Na Barcelona da década de 1930, Colometa, jovem balconista de uma loja de doces, leva uma vida banal ao lado do pai. Durante um baile na praça do Diamante, Colometa conhece Quimet, um jovem impetuoso que se tornará seu marido. Com ele, tem dois filhos e passa a criar pombos. A Gu...
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#1Bergmann5.773
#2Pela estrada à fora5.422
#3A barreira de AlDahin4.964
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo1.888
#6Princesinha do Papai1.749
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.644
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.607
#9SE EU TIVESSE ASAS1.505
#10Próxim Estação1.451
Posição em outro
#1
#1Escrito nas estrelas?0
#2O Banqueiro Anarquista0
#3O Judas em Sábado de Aleluia0
#4O Bem-Estar da Bruxa Natural0
#5PROJETO MAIS ÁGUA MAIS VIDA VOLUME 10
#6RAIZES E ALICERCES: CONCEITOS E ATITUDES0
#7O mal-estar na civilização0
#8Investigação Sobre o Entendimento Humano0
#9Reencarnação. 20 Casos0
#10Mitos E Lendas Do Rio Grande Do Sul0
Descrição Completa
Na Barcelona da década de 1930, Colometa, jovem balconista de uma loja de doces, leva uma vida banal ao lado do pai. Durante um baile na praça do Diamante, Colometa conhece Quimet, um jovem impetuoso que se tornará seu marido. Com ele, tem dois filhos e passa a criar pombos. A Guerra Civil toma de assalto a cidade, e aos poucos o universo de Colometa se desintegra. O marido parte para a luta, a comida acaba e os pombos representam um jugo insuportável. Num monólogo de profunda densidade psicológica, Mercè Rodoreda contrapõe o sofrimento pessoal de Colometa à dor coletiva de uma Espanha assolada pela Guerra Civil, exausta e faminta. A suposta ingenuidade da protagonista, sempre à mercê dos acontecimentos e das pessoas ao seu redor, aparece nas entrelinhas de A praça do Diamante, por meio de uma linguagem envolvente, utilizada às vezes em sentido ambíguo, com uma discreta ironia, além de toques de crueldade, agressividade e grande lirismo. “Abrir um romance, ler suas primeiras linhas e já sentir-se levado pela história e pela maneira como ela está sendo contada: esse é um dos itens incontestáveis da minha lista particular de Coisas Mais Prazerosas da Existência. Quando acontece por acaso, com uma obra sobre a qual sei previamente nada ou quase nada, tanto melhor. Foi assim com A praça do diamante.” – CAROL BENSIMON, NO BLOG DA TAG
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