Em A Musa Praguejadora, Gregório de Matos encarna sua veia mais ácida, convertendo a própria inspiração poética — sua “musa” — numa figura indignada, crítica e explosiva. Aqui, a musa não canta louvores nem exalta belezas: ela pragueja, denuncia e satiriza com fúria os desmandos...
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