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@robsonmachado há 10 meses
Público
Escritório 🔞 (07/05/25 - 15:38) Entre pilhas de papeis, Tarefas incessantes... Dividem a mesa frente a frente... Confidencias são realizadas... Intimidades compartilhadas... Olhares que queimam, Um tesão guardado nos olhos... Pulsando entre as pernas... Ela, Loira de curvas fartas, Tímida, Confessa suas necessidades... Há tanto tempo que não sente o calor masculino... Que não aguenta mais esconder sua essência submissa... A conversa esquenta, E ela sente o calor subindo pelas coxas grossas... Um arrepio que a entrega, Mesmo sem querer... Incontrolada, Ela por baixo da mesa, Roça de leve a perna dele... Um toque descarado... Ele sente a sensação... A curiosidade começa a lhe invadir a mente... Como será aquele corpo por baixo desse traje de recato? Ele retribui o roçar... Pele na pele faz os corpos se acenderem... Ela já começa a sonhar acordada com Aquele príncipe de ébano imponente, Pressionando seu corpo negro contra o seu corpo sedento... A irracionalidade lhe toma a mente... Propositalmente, A caneta escorrega dos dedos... E ela se enfia debaixo da mesa para pegar... Seus olhos já vão direto para seu desejo, E o volume nas calças denuncia que ele sente o mesmo... O ar fica mais pesado... Isso vai mesmo acontecer? Os dois pensam em conexão... Lá embaixo, Sem cerimônia, Ela desabotoa o cinto... A mão firme desliza, E o membro se revela... Grosso... Pulsante... A timidez é posta de lado... Ela sem hesitar, Lambe os lábios e prova. A boca quente o envolve... Vai e vem sem pressa... Ela mama com gosto, Saliva escorrendo pelos cantos... Os gemidos dele abafados, Mordendo os lábios para não gritar. Os olhos dela sobem, Olhar safado encontra os dele, Enquanto a língua desliza... Os movimentos se intensificam, Ele segura seus cabelos, Pressionando a cabeça dela mais fundo, Num ritmo marcado... Molhado... Indecente. Ele não resiste, Geme baixo, a mão se fecha na madeira da mesa... E ela não para, Se aprofunda... Engole sem medo.... Os olhos fechados, Entregue ao prazer que o domina. Eles querem mais. Mas as câmeras são testemunhas frias... Para fugir do flagrante, Eles entram na salinha ao lado, Sem vigilância... O pudor se torna ausente... O desejo se aflora de forma mais urgente... Ele a joga contra a mesa, Arranca sua blusa... Fazendo os seios fartos saltarem... Ela geme de esperança. Que saudade de um toque másculo, Sussurra. As mãos dele percorrem cada curva, Como um avido explorador... Os dedos apertam as curvas volúpias... A boca suga o mamilo... Morde... E a calcinha desliza pelas pernas grossas... Ela se deita sobre a mesa, Ele se ajoelha, Com a boca faminta explora. A língua percorre os lábios íntimos dela... Cada gemido se torna um convite... Cada suspiro, Um clamor... Ele se afunda, Se deliciando no sabor. Molhado... Deslizando os dedos junto. Ela arqueia o corpo, rendida ao furor... Se derrete entre gemidos contidos... Ele a devora sem pressa... Escorrendo... E o cheiro do tesão inunda o ar da sala... Ela se perde em gemidos... Se contorce... Se entrega. Quando ele se ergue, Os olhos famintos de selvageria... A empurra contra a mesa, Pernas abertas, E em um único movimento, Ele a preenche por inteiro... A sala é tomada por estalos e suspiros. Ela se agarra à mesa, Que range... Mas aguenta... Ela rebola no ritmo... Seus corpos se chocam... A carne quente e viva... Ele não para... Aprofunda... Acelera... Domina. Os gemidos dela se misturam aos dele, Pura sintonia. Sem aviso, Ele a vira... Empina aquelas ancas, Aquelas nadegas abundante... Com uma mão firme nas costas, A outra a segura com destreza... Ele penetra seu ânus com virilidade e vontade... Um gemido rouco escapa... Mistura de dor e prazer. Ele acelera... Feroz... Dominador... As mãos seguram sua cintura, Controlando o galope... Ele finca mais fundo, Possuindo cada centímetro... Ela apenas geme... Seu corpo inerte pelo prazer... Os dois à beira do abismo... Sem fôlego... Entregados... Um estalo de corpos, Gemidos abafados. O clímax vem violento... Corpos em espasmos... Ele se afasta... Segura ela por seus cabelos, E a faz com que se ajoelhe... Saciada e com o olhar em chamas, Ela se rende... Ela queria tanto aquilo... E com um gemido rouco, Ele atende ao pedido... Marca o rosto dela com o gozo quente. O néctar esbranquiçado que escorre... Ofegantes, se recompõem... Realizados, Ajeitam as roupas... Voltam para o escritório, Como se nada tivesse acontecido... Agora cúmplices de um segredo... Sabem que não podem mais voltar atrás... Os olhares que trocam queimam como brasas... E daqui para frente a cada encontro, A memória arderá... A vontade se renovará, Até que o desejo os consuma novamente. #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤

Comentários (1)

@MarU · há 10 meses
Ual… ❤️‍🔥
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