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há 1 mês
Público
ASSÉDIO, VIGILÂNCIA E PODER: QUANDO NEM OS ESPAÇOS MONITORADOS SÃO SEGUROS PARA AS MULHERES
✍🏽 Por Emanuelle Nascimento, socióloga e militante da Revolução Socialista.
> O assédio contra mulheres, dentro e fora das repartições públicas, privadas e institucionais, não é um desvio comportamental, mas uma expressão estrutural do poder patriarcal. Trata-se de uma prática política cotidiana, normalizada por dispositivos simbólicos, jurídicos e culturais que transformam a violência em ruído, a denúncia em exagero e a vítima em suspeita. A Ciência Política feminista já demonstrou que o Estado, longe de ser um ente neutro, organiza e reproduz relações de gênero que sustentam desigualdades materiais e simbólicas (Pateman, 1988; Brown, 1995).
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