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@rafaelaraujoescritor há 4 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Poderoso Theo</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/poderoso-theo-6904fe0c279cc'>Clique aqui</a></p>
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@jubran há 4 meses
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« Private Island, Boston, USA, 2025 » new lithograph available now on atelierjr.net . Really loved working on that project - always wondered wh...
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@marcoshmartinsescritor há 4 meses
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Aviso para as senhoras bruxas: a meteorologia indica fortes ventos para esta noite, então, quando forem voar, segurem-se firmes em suas vassouras. Um ótimo Halloween!
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@novidadesliterunico há 4 meses
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Poeta mineiro, cronista e observador da alma humana, Drummond transformou o cotidiano em poesia e o simples em universal. Com ironia e ternura, ele revelou o homem moderno — dividido entre o amor e o desencanto, o sonho e a realidade. Alguma poesia: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1377">Aqui!</a> #CarlosDrummondDeAndrade #AlgumaPoesia #PoesiaBrasileira #Literatura #Modernismo #Clássicos #AutorDoDia #Literunico
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@kahel há 4 meses
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My son told me after missing a jump on Astro's playroom, "You're not the best player, Mommy." 😂 Thanks, I guess. He's my biggest critic. Lo...
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@rosana858 há 4 meses
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Doçuras ou Travessuras No dia 31 de outubro, algo mágico acontece: o véu que cobre os mundos fica mais transparente! Kundo, o duende da sabedoria, florescia de alegria. Ele queria provar que o medo é uma forma de controle disfarçada. Pelo Cosmos, criaturas fantásticas bailavam entre varinhas de condão, caldeirões fumegantes, poções mágicas e caveiras risonhas — e entre elas estava Mafalda, uma bruxinha de seis anos, com vestido púrpura e olhos ansiosos que faiscavam como estrelas. De repente, um vento brincalhão de Kundo arrastou todos para o outro lado do véu — direto para uma festa na Terra! A noite mágica já encantava a Vila dos Despertos, e a celebração de Halloween prometia surpresas assombradas. A fogueira estalava com chamas atrevidas, e abóboras sorridentes iluminavam mesas repletas de doces em forma de morcegos, aranhas e monstrinhos coloridos. Bruxas em vassouras deslizavam pelo ar, fadas cintilavam como arco-íris, fantasmas atravessavam paredes, zumbis tocavam músicas engraçadas, e múmias dançavam, sacudindo seus esqueletos em ritmo maluco — animando e convidando todos a entrar na roda. Mafalda corria de mãos dadas com Duda, um garoto humano. Eles riam e pediam doçuras em troca de travessuras. Fantasmas zombeteiros atravessavam paredes, fazendo os humanos rir e aplaudir. O olhar não julgava, e o impossível era verdade. Era a lógica zombando das certezas. O encantamento não exigia explicação — apenas abria espaço para que o mistério florescesse, e a magia surgisse. O possível, disfarçado de impossível, brincava, se escondia e só se revelava para quem acreditava nele e lhe dava asas. Então, Kundo subiu no palco com uma bola de cristal nas mãos. — Agora vocês vão ver a verdade! — anunciou. E o sorriso se perdeu diante da dúvida sobre o que viria a seguir. E todos viram. De um lado, humanos. Do outro, criaturas fantásticas. Por um instante, houve pânico. Gritos. Silêncio. Mafalda e Duda olharam assustados. Mas a inocência não compreendeu o porquê da confusão! Continuaram de mãos dadas e começaram a rir. E, aos poucos, o medo de todos se quebrou como vidro. O horror não existia. Era só brincadeira. Kundo ergueu o véu, e a noite seguiu encantada, abrindo espaço para mais festejos. No dia seguinte, todos os santos seriam lembrados. E, logo depois, em 2 de novembro, flores e velas iluminariam a memória dos que nunca se vão. Quando o sol nasceu, o feitiço se desfez. As máscaras voltaram a cobrir rostos. Mas, na Vila dos Despertos, ninguém esqueceu: o medo nada mais era que ignorância. E todos — humanos, bruxas, fadas, fantasmas e duendes — pertenciam à mesma dança. @rschumaher
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@eduliguori há 4 meses
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Entre os rios de Sergipe Bahia e Alagoas tem uma gente crente que pode sempre abraça, acarinha, sorri com os dentes entre os rios tem siri, carangueijo cocada, coentro, e beiju nestas terras do mandacaru das palmas e dos aplausos faço meus dias, meus votos é aqui nesse mundinho da cocada, amendoim que escolhi meu cantinho entre o mar,o agreste e o sertão vive um mundo grande de coração tim tim por tim tim cada pedaço de mim se entrega e oferece com o moto canção te amo muito meu nordeste Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 4 meses
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Poeta, ensaísta e pensador francês, Paul Valéry foi um mestre da forma e da reflexão. Sua escrita une precisão e sensibilidade, razão e sonho — sempre em busca da beleza absoluta. Em obras como Feitiços e Charmes e O Cemitério Marinho, ele transforma o pensamento em música, revelando que a poesia não é apenas emoção, mas também lucidez. Feitiços [Charmes]:<a href="https://www.literunico.com.br/books/1376">Aqui!</a> #PaulValéry #PoesiaFrancesa #Literatura #Clássicos #FeitiçoseCharmes #OCemitérioMarinho #Literunico #AutorDoDia
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@rosana858 há 4 meses
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O Chamado da Samotrácia Ali dormem objetos antigos, obras de arte, mitos e muita história. Caminho entre as alas do museu como quem atravessa gerações — cada sala é um portal, cada vitrine um eco do que já foi vida. Na maioria delas, o ar é denso, de séculos. Os sarcófagos, expostos como joias raras, guardam o silêncio de civilizações que insistem em não partir. Entre os artistas mais consagrados estão: Michelangelo, que toca o divino com as mãos; Da Vinci, que desafia um sorriso enigmático; e Caravaggio, que captura sentimentos dançando entre a claridade e a escuridão profunda. Sinto um chamado estranho que não identifico. Meu coração me conduz à escadaria Daru. Com cautela, subo os degraus, temendo acordar os espectros que vigiam os destroços da Grécia antiga. E ali, no topo monumental, reina uma deusa alada — imóvel e viva. Ela atrai a multidão que caminha cega, fascinada por seu brilho. Como quem se aproxima de um altar, paro diante dela, e um arrepio percorre meu corpo. O mármore de Paros respira e pulsa. A figura imponente cativa olhares e admiração, mesmo mutilada. As asas, abertas ao sopro invisível do mar, ainda preso em suas dobras. Ela não foi esculpida apenas em pedra — foi moldada em sonhos, desejos e tempos suspensos. A imagem transcende. Sua essência flutua entre matéria e éter. Com um pé na terra e outro no infinito, sua envergadura triunfal abre águas invisíveis. O vestido branco guarda o sal do criador. Da proa de um navio imaginário, ela me convida a atravessar as eras. E, de repente, o murmúrio do Louvre se dissolve. O relógio se detém. Os passos ecoam, distantes, desaparecendo nas paredes de rocha. Do alto do palco de calcário, ela vibra — e o portal se abre. Totalmente inebriada por sua presença, aceito o convite. Embarco. A nave flutua, rasgando o vazio. Ao longe, avisto a ilha de Samotrácia. Aporto num século que se foi. Lembranças despertam. A areia quente abraça meus pés. O instante traz um perfume — reconheço mesmo antes de lembrar. É o mesmo que senti quando te perdi. Um frio percorre o estômago. A dor despedaça minha alma, que vaga à deriva. Corro. Subo a colina e te procuro junto às ruínas do Santuário dos Grandes Deuses. Clamo por você entre os vestígios da época, mas encontro apenas a resposta do teu nome. Sou parte daqueles que estão no Templo dos Mistérios Sagrados. Ali, uma mulher alada reina completa. Flutuando à frente do barco, a deusa olha para o azul do Egeu. Sua mão saúda a vitória com leveza. O pé roça suavemente a nau. A roupa é presa pelo vento. Desesperada, busco teu rosto entre os corpos caídos no chão. Grito. Driblo a guerra. Enfrento os soldados romanos. Por um instante, vejo teu olhar — mas ele se apaga, como uma estrela que decide voltar ao céu. O sangue mancha minha pele. Registra medo e perda do amor em minha essência. A natureza completa seus ciclos. A tempestade soterra tudo. Minha fé e minha paixão repousam submersas. A morte chega — e me leva, para que eu possa surgir novamente. Um lampejo me traz de volta ao museu. Agora eu vejo: Nike, sem mãos. Alcança o presente com a mesma grandeza com que consagrou a vitória no passado. Sem olhos, mas capaz de iluminar — de transformar Paris em cidade-luz. Despeço-me do Louvre Mergulho na noite. Ainda tento encontrar você em qualquer resquício onde possa existir história — onde o tempo, em segredo, ainda nos recorda. Deixo para trás o peso das salas escuras, o cheiro de funeral, o ancestral fossilizado. Levo comigo a saudade daquele dia — teu beijo, e o sopro invisível da Samotrácia. @rschumaher
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@jubran há 4 meses
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« Private Island, Boston, USA, 2025 » new lithograph coming Friday, 4pm CET / 11am EST / 8am PST on atelierjr.net
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