida. 🥹❤️ isso é um dom, poetiza. Amucê, gemulinha! 🥹❤️🫂
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@jjr há 6 meses
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Não sei, Os olhos Se encontraram E foi como se O momento Deveria Ter acontecido, Programado Pela vida. Uma sensação Que não sei O que é, O que foi, Mas foi intenso. Sexual! Um devorar, poucos segundos, Apenas uma vez. ~*~ JJr.
@MarU · há 6 meses
Adorei, Jason! ❤️‍🔥 Olhos que enxergam almas.
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@novidadesliterunico há 6 meses
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Mary Shelley (1797–1851) foi uma escritora inglesa e autora do clássico Frankenstein ou o Prometeu Moderno (1818), considerada uma das precursoras da ficção científica. Filha da filósofa Mary Wollstonecraft e do pensador político William Godwin, ela cresceu cercada por ideias progressistas e intelectuais influentes. Seu romance mais famoso foi escrito quando tinha apenas 18 anos, durante uma estadia com Percy Shelley (seu futuro marido) e Lord Byron, numa noite de desafio literário. Frankenstein não é apenas uma história de horror gótico, mas uma poderosa reflexão sobre os limites da ciência, a solidão e a responsabilidade ética da criação. "Mary Shelley, Além da Criatura: Todos os Contos, de 1819 a 1839: https://www.literunico.com.br/books/1108"
@rosana858 · há 6 meses
Adorei descobrir a história de Mary Shelley e do seu lendário Frankenstein!
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@rosana858 há 6 meses
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Nesta crônica, convido você a me acompanhar a uma farmácia de hoje — repleta de shakes, esmaltes e promessas de saúde — enquanto minhas memórias me levam às farmácias da infância, com seus cheiros, cores e lembranças marcantes. Entre risos e nostalgia, percebo que, às vezes, saímos de um lugar simples levando muito mais do que esperávamos. Crônica - A Farmácia da Vida Moderna Juro que não sou frequentadora assídua de farmácia. Só entrei porque arranquei o siso e precisava comprar antibiótico. Mas confesso: assim que atravessei a porta, tive a sensação de ter parado no endereço errado. Uma geladeira vertical transbordava shakes de todos os sabores e promessas. Ao lado, um freezer abarrotado de sorvetes me chamava; peguei alguns picolés para tentar refrescar a boca em luto. À direita, um corredor inteiro de esmaltes, hidratantes, batons… tudo quase em promoção. No caixa, barrinhas integrais e proteicas, alinhadas como se vendessem saúde em doses embaladas. Foi então que a nostalgia me atingiu. Cadê a farmácia raiz da minha infância? Aquela em que o álcool ardia só de olhar? Onde o merthiolate era vermelho e denunciava a travessura por uma semana inteira? Hoje é incolor, indolor… e, quem sabe, até ineficaz. Cadê o Neocid, que matava nossos piolhos, mas, vá entender, não nos matava também? E a Emulsão Scott, que tinha gosto de castigo, com aquela figura de bacalhau zombando da nossa careta? Hoje, farmácia é quase um shopping: a gente entra para comprar remédio e sai com batom vermelho e brinco de argolas nas orelhas. Talvez a cura esteja nisso mesmo: rir do absurdo moderno enquanto lembramos da violeta genciana que deixava a boca roxa. Saí daquele espaço levando mais do que um simples comprimido. Levava lembranças… o carinho do Almanaque do Biotônico Fontoura, que prometia nos transformar em Hércules, enquanto histórias do Jeca Tatu se misturavam a passatempos, piadas e previsões astrais. Comprávamos remédio e, de brinde, levávamos cultura.
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@rosana858 há 6 meses
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Nesta crônica, o cotidiano se transforma em viagem sensorial. Entre palavras, sabores e silêncios, a narrativa percorre caminhos íntimos, revelando que a verdadeira comunicação vai além do que se diz — ela pulsa no corpo, no desejo e na memória. Crônica - Odisseia da Língua A manhã fria de junho anunciava que o dia seria agitado. O calor do líquido quente me trouxe aconchego. Senti prazer ao perceber o sabor do café encorpado invadir minhas papilas gustativas. O pão com manteiga tinha uma textura aveludada! Ainda bem que Márcia decidiu quebrar a dieta, pois aquele pão áspero, com gosto de isopor, era horrível! Meia hora depois, saí para trabalhar dentro do meu refúgio refrescante, mergulhada na fragrância do antisséptico bucal. Durante o expediente, falo vários idiomas e causo inveja nas vozes robóticas que ecoam pela sala. Sou única: consigo moldar o volume, o timbre e a frequência para tocar a alma daqueles que estão distantes. Arranco suspiros, lágrimas e sorrisos, dependendo do que o momento exige. Agora, por exemplo, na reunião com o diretor da empresa, sou responsável pela conquista de Márcia. Ela irá receber o prêmio de melhor vendedora. A formação dos fonemas permitiu que os clientes “caíssem na lábia” da corretora, que conseguiu bater a meta de vendas do ano em apenas seis meses. Logo mais, é hora do almoço! A refeição colorida e saborosa me deixa feliz! Pena que Márcia não lambeu o prato desta vez! O garçom surge com a sobremesa. O umami ativa minha salivação quando a taça de mousse de maracujá é colocada sobre a mesa. Sem resistir à tentação, deslizo sobre o creme açucarado, e meus receptores provocam uma deliciosa sensação de prazer. Mas no final da tarde, a Márcia vai à dentista. Ainda meio adormecida, descanso após o trabalho árduo de falar o dia todo. A doutora Margarete havia exagerado. A dose cavalar de anestesia, os empurrões para cima, para baixo, para os lados e aquele ácido fosfórico com gosto amargo de veneno me deixaram estressada. Vou para a universidade. Durante a aula de física, fico passeando pelo céu da boca, chupando balas, imitando lápis quando contorno os lábios sem me expor demais, para não parecer maluca e ser confundida com a língua de Albert Einstein, que, depois de anos, ainda permanece estampada na mídia. A sirene anuncia que é hora de recolher os livros. À noite sigo pelas ruas da cidade. Márcia vai encontrar suas amigas no bar badalado da esquina. O som anima o ambiente e eu aprecio vários sabores: o salgado da batata frita, o amargo da cerveja, o azedo do limão e o doce do ketchup. A mesa ao lado revela muitos sorrisos jovens, e um deles chama a atenção de Márcia, que tenta provocar um moreno de óculos fundo de garrafa e cara de intelectual. Entre lábios vermelhos e carnudos, vou me preparando. Aproveito as risadinhas para surgir devagarinho, fazendo cenas pelo canto da boca de Márcia. Às vezes, permaneço no centro, me revelando por inteiro, em outras, escorrego pelo sorvete de forma sensual. Márcia está realizada. Conseguiu conquistar Leonardo, o maior “nerd” da Unicamp. Está feliz pelo empenho na conquista. É óbvio que fui eu quem verbalizou e trouxe à tona sentimentos que nem a própria Márcia sabia que existiam dentro dela. O romance entre Márcia e Léo me trouxe novas experiências. Descobri sensações inéditas e atingi o clímax ao encontrar, dentro da boca do estudante, um órgão igual a mim: macio, carinhoso, mutável e com sabor de hortelã. A semelhança nos uniu e, entrelaçadas, vivemos uma sensação inexplicável. Então fascinada percebi que não é apenas a boca que fala, mas todo o corpo, todo o ser. Nossa dança sensual e delicada, transmite o que palavras jamais conseguirão. E, na união de dois seres, encontro o verdadeiro poder da comunicação, aquele que vem do coração e se traduz em um beijo. Depois de momentos únicos, Márcia caminha pela noite, enquanto eu, revestida de mucosa, me abrigo em minha morada. Me calo diante das lembranças que não podem ser expressadas em frases. Márcia oculta o sorriso apaixonado. E assim, eu, a língua de Márcia, sigo minha jornada de palavras não ditas, de carícias e segredos revelados. Entre o silêncio e o som, entre os beijos e as risadas, continuo a contar a história que não se escreve, mas se sente. Sou o elo invisível entre os corações, moldando desejos e revelando os mais profundos anseios. E, enquanto a noite se estende e Márcia adormece, eu, a língua, permaneço em meu refúgio, entre os dentes que guardam meus segredos e os lábios que os revelam. O amor está presente, acolhido entre os tecidos macios das gengivas, enquanto eu repouso diante das muralhas de porcelana. Somos ciclos que se repetem, momentos que se completam, como um beijo que começa e acaba, mas deixa uma marca eterna na memória. Aqui, dentro desta boca, sou o que não se diz, o que se sente.
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@brunosower há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/JjO8cPRMh2QmlZzJ4QNUcLptxcY4EvM7IrFDKFLP.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/104' target='_blank'><strong>O atalho</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/104/chapters/277' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A perdição do corpo" completo</a></p></div>
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@jjr há 6 meses
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Eu ainda lembro de você Dentre letras de crianças Instrumentos e voz Se fez carinho. Guardado feito lembrança De prosperidade na carteira De um itinerário teu A vida nos distanciou. Acho que havia sentimentos Perdidos no ser Que ficaram guardados Em esperanças boas. Espero que esteja bem! Conquistas, Amor & Prosperidade Dentre livros & canções. ...Professora... ~*~ JJr.
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@MarU há 6 meses
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#Desafio 227 *Pensando em teorias* A noite está quente, talvez o vinho instigue o desejo na mente. Talvez a lua crescente… Pensando em teorias, que só fazem sentido para quem as entende… Se acende. Se toca, se goza, se olha… nota-a, olhando tudo da porta. Paralisa, sorrindo… ainda sentado. Ela vem vindo… com um sorriso safado. Ajoelha-se e prova o sabor da teoria. Degusta com euforia e desejo, olhando-o nos olhos, doando-lhe beijos libidinosos. Sua língua o envolve sem modos, dançando na boca, passeando por cada detalhe, entre suas coxas… enquanto oscila do topo à base, despindo-se a roupa, em partes. Rouba-lhe suspiros, assiste os delírios, faz pressão com as mãos e dedos atrevidos, escorregadios… provocando com os seios expostos, esfregando-o entre eles metido e fogoso. Termina subindo a boca, deixando um cuspe antes do sorriso… murmurando algo inaudível com a voz rouca. E com um beijo bandido, pega-o desprevenido… na boca. Erguendo o vestido, se ajeita e senta, encaixa-se lenta e desce sedenta… aproveitando seu momento de rebolar como louca, até o ápice infinito, enquanto restar-lhes fogo… ou fôlego… e caírem exaustos, agarradinhos. MarU
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@MarU há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/FJT7PZrZV24YBwuWGMNYNNCuQ3gax0cGQM7BveTi.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105' target='_blank'><strong>Conto com você</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105/chapters/274' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Infinita" completo</a></p></div>
@tibianchini · há 6 meses
Maravilhoso... Quem puder, leia. Vale muito a pena.
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@eduliguori há 6 meses
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Naquela noite ele foi ele outra vez insistiu na verdade foi real humilde sincero depois arriscou um chiste não colou não deu mesmo assim ela disse que delícia falar com você naquela noite ele foi ele e mais uma vez voltou pra casa com ele naquela noite ele foi ele outra vez Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 6 meses
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#Desafio 238 Há um desejo que me arrebata tão logo se faz dia. Um querer que me esvazia e completa sempre que me perco em teus olhos. Preenche e falta Ritmado, gostoso, ansioso. Preenche e falta Compassado, faminto, urgente. Até se iludir saciado: pleno, repleto, íntegro. E minguar… de novo. Minha vontade só se satisfaz em você. E não se satisfaz. E não se cala, quando a noite vem. Cr💞s Ribeiro
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@tamarasfawkes há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/psrF4yTOAzWqHKEQtT1afsFeH20tKVINb77ohLaz.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/42' target='_blank'><strong>CRIANDO "EU SOU ONI"</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/42/chapters/208' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 1: Pedro Albuquerque — encontro em Paris" completo</a></p></div>
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@MarU há 6 meses
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#Desafio 226 *Sonhos vívidos* O dia amanheceu, com melodias na cabeça. A claridade nas frestas da janela me trazem a realidade, de não estar mais sonhando. Na cama, aconchego… mas no pensamento, não. Falta algo, que deixei nos sonhos, perdidos numa ilusão. Me enrolo na cama, não quero levantar. A preguiça matinal tem motivo: preciso, antes, assimilar. Aceitar que, mesmo em sonhos vívidos, mesmo sentindo tanto e reagindo, mesmo com o corpo dormindo… sentindo minhas sensações, explodindo a um toque indescritível… pulsando entre minhas pernas, queimando em fogo vivo, me consumindo em labaredas internas. Mesmo ardendo, arfando, me contorcendo e me molhando, mesmo querendo e vivendo tudo isso… não é real. São sonhos vívidos, não vividos… mesmo sentindo vívida(mente), vivendo no corpo, perdendo o controle sobre meus sentidos e a mente… fluindo fluídos… O que sinto, são projeções da minha mente, que me mente… me iludindo. MarU
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