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@fernandopaz há 10 meses
Público
Trauma (Fernando Paz) É a trave da alma De um espinho Perfurante Que sangra Mas não coagula Estrangula a lembrança Destemperança De um momento cristalizado Sentimento pregado Ecos de uma dor Silenciosa E que silencia É ferida aberta Da doença que fechou Então qual a cura? Amor próprio Que incinera O eu que passou Das cinzas Abre os braços E voa Para uma nova versão Que faz as pazes Com a guerra que travou Entre mortas lembranças Todas vencidas Saber que se venceu

Comentários (1)

@CrisRibeiro · há 9 meses
Perfeito, amigo!
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