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@ariazenite há 11 meses
Público
Hoje a manhã terminou assim: completamente emocionada, descontrolada e feliz. Recebi minha primeira resenha crítica. E estou tentando encontrar palavras que estejam à altura do que senti — mas, sinceramente, ainda estou chorando há uns dez minutos seguidos e relendo como se fosse um feitiço. Molly Não Sabe Amar é um conto ainda em andamento, em fase de betagem. Eu NUNCA imaginei que, mesmo inacabado, ele poderia provocar uma leitura tão atenta, tão sensível, tão profunda. É surreal ver minha história pelos olhos de outra pessoa. Ver o impacto que ela causou, mesmo em construção. Isso é mais do que feedback. É combustível. Ser escritora no Brasil é um desafio diário — mas receber esse tipo de retorno reacende tudo aqui dentro. Foi a primeira resenha da minha vida, e ela veio com tanto carinho, com palavras tão belas, que parece que minha história foi acolhida. Sabe aquela sensação de "eu fui entendida"? É isso. Já estou considerando emoldurar e pendurar na sala. É arte, das mais valiosas. Obrigada, vinumsapiens . Seu olhar me tocou profundamente. Você tem uma sensibilidade rara — e eu me sinto honrada por tê-la atravessado com a minha história. Hoje, eu só queria dizer isso pra vocês: Se um dia a sua arte alcançar alguém de verdade... se permita sentir. Sinta tudo. Porque é isso que faz valer a pena continuar. Já recebeu algum retorno que te deixou sem chão? Me conta aí o que você fez porque as minhas pernas estão bambas aqui. https://papirodopapo.blogspot.com/2025/04/resenha-critica-molly-nao-sabe-amar-beta.html

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