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@Albertobusquets há 10 meses
Público
Ao escrever poesias, torno-me equilibrista. Pois minha fome avassaladora deve ser precisamente contida, na exata proporção da sede das Musas. Cada linha, um leão amarrado por borboletas. Cada sílaba, uma gota de caudalosos sentimentos. Um tropeço e cairei no vazio, grão de areia exigindo a atenção da onda. Heroico é o papel. Recebe-me de folhas abertas. Não sei como ele aguenta. Alberto Busquets. #Desafio 123

Comentários (1)

@CrisRibeiro · há 10 meses
“Um leão amarrado por borboletas”: digno de você!
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