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@alexsander-oliveira-g00U8 há 4 meses
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achei q vc fosse me criticar, respeitosa foi você, parabéns, idolatro mulheres que sabem conversar, e mesmo sabendo mais, não usam "armas de fogo" no diálogo. Infelizmente não são todas, aí eu murcho a orelha e saio à francesa, desperdiço meu Sauvage Dior, mas privo meus ouvidos. A tristeza só é que eu sou sapio, se nada me acrescenta, nada me interessa, em tese o empoderamento tão temido por outros é o que me agrada (ia usar outra palavra) 🌼🌼 bom dia!
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@alexsander-oliveira-g00U8 há 4 meses
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como falei eu viro amigo, tenho mais de uma centena, aparentemente eu não sou confiável 🤣 tem muito poema e muita ex pra explicar. Eu me doo muito, se não vejo recíproca à altura, vou reduzindo o contato. Quem já viveu um relacionamento tóxico 25 anos sabe exatamente onde estão os perigos. Não reclamo, nem sou vítima. Acho engraçado. E, neste caso específico, sou errado, ter magnetismo nem sempre é positivo. Mas tô na vibe de aprender essa tal solitude, fazendo pós em neurociência 🤷‍♂️
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@alexsander-oliveira-g00U8 há 4 meses
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"Privação afetiva" eu como homem sofro disso 🤣 sou poeta, faço um poema, elas adoram, às vezes namoro, depois viro amigo. Aí elas vão procurar a montanha-russa de emoções do "patriarcado". Na real real acredito que somos mais próximos em emoções, do que distintos. Não dá mais para avaliar relações modernas com conceitos medievais.
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@CrisRibeiro há 4 meses
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#Desafio 311 Eu só sabia sentir, sentir até derramar. Jurei ser bipolar. Busquei um rótulo pra acalmar o caos. AHSD: pele-atenta, coração-amplificador de sussurros que o mundo mal pronuncia. Hoje respiro versos: sou mansa quando pedem colo, sou ardida quando a chama chama. Sou duas: calma, intensa. E não caibo mais em bolsos alheios. Aqui me dispo; não do pudor, mas das incertezas. E, na pele da palavra, quente e viva, floresce a mulher que sempre esteve: silêncio rompido, brilho inteiro. Cris Ribeiro
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@purapoesia há 4 meses
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Venho anunciar a pré-venda do meu livro "entre idas & vidas". O exemplar pode ser adquirido previamente com 10% de desconto diretamente pelo site da editora Minimalismos: https://www.editoraminimalismos.com/product-page/entre-idas-vidas-de-adriel-alves
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@novidadesliterunico há 4 meses
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Júlio Dinis é a delicadeza em forma de romance. 🌿📚 Em suas histórias, o campo, a família e os afetos discretos ganham voz — nada grita, tudo sussurra. Em “As Pupilas do Senhor Reitor” e “A Morgadinha dos Canaviais”, ele transforma o cotidiano em abrigo: amores silenciosos, gestos pequenos, esperas longas que cabem inteiras no coração. Ler Júlio Dinis é descansar na página e lembrar que a vida simples também é digna de literatura. Obras de Júlio Dinis: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1427">Aqui!</a> #JulioDinis #Literunico #AutorDoDia #ClassicosPortugueses #RomanceDeÉpoca #LeituraAcolhedora
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@deivesferraz há 4 meses
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Boa noite Literunicos 😁 Gosto de me arriscar no terror, principalmente quando se trata de contos e mini contos. Outro dia um entregador me acordou e me veio a história na cabeça. É estranho o que pode nos inspirar. Se quiser ler fique a vontade, mas já fica o aviso: NÃO LEIA ANTES DE DORMIR!! Não Durma Deives Ferraz — Tá preparado? O comandante gritava para me acordar dentro do carro tático. A dor no meu ombro estava de matar. — Sim, senhor! — respondi sem muito entusiasmo, massageando o pescoço. Ele me observou com atenção. — Você dormiu, soldado. Isso não é bom sinal. — Não é nada. Apenas um torcicolo. Ele colocou a mão no meu braço e me olhou no fundo dos olhos. — Isso é guerra. Lembre-se do seu treinamento! Assenti, cansado. Sentia-me enfraquecido, mas assim que as portas do veículo se abriram, saltei, mirando nos alvos e atirando. Ouvia gritos, pessoas correndo, muita poeira e explosões. Os vagalumes piscavam os traseiros como luzes de alerta. Espera um pouco… Todos sabem que vagalumes estão extintos. Maldição, isso não pode estar acontecendo! Meus olhos se abrem, mas mal consigo me mover. Estou deitado de lado, na cama do meu quarto. As agulhadas no ombro confirmam o que eu já desconfiava. Estico a mão e sinto a pele espessa do corpo que me cobre, agarrado às minhas costas, saboreando meu sangue. Não preciso vê-lo para saber como parece: totalmente preto, sem braços ou pernas. O couro cheio de muco, ondulando sobre músculos sem esqueleto. A boca, um triturador cheio de dentes feitos para sangrar ao máximo suas vítimas. Esse verme deve ter se esgueirado pela fresta embaixo da porta. Se Caramelo não me avisou do perigo, já deve ter sido sugado para dentro do estômago dessa coisa nojenta que agora esfrega a barriga molhada por toda minha pele. Preciso alcançar a arma embaixo do travessei… — Vanessa, oi! O que minha ex está fazendo nesta cidade? — Sabia que você mudou recentemente para cá. Vim te ver! O pôr do sol destacou o brilho desse olhar que nunca esqueci. O vento nos cabelos. O perfume, floral e leve, bem diferente do peso da arma na minha mão. Arma? Ela parece não ver que estou armado. Será que temos alguma chance ainda? Esses vagalumes em volta dela a deixam ainda mais linda. Ah! Droga! Vagalumes… — Como vai o treinamento? — perguntou meu chefe, apertando meu ombro. Gente fina ele, mesmo que desvie um pouco de dinheiro da empresa de vez em quando. — Você parece cansado — disse, sorrindo. — Cuidado para não dormir. Os superiores estão grudados na nossa cola. Superiores grudados… Cocei o ombro oposto com a ponta da arma que segurava. — Você sabe o que precisa fazer. — Mãe? — Abracei-a já com os olhos marejados. — Como pode? — Calma, filho! Vai dar tudo certo. Era tudo tão real, mas sabia que ela havia morrido há muito tempo. Ela pegou minha mão com a arma e encostou a ponta gelada pouco acima da clavícula. — Estou com medo! Vai estraçalhar meu ombro. — Só assim pra você se livrar desse vampiro. Ela estava calma, serena. Acariciou meu cabelo. Lembra do treinamento! — Deixa eu ficar aqui contigo! — Ainda não. Mas vou estar aqui te esperando. — Ela colocou minha outra mão em cima do cabo. — Te amo filho. Ela estava certa. O projétil atravessaria meu ombro e a cabeça daquele bicho, me libertando. Isso se ainda tivesse sangue o suficiente no meu corpo para me manter vivo. Apertei o gatilho e os vizinhos acordaram com o estouro do tiro e meu grito de dor.
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@orleide793 há 4 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/XnfDGdrhuduki9mABstc6X6mUSH8LPP1KZfgi6mW.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/96' target='_blank'><strong>O Túnel do Tempo</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 4 meses
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#Desafio 309 E quando amanhecer, meu sol há de te encontrar, ainda quente no eco do céu. Onde teu infinito me beija o peito descanso breve da tua eternidade. Cris Ribeiro
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@sam_alves_escritora há 4 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 4 meses
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Robert Louis Stevenson, o homem que transformou mapas em destinos imaginários e monstros em espelhos da alma. 📚✨ De A Ilha do Tesouro a O Médico e o Monstro, ele nos lembra que a aventura não está só no mar aberto, mas também dentro de nós — na coragem de encarar nossos medos, nossas sombras e nossos desejos secretos. Ler Stevenson é voltar a acreditar que um livro pode ser porta, navio, tempestade e farol ao mesmo tempo. A ilha do tesouro: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1426">Aqui!</a> #RobertLouisStevenson #Literunico #AutorDoDia #ClassicosDaLiteratura #LeituraQueEncanta #LeituraQueAventura
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@jjr há 4 meses
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My flower of the Sun I like your country face Eyes like daisies Shining Lips made perfect love Painted I make a castle out of clouds in my mind Bed of the gods Blood wine That runs made love and passion Distance is nothing close to dreams I grace you with words Love is Amor In other words. ~♡~ Minha flor do Sol Eu gosto de tua face de campo Olhos feito margaridas Brilhando Lábios feito amor perfeito Pintada Faço castelo de nuvens em minha mente Cama dos deuses Vinho do sangue Que corre feito amor e paixão A distância não é nada perto dos sonhos Agracio-te com palavras Love is amor Em outras palavras. ~♡~ JJr.
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@deivesferraz há 4 meses
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Movimentando um pouco a conta aqui 😊 Fiz um mini conto de Horror/Ação ⚠️ ATENÇÃO: Leitura não recomendada para pessoas sensíveis, contém linguagem imprópria 🔞⚠️ Empatia Deives Ferraz Maldita Mãe Natureza! Minhas mãos tremem, e uma gota de suor escorre pela minha têmpora. Logo agora? Preciso secar na calça a mão que atira. Não posso errar. E nessa distância que estou, isso é muito fácil de acontecer. Eu entendo, Mamãe, que a senhora possua uma sabedoria de milhões de anos de evolução, mas que porra de ideia foi essa de fazer o ser humano sentir em si as dores que causa no outro? Merda! A lente do telescópio está quase embaçando com minha transpiração. Preciso me acalmar. Quando isso começou mesmo? Umas 2 ou 3 gerações, parece. As histórias dizem que foi um fuzuê quando um médico deu um tapa num bebê recém-nascido e sentiu a ardência na própria pele. Haha. Sorte dos antigos que não tinham essa empatia forçada. Eu sei, eu sei. O ser humano estava se destruindo. Fazer um abusador sentir a dor do que está fazendo no próprio rabo, ou um narcisista sentir a dor da humilhação que está causando, é uma forma bem eficiente de manter a paz entre teus filhos. Felizmente você deixou de fora dores consentidas. Isso me garante algum divertimento quando estou amarrado na cama daquela gostosa do bar, toda sexta. Obrigado Mãe! O que a senhora não esperava era o quão criativos são teus filhos. Sem essa criatividade eu não teria emprego. Espero que não me julgue. O que posso fazer se atiro tão bem? E quem tem poder aquisitivo paga para outras pessoas sentirem dor por elas? É… Eu não mato pessoas. Eu evito que quem quer matar sinta a dor do assassinado. Fica a sugestão do seu próximo upgrade: dor por infligir dor encomendada. Chegou aquele babaca. O que eu tô dizendo? Nem conheço o filho da puta. — To vendo o alvo. — falo ao telefone. — E o que eu tenho a ver com isso? — Preciso de uma dose de dopamina pra parar de tremer. Pode passando a segunda parte do que foi acordado! — Vou passar, sim. Quando tiver a prova do serviço feito. — Eu não tô com muita paciência hoje. Ele já está saindo do carro e a janela de oportunidade é curta. Vai coçando a mão. O gatilho não anda antes da notificação do banco. — Porra! Tá! Meu celular vibra. Fico feliz com o valor que vejo na notificação. — Obrigado! Só um segundo. Mordo uma das minhas luvas de motoqueiro. Melhor evitar quebrar meus dentes de novo. Sorte que ele parou pra falar com o porteiro. Tô bem mais calmo agora. Respiro fundo e puxo o maldito gatilho. O projétil leva uns segundos pra chegar no alvo. Sei que o vento vai desviar a rota. Espero que o suficiente pra acertar onde deve. Mas não consigo acompanhar o que acontece pela lente. Tenho que me jogar para trás e segurar a vontade de berrar com a dor que sinto na cabeça. Todos meus ossos dos crânio parecem descolar da carne e do cérebro. O zunido no ouvido é de enlouquecer. Me contorço com as mãos nas orelhas, tentando manter a luva entre os dentes. Minha visão fica totalmente branca e as órbitas parecem que vão escorregar para fora da cara. — Morre, desgraçado! Sei que é tudo uma ilusão, mas a dor é bem real. Não consigo pensar em nada, além de espernear e me arrastar pelo chão. Se errei o tiro, nós dois vamos ficar inúteis, até ele parar de sentir dor. De repente, como se tivessem desligado um botão, a dor amena. A visão volta aos poucos, já consigo me levantar com dificuldade e tirar uma foto do corpo estirado no chão. — Ainda está aí? — Você pediu pra esperar, não foi? — To mandando a foto do alvo. — Tu é o melhor, sempre! Jogo o telefone de lado pra respirar. Preciso me aposentar.
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@tavaresautor há 4 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/VTj125O54R2aN3w8NzNrYFaJlBpXmjuQrSNZMY0V.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/318' target='_blank'><strong>A parte difícil sou eu sem você</strong></a></p></div>
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@tavaresautor há 4 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/VTj125O54R2aN3w8NzNrYFaJlBpXmjuQrSNZMY0V.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/318' target='_blank'><strong>A parte difícil sou eu sem você</strong></a></p></div>
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@rosana858 há 4 meses
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O Riacho que Desejava ser Mar Mais que opinião alheia, importa a verdade que você carrega de si. Ele nascia no alto da serra, entre árvores frondosas, com uma vista deslumbrante. Deslizava pelas fendas feito um véu de noiva: leve, sereno, quase etéreo. Os animais que habitavam aquele lugar o observavam e murmuravam: — Ele é estreito, raso… suas cachoeiras não têm cor. Nada se compara ao mar, vasto, profundo, da cor do céu. O riacho, de tanto ouvir, começou a acreditar. Cada vez que olhava lá do alto, sentia-se pequeno, insignificante. Afinal, era apenas um fio de prata, e o rival, imenso, parecia ter todo o poder do mundo. Ele observava os navios cruzando o tapete azul e se entristecia ainda mais. Queria ser gigante, abrigar tubarões, ser palco das acrobacias das baleias, berço de pérolas. Em suas piscinas só nadavam peixinhos, que refletiam sua pequenez. Mas o desejo de crescer era intenso. Sonhava em encontrar aquele que lhe causava inveja e perguntar-lhe o segredo da grandeza. De tanto desejar, a força de seus pensamentos provocou uma tempestade em seu próprio abrigo. Rochas enormes rolaram da montanha em fúria e caíram lá embaixo com estrondo. Ignorando o desastre que havia provocado, ficou orgulhoso: se as pedras podiam descer, ele também podia. Então, deixou-se levar pela chuva torrencial, esticou seus braços fluentes e deslizou até a praia. Ao chegar à areia, o sol era intenso e seu líquido cristalino se turvou, misturado à terra, à poluição e à pressa. Desesperado, correu em direção ao sonhado arquétipo. Uma onda veio ao seu encontro e o envolveu num abraço firme e salgado. O rio, assustado, se deixou levar. Misturou-se à maré profunda, sentiu o gosto do sal, das embarcações, a densidade do oceano, o poder que antes lhe parecia inalcançável. Então ouviu pessoas comentando sobre sua beleza, sobre a delicadeza de sua bruma multicolorida, sobre a importância de suas águas cristalinas. Olhou para cima e sentiu vergonha dos sentimentos que carregava dentro de si. Saudade da origem, do silêncio, do verde da serra, das flores, da pureza de sua nascente. E foi assim que descobriu seu valor: cada um tem sua medida, seu brilho. Ele era doce, essencial, único. E sua beleza, diferente da do mar, era igualmente grandiosa. Infiltrou-se no solo o mais fundo que pôde, aconchegou-se num lençol freático e se deixou levar de volta ao seu leito no topo da colina, onde vive até hoje, amigo de todos os seres da floresta, mas sem permitir que a opinião alheia interfira em sua autoestima. Havia aprendido: ignorava o que pensavam sobre ele. Agora sabia seu valor.
@JuNaiane · há 4 meses
Que lindo, amei! 🥰
@rosana858 · há 4 meses
Obrigada Jusley. Fico feliz que tenha gostado.
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@CrisRibeiro há 4 meses
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#Desafio 308 Atrium Vestae Colunas gastas, elas nunca dormem sopram o fogo da deusa. Algo pulsa entre os ossos da pedra: a memória respira devagar. Mãos de mármore, rostos perdidos, o calor ficou dançando nas cinzas. Sussurram: “Não é o fogo que protege Roma, é o amor que guardamos ou o que ousamos tocar.” Acendo em mim o mesmo lume, não de templo, mas de peito. Cada silêncio é chama pequena, cada sombra carrega vento: o mundo ainda guarda memória. Viver é cuidar do fogo e não deixar o frio invadir, não deixar a pele esquecer o que pulsa no coração. Cr💞s Ribeiro
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@daianasuzart há 4 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/6F9pOFnROOrFyMnPfCyKfF2CNvSIV4mHeDSWFN8U.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/302' target='_blank'><strong>A Ferida que ainda Doía!</strong></a></p></div>
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