@MarU
há 8 meses
Público
#desafio 183
*Ducha quente*
Vapor
de ducha quente.
Cheiro
de sabonete.
Som suave
de cantoria.
Delicadeza:
o som
de música francesa…
entre a água,
a voz feminina.
Espelho embaçado.
Tem névoa no quarto.
Transpira.
Se despe,
como se ouvisse
o chamado.
Em silêncio,
simplesmente
adentra o espaço…
fitando-a,
inebriado.
Entre a névoa,
seu olhar incendiado
premedita o contato.
Se excita.
Paralisa.
Se alisa…
Assistindo,
aprecia a cena,
focaliza…
Prepara-se
e adentra.
Apresenta-se discreto,
mesmo
“naquele” estado:
ereto.
Ela o recebe
e o insere…
no chuveiro,
molhando-o.
Alisa seu corpo
com as mãos
e sabonete,
ensaboa-o.
Explora
discretamente,
aproveitando
para tocá-lo
livremente.
Exalam desejo,
mas contêm-se.
Inocentes…
até o momento
adequado.
O sente inseguro,
disfarçando
pensamentos impuros.
No silêncio
do momento mais puro:
apuros.
O ensejo…
um beijo.
E, como se a fagulha
que faltava
fosse acionada,
num impulso,
de joelhos,
encarando-o…
Segurando-o
firmemente,
abocanha-o.
A cantoria cessa.
O chuveiro
não seca.
A água invade
o banheiro.
Gemidos
são ouvidos
no bairro inteiro.
Batidas
no vidro do box.
No eco,
estalidos repetidos.
Vozes
emitem grunhidos.
Reclama baixinho,
com o ventre preenchido…
Estocadas fortes,
pausadas,
intensas.
Vigoroso, carinhoso…
O prazer dela
vale o esforço…
Recompensa!
Água e corpos
escorregadios
inundam o quarto…
continuam na cama,
em chamas.
De frente,
de lado,
em cima,
embaixo,
cavalgando,
cavalgando…
Movimentando a cama,
desmontando o quarto.
De quatro,
a doma…
Molham-se
de novo…
em gozo
de quem ama.
Olham-se cansados,
apaixonados.
Voltam
ao chuveiro,
para
banharem-se
de novo.
E depois…
secarem o quarto
ainda molhado
por esses loucos…
Ah, os apaixonados!
MarU
#
*Ducha quente*
Vapor
de ducha quente.
Cheiro
de sabonete.
Som suave
de cantoria.
Delicadeza:
o som
de música francesa…
entre a água,
a voz feminina.
Espelho embaçado.
Tem névoa no quarto.
Transpira.
Se despe,
como se ouvisse
o chamado.
Em silêncio,
simplesmente
adentra o espaço…
fitando-a,
inebriado.
Entre a névoa,
seu olhar incendiado
premedita o contato.
Se excita.
Paralisa.
Se alisa…
Assistindo,
aprecia a cena,
focaliza…
Prepara-se
e adentra.
Apresenta-se discreto,
mesmo
“naquele” estado:
ereto.
Ela o recebe
e o insere…
no chuveiro,
molhando-o.
Alisa seu corpo
com as mãos
e sabonete,
ensaboa-o.
Explora
discretamente,
aproveitando
para tocá-lo
livremente.
Exalam desejo,
mas contêm-se.
Inocentes…
até o momento
adequado.
O sente inseguro,
disfarçando
pensamentos impuros.
No silêncio
do momento mais puro:
apuros.
O ensejo…
um beijo.
E, como se a fagulha
que faltava
fosse acionada,
num impulso,
de joelhos,
encarando-o…
Segurando-o
firmemente,
abocanha-o.
A cantoria cessa.
O chuveiro
não seca.
A água invade
o banheiro.
Gemidos
são ouvidos
no bairro inteiro.
Batidas
no vidro do box.
No eco,
estalidos repetidos.
Vozes
emitem grunhidos.
Reclama baixinho,
com o ventre preenchido…
Estocadas fortes,
pausadas,
intensas.
Vigoroso, carinhoso…
O prazer dela
vale o esforço…
Recompensa!
Água e corpos
escorregadios
inundam o quarto…
continuam na cama,
em chamas.
De frente,
de lado,
em cima,
embaixo,
cavalgando,
cavalgando…
Movimentando a cama,
desmontando o quarto.
De quatro,
a doma…
Molham-se
de novo…
em gozo
de quem ama.
Olham-se cansados,
apaixonados.
Voltam
ao chuveiro,
para
banharem-se
de novo.
E depois…
secarem o quarto
ainda molhado
por esses loucos…
Ah, os apaixonados!
MarU
#