Quando Verônica Del Mar, agora moradora de Paraty e dona de uma charmosa livraria-cafeteria, vê seu melhor amigo assassinado e a polícia local não faz mais do que beber café, ela chama seu velho conhecido: Agenor Fonseca — detetive teimoso, emocionalmente confuso e dono de um Che...
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#167
#1Bergmann5.773
#2Pela estrada à fora5.422
#3A barreira de AlDahin4.964
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo1.888
#6Princesinha do Papai1.749
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.644
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.607
#9SE EU TIVESSE ASAS1.505
#10Próxim Estação1.451
Posição em Comédia Policial
#1
#1Luxo, Mar e Outras Coisas0
#2Paraty em Verso e Crime0
#3Em Lisboa, Pastéis de Nata e Um Crime Amarrotado0
Descrição Completa
Quando Verônica Del Mar, agora moradora de Paraty e dona de uma charmosa livraria-cafeteria, vê seu melhor amigo assassinado e a polícia local não faz mais do que beber café, ela chama seu velho conhecido: Agenor Fonseca — detetive teimoso, emocionalmente confuso e dono de um Chevette Marajó 1984 tão resiliente quanto ele.
Agenor chega com o coração dividido: quer resolver o crime, mas também reencontrar Verônica... e talvez, quem sabe, viver o que nunca foi vivido. Só que ao descobrir que ela agora é casada com o sereno (e misterioso) Astolfo, a investigação ganha um tempero agridoce.
Enquanto pistas falsas apontam para o marido da amiga, surge um frentista rude, uma espanhola encantada, um estagiário sarcástico e uma cidade onde até os silêncios têm sotaque. No meio de bilhetes manchados, coxinhas veganas, pulseiras suspeitas e risotos comprometedores, Agenor precisará vencer não apenas a teimosia, mas o próprio ego — e descobrir que a verdade, às vezes, tem cheiro de saudade.
Com humor afiado, mistério crescente e afeto em cada vírgula, Paraty, Pulseiras e Um Amor Proibido é mais do que um romance policial: é uma crônica sobre amores impossíveis, recomeços tardios e a arte de rir mesmo quando o coração tropeça.
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