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@autorsilviojunior há 3 meses
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A @offbienaloficial foi a minha porta de entrada para o mundo literário como autor. Confesso que no início fiquei com medo de participar. Medo do que? Não sei ao certo, mas tive. Por sorte encontrei pessoas maravilhosas que tornaram tudo muito incrível, as trocas, as conversas, todos falando o mesmo idioma... Foi inesquecível e quero mais.
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@brunob612 há 3 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Pirro</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/pirro-692c5df6d365c'>Clique aqui</a></p>
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@marcos há 3 meses
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2x1 Palmeiras! Pode anotar! E aí? Qual seu palpite? Palmeiras é o time da virada 💚💚💚 #palmeiras #palmeirasminhavidaévocê #pa...
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@berthamachadoo há 3 meses
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As the Obama Presidential Center prepares to open next year, Michelle and I want to shine a light on the businesses that are the heart of Chicago. This Small Business Saturday, we hope you’ll support one of the many entrepreneurs who call this city home. And be sure to check out some of the local small businesses in your community, too!
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@novidadesliterunico há 3 meses
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"✨ Hoje é dia de mergulhar no universo de Tolkien! ✨ Se você ama a Terra-média, elfos, hobbits e histórias que parecem respirar sozinhas, o post de hoje é para você. Vem descobrir um pouquinho mais sobre o criador de um dos mundos mais amados da literatura — é só deslizar para o lado. 🧙‍♂️📚✨ #Tolkien #TerraMedia #SenhordosAneis #OHobbit #LiteraturaFantástica #Literunico #AutorDoDia"
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@afalcaocanfly há 3 meses
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afalcaocanfly 29/11/2025 Em minha defesa, tava mais friozinho quando gravei 👀 e agora vou matar umas curuisidades suas!👉 Espia a pré-venda do GRANDE FINAL de Al'Kannibal no meu link da bio, só falta o seu apoio 🥹🤌💜 . . #livrodefantasia #livrodeterror #zelda #skyrim #autora
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@brunob612 há 3 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Verdete</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/verdete-692aff25e2e5d'>Clique aqui</a></p>
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@brunob612 há 3 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Ócio</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/ocio-692afdc316f43'>Clique aqui</a></p>
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@brunob612 há 3 meses
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Gálio Flutua entre dilemas desaba sobre si próprio fraco poeta vivo desatino brilho forte do elo rompido simplesmente um ser humano simplesmente falho
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@chico-viana-lwd0u há 3 meses
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DEVA NEIOS SOBRE A CAMA Alguém já disse que a cama é um móvel metafísico, pois nela o indivíduo nasce, ama e morre. Vejo-a mais como um móvel físico, em que a gente dorme para aliviar os incômodos do corpo. A cama é o lugar do repouso, da meditação, e também da preguiça. A preguiça, como se sabe, é um dos pecados capitais. Deve ser por isso que, nos claustros e conventos, tendia-se a evitar as camas confortáveis. Os religiosos dormiam num estrado duro para que o corpo não se acostumasse ao conforto e viesse a amolecer. Imagino que, em sonho, supunham estar sobre um colchão fofo, desses a que o corpo lascivamente se amolda. O homem primitivo dormia no chão, sobre pedra, areia, grama. Uma das vantagens disso é que não sofria da coluna. Certamente alguém, sentindo a maciez da grama, resolveu cortá-la em tufos e os pôr num saco ou num envoltório semelhante. Assim nasceu o colchão, ou um protótipo primitivo dele. Embora espetasse um pouco, era um avanço em relação à superfície pedregosa. A partir daí, nosso antepassado veio a dormir não apensas por necessidade como também por prazer. Com o hábito de ficar na cama, ele começou a dedicar boa parte do tempo à reflexão e ao devaneio, o que levou ao desenvolvimento da filosofia e da arte (da filosofia até Aristóteles, para quem a caminhada estimulava o pensamento). Passou também a pensar mais nas mulheres – a delicadeza dos traços, a melodia da voz, a graça do andar. A partir dessa percepção, a mulher foi se transformando de simples objeto sexual em musa erótica. Mas levou tempo até que deixasse de ser puxada pelos cabelos e levada para o fundo da caverna para fazer amor. Essa prática só teria mesmo fim com o aparecimento dos primeiros cabeleireiros. A cama predispõe à inação e a tudo que ela acarreta. Deitado, o indivíduo consome menos calorias, tende a engordar e ser vítima das chamadas doenças da civilização. Mas a verdadeira doença não é do corpo: é do espírito, que tende a erodir à medida que fraqueja o impulso de se levantar. Primeiro acabamos desistindo do esforço, que se constitui numa verdadeira batalha; depois, desistimos de nós mesmos. Na cama o mundo se estreita entre lençóis e travesseiros – e essa redução, tão confortável, é também o mais insidioso dos perigos. Esse perigo é menor para os velhos, pois o pior da velhice é ver minguar, não o desejo, mas a vontade de dormir. O jovem tem no sono, em que a identidade se dilui, a graça de suspender por algumas horas o peso da existência. Já o velho, condenado à vigília, percebe que a noite não é penumbra, mas uma claridade na qual cada lembrança se ilumina com uma nitidez tão irrefutável quanto dolorosa. Sem o sono a noite se transforma numa vigília ininterrupta, onde a memória desfila seus fantasmas com uma nitidez punitiva. O velho não sofre por falta de sonhos, mas pelo excesso de lembranças – todas nítidas, e algumas implacáveis. A cama, então, deixa de ser espaço de repouso para se transformar numa arena em que manter os olhos abertos sinaliza a derrota. Nessa espécie de naufrágio às avessas, não adianta se agarrar ao travesseiro. E a idade já não concede a paciência de contar carneirinhos. Agora me deem licença, pois tenho que me levantar.
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@rosana858 há 3 meses
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Um Beijo na Eternidade No silêncio ensurdecedor, ela dorme com Morfeu. O amanhã lhe estende os braços, mas ela resiste à realidade do dia seguinte. Apaga a meia-luz em que noite e dia se fundem e mergulha incessantemente no passado. A campainha toca. Ela atende à porta. Os olhos sem luz do visitante vislumbram além do véu de Ísis. O mito estende a mão para ela, que se deixa levar, presa no cumprimento. Caminham alguns passos até o terraço. Ela avista Pégaso e permite que sua liberdade voe. O poeta segura firmemente a rédea de ouro enquanto Helena, com o coração ardente, protege suas costas. Juntos, circulam Gaia, que pulsa no firmamento, e presenciam do alto Poseidon abençoando os mares e oceanos. Agora, em terra firme, o grego a abandona na porta do magnífico templo. Ela sobe os degraus, sente a rigidez da pedra sob seus pés descalços. Atravessa o pórtico e entra majestosamente. Ela desfila elegância entre as vinte e quatro colunas gigantescas que abrigam o trono de Zeus. A maravilha do mundo antigo tem o corpo esculpido em marfim e ébano. A autoridade da visitante arranca um olhar frio e semiprecioso do deus, que a convida para participar da festa que acontece no salão. Apolo, um dos filhos do anfitrião, recita uma poesia, e ela fica fascinada com a perfeição de sua anatomia. Ela fala, e sua voz contagia os convidados, que percebem que a beleza física dele é insignificante diante da sabedoria dela. O poeta tenta cativar sua atenção e lhe oferece uma bebida. Quem serve é o irmão Dionísio, que, fascinado por ela, revela, num beijo, que sua língua possui sabor de vinho. Na intimidade, ele lhe pede para ser chamado de Baco, já que dividem a mesma taça. Disfarçada de fragilidade, ela caminha com suavidade. Tenta ocupar sua visão em todos os espaços. Olha para cima e observa a gigantesca cúpula amarela que coroa a morada dos deuses e presenteia o edifício com movimento celeste. Ela fecha os olhos e é invadida pelo jorro de luz abundante que desce do interior da abóbada, sustentada por oito pilares, e que traz, de surpresa, Eros apoiado em um deles. Ela percebe que o cupido tenta evitar seus olhos, então se aproxima o suficiente para que ele sinta o perfume do querer que exala de sua pele. Ele não resiste à sedutora fragrância, que propositalmente foge. Ingenuamente, ele a persegue até o jardim. Junto ao lago de nenúfares, um rapaz está parado. A água cristalina reflete sua figura. Eros possui Helena, mergulha na sua fonte de prazer, penetra as pétalas do seu desejo. Narciso não se dá conta da magia do amor entre as duas criaturas e permanece solitário, perdido de paixão pela sua imagem refletida no espelho. Ela deixa o Panteão, abrigado pelos matizes coloridos de seus aposentos, enquanto os deuses do Olimpo desfilam seus mistérios e belezas. Na calçada, ela avista Tânatos e, assustada com sua fisionomia metálica e seu coração de ferro, sente o cheiro de morte que paira no ar. Foge apressada, pressente que ele tenta guiar sua alma para outros mundos. O banquete celestial se dissolve em sobras e, quando Helena se dá conta, seus passos ecoam em corredores de pedra. As galerias se curvam em círculos secretos, à espera de serem decifrados. Ela vê o rastro e teme o eco de um bramido desolado. O monstruoso ser com corpo de homem e cabeça de touro habita o labirinto de sua mente. Ela desenrola o novelo do pensamento e coloca na linha o bravo Teseu, que mata a fera que existe dentro dela. Na rua da Era do Bronze, ela ouve tiros e se esconde atrás das muralhas. Alguém passa e a carrega num abraço. O ventre de madeira abriga soldados. O coração da espartana saltita dentro do corpo inventado. Ela vaga pelas ruas de Troia enquanto é raptada por Páris. Agora, está dividida entre os beijos do sequestrador e a saudade do bruto e doce Menelau. O rei vem ao seu encontro e, na fantasia épica, ela tem sangue da cor do Egeu. Juntos, partem sob o calor vermelho das labaredas que envolvem a cidade e começam a aquecer seu quarto. O espírito dela sente que a viagem mitológica está prestes a terminar, então, além do limite de sua ousadia, dribla Cronos e retorna no tempo. Entra no Coliseu dirigindo uma biga que chama a atenção do felino que está na arena. O grito dos gladiadores apavora a urbe cristã. O imperador vem até ela e dá um beijo quente em seus lábios. Ela sente o cheiro da manhã fresca e envolve Nero com os braços enquanto esboça um sorriso adormecido. O marido olha para Helena e fecha as cortinas do dia, enquanto cuida para que o lençol lhe proteja o sono. Cuidadosamente, tira o livro das mãos da esposa e o deposita na cabeceira. Ela beija em sonho, e seus lábios tocam o papel histórico, onde dormem mitos e lendas que se equilibram entre o sagrado e o profano. Ele sai silenciosamente, enquanto Helena vive na Ilíada e continua sua Odisseia. @rschumaher
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@novidadesliterunico há 3 meses
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✨ Stefan Zweig — o escritor que transformou memória em emoção ✨ Sensível, atento e profundamente humano, Zweig escreveu como quem tenta salvar o mundo da rapidez do esquecimento. Em O Mundo de Ontem, em suas novelas intensas e em suas biografias vívidas, ele nos lembra que a história é feita de pessoas — e que cada vida guarda um universo inteiro. Ler Zweig é abrir uma porta para o passado e encontrar, lá dentro, sentimentos que ainda pertencem ao presente. 📚💛 Autobiografia: o mundo de ontem: Memórias de um europeu: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1440">Aqui!</a> #StefanZweig #Literunico #AutorDoDia #LeituraRecomendada #OQueLer #OMundoDeOntem #LiteraturaEuropeia #Clássicos #LeituraPoética #LivrosQueEncantam #LeitoresDoBrasil
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@kahel há 3 meses
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Things I will miss when my toddler has learned to correctly pronounce them: Sharing is scary - sharing is caring Mangnek - magnet Shart - shar...
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