Paulo Leminski foi corajoso o bastante para se equilibrar entre duas enormes onstruções que rivalizavam na década de 1970, quando publicava seus primeiros versos: a poesia concreta, de feição mais erudita e superinformada, e a lírica que florescia entre os jovens de vinte e pouco...
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#167
#1Bergmann5.773
#2Pela estrada à fora5.422
#3A barreira de AlDahin4.964
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo1.888
#6Princesinha do Papai1.749
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.644
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.607
#9SE EU TIVESSE ASAS1.505
#10Próxim Estação1.451
Posição em poesia
#15
#1Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#2O Mar que Navega o Barco544
#3Vida e Amor Sonetados289
#4VERDADES COTIDIANAS99
#5em nome do amor91
#6SOL DO AMANHÃ88
#7A moça que escapou pelas palavras78
#8A Dor Em Meus Olhos71
#9Caderno Autopoiético70
#10Pequenos Detalhes68
Descrição Completa
Paulo Leminski foi corajoso o bastante para se equilibrar entre duas enormes onstruções que rivalizavam na década de 1970, quando publicava seus primeiros versos: a poesia concreta, de feição mais erudita e superinformada, e a lírica que florescia entre os jovens de vinte e poucos anos da chamada "geração mimeógrafo".
Ao conciliar a rigidez da construção formal e o mais genuíno coloquialismo, o autor praticou ao longo de sua vida um jogo de gato e rato com leitores e críticos. Se por um lado tinha pleno conhecimento do que se produzira de melhor na poesia - do Ocidente e do Oriente -, por outro parecia comprazer-se em mostrar um "à vontade" que não raro beirava o improviso, dando um nó na cabeça dos mais conservadores. Pura artimanha de um poeta consciente e dotado das melhores ferramentas para escrever versos.
Entre sua estreia na poesia, em 1976, e sua morte, em 1989, a poucos meses de completar 45 anos, Leminski iria ocupar uma zona fronteiriça única na poesia contemporânea brasileira, pela qual transitariam, de forma legítima ou como contrabando, o erudito e o pop, o ultraconcentrado e a matéria mais prosaica. Não à toa, um dos títulos mais felizes de sua bibliografia é Caprichos & relaxos: uma fórmula e um programa poético encapsulados com maestria.
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