Logo depois de voltar da guerra em Angola, António Lobo Antunes escreve Os cus de Judas sobre suas experiências naquele país. O romance se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre o conflito e a independência angolanos e uma referência histórica obrigat...
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#1Bergmann5.784
#2Pela estrada à fora5.422
#3A barreira de AlDahin4.974
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo1.888
#6Princesinha do Papai1.751
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.655
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.608
#9SE EU TIVESSE ASAS1.505
#10Próxim Estação1.452
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Descrição Completa
Logo depois de voltar da guerra em Angola, António Lobo Antunes escreve Os cus de Judas sobre suas experiências naquele país. O romance se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre o conflito e a independência angolanos e uma referência histórica obrigatória. Numa narrativa não-linear e fragmentada, Lobo Antunes revela as inquietações existenciais de um ser humano, na indelével experiência de uma guerra, que se misturam às memórias de infância e juventude na Lisboa salazarista. O autor utiliza-se, na maior parte do romance, do fluxo de consciência e da associação de ideias, para construir a história e o perfil de seu narrador-protagonista, um personagem que, a partir de "uma dolorosa aprendizagem da agonia", vê sua vida e seus valores estilhaçados pela melancolia. O que lhe resta são fragmentos de memória - a criança que visitava com os pais o jardim zoológico aos domingos, o jovem que assiste impassível a seu futuro sendo traçado pela autoridade inquestionável de uma família salazarista, o adulto apático e frustrado diante da violência que lhe retira as rédeas e o sentido da vida. O leitor vai estar frente a frente com "decadência, putrefação, pestilência e morte. Adicionando canalhice, violência e insensatez". Para o jornalista português Nuno Barbosa, "Lobo Antunes, dando plena expressão a uma escrita impiedosa e grosseira consegue uma harmonia preciosa entre a violência do narrado e a rudez dos termos utilizados - as suas palavras ganham, portanto, uma credibilidade muito maior, criando um elo profundo com a realidade." O livro, que recebeu o prêmio Franco-Português conferido pela Embaixada da França em Lisboa, está na 21.ª edição em Portugal e já foi vendido para mais de dez países como Inglaterra, França, Itália, Alemanha e Suécia.
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