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@jjr há 6 meses
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Rainha. Minha Dádiva Teu caminhar Viajar Ês tu Última peça Vence Sem lutar Me entrego Sou seu Teu rei Teu peão O que desejares Xeque-mate. ~♡~ JJr.
@CrisRibeiro · há 6 meses
🌹❤️
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@CrisRibeiro há 6 meses
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#Desafio 246 Abro o caderno aponto o lápis mordo a borracha mastigo tédio cru. O dia cinza-arrogante tem um bebê chorando o caminhão de lixo passando um carro berrando saldão imperdível. Na pia a torneira pinga. Um compasso perfeito para minha falta de inspiração que tenta me convencer: não tenho nada a dizer. Mas, veja só o peito me trai: desperta ensolarado como se houvesse um azul lá fora que nao recebeu o memorando do caos. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro há 6 meses
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#Desafio 245 A Rosa Esquecida Ninguém me quis. Lábios pálidos demais para o festim dos olhos. Pétalas poucas. Sem a abundância dos buquês de luxo. Mas havia ventre. Seiva ardendo em silêncio. Perfume febril pedindo bocas. Caule latejando: coxa que espera. Cravaram-me na terra, abri-me em espasmos. Raízes-dedos buscando calor. Gozei o escuro. Bebi húmus. Penetrei a sombra. Fome antiga. Flores de vitrine: Belas. Rápidas. Órfãs. Vasos frios sem orgasmo. Sem raiz. Eu, esquecida Aprendi a eternidade na penetração da terra. Não sou ornamento. Sou carne. Úmida. Sou boca. Aberta. Sou rosa. Inteira. Cr💞s Ribeiro
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@literunico há 6 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Independência e Soberania</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/independencia-e-soberania-68bd895f6393c'>Clique aqui</a></p>
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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/IF1E8FgTBT5EhefWtHKqMlHbtMv8ABYCGMdJilTL.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'><strong>O FUNERAL DA PROSTITUTA</strong></a></p></div>
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@afalcaocanfly há 6 meses
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afalcaocanfly 6/9/2025 👀😱 Não vamos puxar a carroça na frente dos bois, primeiro o volume 1... E aí você concorda com essas reações? . . #livrodefantasia #livrodeterror #eravitoriana #autora #escritora #livrogotico #demonio #trechodelivros #bruxa 2 1 https://www.threads.com/@afalcaocanfly/post/DORsXkmjsFs
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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZCbaSWpFT4tCzyRAHbuzDz2CbLcYiU3pzNG15MCb.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'><strong>O FUNERAL DA PROSTITUTA</strong></a></p></div>
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@MarU há 6 meses
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#Desafio 231 *Por hoje* Por hoje, já chorei. Por hoje, me deitei e não comi. Por hoje, senti e me maltratei. Por hoje, optei por dormir. Por hoje, já desabafei com alguém. Por hoje, já me calei e encolhi. Escolhi dar tempo ao tempo, em respeito ao meu momento… e desta forma, acordei, ainda em tempo de me recuperar do tempo que sofri. Com olhos inchados, mas não mais escorridos… olhos marcados em verde claro, colorido. Pois quando choro, é que ficam mais bonitos. Por hoje, a esperança deixou recado. Por hoje, o tempo teve seu papel timbrado. Por hoje, senti o ressentimento equilibrada. Por hoje, deixei vir… e consegui deixar passar tudo do todo que trago aqui… passe, e o tempo, passará. Deixa passar! MarU
@tibianchini · há 6 meses
😮 ...
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@novidadesliterunico há 6 meses
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Pedro Homem de Mello foi um poeta, ensaísta e etnógrafo português cuja escrita se destacou pela musicalidade, pelo lirismo e pelo enraizamento na cultura popular. Seu trabalho está profundamente ligado às tradições do norte de Portugal, sobretudo ao folclore e à poesia popular, que ele ajudou a preservar e valorizar. Com sensibilidade estética e riqueza de imagens, seus poemas exaltam a terra, o amor e a memória coletiva. Poemas 1964 - 1979: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1114">Aqui!</a> #literunico #PedroHomemdeMello #poesiaportuguesa
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@rosana858 há 6 meses
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Nesta crônica, realidade e imaginação se entrelaçam no cenário histórico do Parque do Ipiranga, no Brasil. Entre sombras de estátuas e rajadas de vento, o bronze ganha voz para questionar o presente, lembrando que a independência não é apenas um feito do passado, mas uma construção cotidiana. Um diálogo poético e inquietante com a História, que revela como o silêncio das esculturas ainda guarda ecos que insistem em ser ouvidos. As Vozes do Bronze A manhã soprava uma brisa de saudosismo quando decidi caminhar pelo Parque do Ipiranga. De repente, ouvi alguém me chamar. Olhei para um lado, depois para o outro… nada. Apenas silêncio e o farfalhar das árvores. — Ei, estou falando com você! — a voz insistiu. Engoli em seco. Para não parecer maluca, calei-me e apenas pensei: quem será? A resposta veio de pronto: — Sou eu, aqui na escadaria! Levantei os olhos. Lá estava ele: Dom Pedro I, em sua estátua monumental diante do Museu do Ipiranga. Sua presença era imponente, como se pudesse realmente descer os degraus e caminhar entre os mortais. Convencida de que talvez tivesse exagerado nos drinks da noite anterior, comecei a me afastar discretamente, torcendo para que ninguém aparecesse e me flagrasse naquela cena patética. Mas antes que eu desse o primeiro passo, uma rajada de vento arrancou meu chapéu. Corri atrás dele, que rodopiou pelo ar e foi pousar… exatamente aos pés do Imperador. Foi então que ouvi, claramente: — Então está tentando me ignorar? Fiquei paralisada, arrepiada dos pés à cabeça. Algo dentro de mim ecoou forte — afinal, não é todo dia que se tem a chance de conversar com uma celebridade de bronze. Respirei fundo e resolvi entrar no jogo daquele improvável diálogo. — Ok… está tudo bem com você? — O que você acha? — respondeu Dom Pedro, com ironia. — Bem… vejo que está reluzente. Imponente, centralizado no alto da escadaria, espada em riste… uma cena e tanto. — Pois saiba que, por pouco, não deixo de ser estátua — replicou ele, num tom grave. — Minha vontade é descer estas escadarias e chamar todos os que estão ali no monumento. Talvez assim percebam que não são apenas figuras de bronze enfeitando o jardim. Eu me virei, olhei para o Altar da Pátria. O ar pareceu vibrar. Ouvi o relinchar dos cavalos, os cascos ressoando contra o nada. Um a um, os personagens ganharam voz. Os soldados da independência bradaram: — Lutamos com sangue e suor por um país livre. E hoje? O que vemos é a dignidade acorrentada à ganância! As figuras femininas ergueram seu grito uníssono: — Somos o símbolo de uma pátria justa e soberana. Mas olhem ao redor: a corrupção corrói, a desigualdade cresce, e nossos filhos são esquecidos! Até os cavaleiros se manifestaram: — Marchamos para abrir caminhos de futuro. Mas o presente anda em círculos, preso a velhas mazelas. Então, a Liberdade ergueu-se na biga e falou do alto do monumento. O vento carregou suas palavras: — Vocês celebram, mas ainda há correntes invisíveis que ameaçam a esperança de todos. Dom Pedro suspirou fundo e murmurou, como quem fala consigo mesmo: — Às vezes me arrependo de ter dito aquele “Fico”. Será que valeu a pena permanecer para ver o Brasil devastar suas florestas, dizimar seus povos indígenas e poluir suas águas? Olhem para isso… cadê o Rio Ipiranga? Transformaram-no num riacho sufocado pelo concreto. O chão pareceu tremer. As sombras das estátuas se alongaram, ameaçando se desprender do granito. A espada do Imperador brilhou como fogo quando ele a ergueu ainda mais alto. Olhando para o parque, sua voz ecoou: — Estamos irados! Vocês esqueceram que a independência não é apenas um grito no passado, mas uma conquista diária. Não adianta erguer esculturas se o povo continua cego pela ignorância e sem voz diante do poder! O vento soprou mais forte, fazendo tremer a bandeira nacional ao longe. Eu estava ali, muda, sem saber se fugia ou se aplaudia. Afinal, não é todo dia que a História nos cobra sob a claridade impiedosa do sol. Saí apressada. Talvez ninguém acreditasse em mim. Talvez nem eu mesma devesse acreditar. Mas uma certeza ficou: a História ainda fala — e grita — quando precisa. E ao longe, irônico e solene, ecoava o som de uma banda militar, anunciando mais um 7 de Setembro. Instagram:@rschumaher
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@eduliguori há 6 meses
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Tenho uma tristeza alegre uma melancolia saudosa uma esperança tênue uma dor que lateja sou agridoce poeta de lágrimas secas da maré de lua cheia dia a dia noite após noite decido dar mais uma chance sorrio encabulado imaginando você que nem existe mas me move lá vem o sol Edu Liguori
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@Ciprys há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/eWnbJ5bNzXxbEmOSQYaVPxskwURJVQdPCDz3zw4c.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/145' target='_blank'><strong>Os Expedicionários</strong></a></p></div>
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@jjr há 6 meses
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COISAS DE DESTINO. Sincero Desde a 1ª Ver & Sentir Teus olhos O tempo Escrito nas mãos Só para você. Tempo passa Vejo & Desejo Vontades Guardadas De passagem Feito você Amor Sincero Sem apego É o que desejo. Coisas reais Sem dependência Difíceis De achar Sabedoria Tua Nua Reservada Só para mim. ~*~ JJr.
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